Don't Play with Dead People - Missão OP para Nick Carp

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Don't Play with Dead People - Missão OP para Nick Carp

Mensagem por Lady Circe em Sab Dez 20, 2014 11:14 pm


Missão


Nick estava a desfrutar de seus momentos de paz no acampamento. Então, durante uma noite, ele resolveu ir até a floresta, mesmo sabendo que seria perigoso. Burlando o horário de recolher, o jovem se aventurou em uma parte escura da floresta. Para além do que os olhos podiam ver...
Instruções <3
 - Narre como estava sendo sua noite, até o momento em que resolve ir até a floresta;
 - Diga os motivos que levaram a fazê-lo, mas seja coerente;
 - Enquanto caminha, deverás enfrentar uma harpia. Por ser uma monstro fraco, creio que não terás dificuldade;
 - Você vai caminhar até certo ponto, e vai encontrar uma trilha que aparentemente não é explorada a muito tempo. Você vai segui-la;
 - A floresta, naquela parte, é mais densa e mais fria. Aqui, deixo-te livre para descrever o cenário;
 - Quando estiver na metade, enfrentará um cão infernal e um escorpião das profundezas. Poderá ser os dois ao mesmo tempo, ou não, depende de você. Isso ficará a sua escolha. 
 - Ao final, você vai encontrar ruínas de um antigo chalé, de um deus desconhecido. Ali, você vai encontrar um filho de Melinoe. Ele estará para matar um campista, de progenitor e sexo à sua escolha. Impeça-o, mas sem matá-lo.
 - O campista de Melinoe terá o mesmo nível que o seu, portanto tenha dificuldade em enfrentá-lo e, assim como o outro campista, ele/ela terá nome e sexo definido por você;
 - Cabe a você levá-lo ou não a Quíron.
 - Dê um desfecho criativo para a história.
 - Armas e poderes em code ou spoiler no final do texto.
 - Procure não usar templates com cores cegantes.
 - Prazo para a postagem: até dia 05/01/2015
 - Dúvidas? Aumento de prazo? MP.
 - Boa sorte, herói <3
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Re: Don't Play with Dead People - Missão OP para Nick Carp

Mensagem por Nick Carp em Dom Dez 21, 2014 6:27 pm



"Você sabe que eu odeio a chuva. Se você tiver problemas, o céu ficará nublado. Então eu me pergunto: você entende o medo da chuva?"



DON'T PLAY WITH DEAD PEOPLE


NOTES
Mission

VESTINDO
calça e camiseta

ONDE
Floresta

COM
Semideuses

O tempo se passa com uma velocidade incalculável. Mesmo que todos os relógios do mundo fossem quebrados, o tempo continuaria a correr, a noite continuaria a chegar e o dia continuaria a surgir. O tempo no Acampamento também passava rápido, em um dia a prole de Apolo havia chegado e no outro, já era um grande guerreiro e seguidor de seu mestre, Orfeu. Ele não sabia como aquilo tudo havia acontecido de forma tão rápida, mas tinha suspeitas. Desde que a caçadora, Brooke, havia chegado ali, ele tinha perdido o rumo. Ela mexia com ele como nenhuma outra. Não podiam ficar juntos, mas, o que ele faria se seus impulsos ficavam cada vez mais fortes?

Para tirar esses pensamentos da sua mente, Nick levantou-se e decidiu que caminharia um pouco. Em sua vida de semideus experiente, a prole de Apolo sabia que não poderia ser descuidada. Pegou então Sun e Light, seu arco e flechas e saiu decididamente de seu chalé, mesmo sem ter um rumo definido.

Caminhou – sempre tomando cuidado com as Harpias que podiam aparecer por ali – de forma lenta, com a cabeça cheia de coisas que nem ele mesmo conseguia distinguir. Mas então uma aura chamou sua atenção. Ele ergueu os olhos para noite e olhou atentamente de um lado para outro, seus pés – que antes o estavam guiando para a praia – mudaram de rumo instantaneamente. Ele segurou seu colar e ele logo esquentou, avisando que quando estivesse pronto o arco surgiria. Nick suspirou lentamente e começou a caminhar pelo novo caminho definido por seus instintos e eles o estavam levando para um lugar que não esperava: a floresta.

As árvores a noite iluminadas pela luz do luar deixavam o lugar com uma visão muito diferente do habitual. Sombras novas surgiam onde não havia nada e descampados enganavam o garoto apenas por atraírem mais luz. Ele estava hesitante quando ouviu o primeiro barulho. Era claramente um bater de asas. Seu arco logo se materializou e ele sacou uma flecha com tamanha velocidade se ocultando na sombra de uma árvore. A noite o deixava mais fraco, a luz que o favorecia e, com certeza, não era um bom campo para batalhar.

Nick olhou atento a sua volta e então viu uma sobra maior voar por entre as árvores. Suas asas eram grandes e o corpo envergado, claramente uma harpia. Mesmo já tendo lutado contra algumas daquelas coisas o garoto ainda hesitava levemente quando deparava-se com uma nova espécie. Com os passos leves e tentando não fazer barulho ao pisar nas folhas secas do local, Nick caminhou um pouco aproveitando-se de algumas sombras, mas, seu cheiro foi maior que o instinto de sobrevivência e antes que ele pudesse pensar em 'pudim' a harpia estava bem a sua frente.

Os olhos da criatura estavam dourados e brilhantes, seu rosto revelava um brilho opaco devido a pouca iluminação. O garoto engoliu em seco e encaixou a flecha no cordel do arco o puxando um pouco para trás. Os olhos da criatura semicerraram e ela logo recuou voando para a esquerda.

— Droga. — Ele falou baixinho e se jogou para a direita puxando com totalidade o cordel e liberando a flecha, que passou zunindo no ouvido da coisa, ou qualquer outra coisa que ela tem para ouvir.

A harpia pareceu zangada com o ataque e logo estabilizou seu voo mudando a rota, seu alvo agora não era desviar do projétil, e sim, atacar a prole de Apolo. Nick – ainda no chão – levantou-se depressa e puxou outra flecha pondo-a no cordel. A ave passou voando baixo e fixou suas garras em um dos ombros do mesmo. Em um ato rápido, o menestréu de Orfeu atirou e acertou em cheio o pé da criatura. O voo da ave ficou mais baixo e lento devido ao novo ferimento e essa foi a oportunidade perfeita para Carp. Com mais uma flecha retirada, ele mirou na cabeça da harpia e soltou o projétil, acertando em cheio.

Seu arco então voltou a se tornar um colar e, ofegante, ele levou a mão ao ombro. Quando viu o líquido escuro que manchou sua mão teve certeza que estava ferido. Naquele momento ele podia voltar atrás e ir até o seu chalé para se cuidar, como filho de Apolo ele tinha certas habilidades. Mas, algo o estava levando para o centro da floresta. Para um lugar onde até os gritos têm medo de soltar seu eco oculto. Ele ignorou sua dor e sua vontade de ir para casa, como se estivesse em um abismo e a sua frente se abrisse um buraco negro. Ele adentrou na mata fechada e escura guiado apenas por aquela aura que crescia cada vez mais.

As árvores pareciam querer impedi-lo de continuar sua pequena aventura. Estavam postas de todas as formas em seu caminho, sendo jogadas no chão ou com raízes a mostra, de tal forma que ele pudesse cair se não estivesse atento. Os galhos soltos e os espinhos perfuraram sua pele e então, tudo sumiu. Uma espécie de trilha se abriu diante de seus olhos sem mais nem menos. Nick ergueu os olhos mas a floresta atrás de si havia sumido e tudo o que via era a mesma trilha indo infinitamente além da sua capacidade visual. Uma espécie de arrepio percorreu a espinha do menestréu mas ele sabia que nada poderia fazer se não seguir em frente.

O chão era feito por pedras escuras e extremamente reluzentes. A impressão que dava era andar sobre as águas de um lago a noite. Ele não sabia se as árvores estavam a sua volta, a névoa era extremamente densa e ocultava partes de sua visão, deixando-o livre para seguir a aura que ficava cada vez mais forte. O frio o estava cercando e pegando-o de surpresa, como serpentes enroscando-se em seu corpo. Seu colar esquentou de imediato e a impressão que teve foi que seu corpo estava sendo mantido em temperatura constante, graças a ele.

Seus passos estavam tão abafados que qualquer som externo chamaria sua atenção, e assim o fez. Era uma espécie de salto alto, porém, a impressão que a prole de Apolo teve foi que a “mulher” que o estivesse calçando teria muitas pernas, ou que seriam várias mulheres. Então ele o viu. Seus olhos vermelhos e seu ferrão pouco acima da cabeça, revelando sua couraça negra como as pedras. Carp só conseguiu distingui-lo devido ao brilho malicioso que as duas esferas rubras emitiam. Ele puxou seu colar e logo o objeto se transformou em um arco, com uma flecha em mãos ele mirou no local onde o escorpião estava, no entanto, o mesmo encontrava-se vazio. A criatura havia se mexido com tamanha velocidade que Nick nem havia percebido.

Os olhos do garoto percorreram o local e no último segundo ele olhou para cima a tempo de desviar para o lado enquanto a criatura voava em cima dele com o ferrão a mostra. Ao bater no chão a prole de Apolo sacou outra flecha e atirou a esmo, por sorte, ferindo uma das patas da criatura. Um breve sorriso desenhou-se nos lábios dele, mas, sabia muito bem que não estava nem perto da batalha encerrar. Carp levantou-se e percebeu a criatura mancante. Suas mãos foram à aljava e ele logo sacou outra flecha pondo-a no arco e mirando no mesmo. Novamente ele havia sumido.

— Droga. — Murmurou.

Carp olhou novamente a sua volta procurando a criatura, dessa vez tomando cuidado para olhar para cima, mas, ele parecia ter sumido. Suspirando exasperado o garoto aguardou em posição de alerta com a flecha no cordel. A tensão era tanta que um corte fora aberto em seus dedos liberando seu sangue. O cheiro pareceu atrair o escorpião que veio por trás, mas, bem a tempo Nick se virou e lançou sua flecha. O objeto bateu no rosto – ou o que seria o rosto – da criatura e nesse momento vários pedaços da couraça do mesmo começaram a rachar e logo em seguida a se quebrarem. Os olhos rubros pareceram diminuir e uma espécie de lança de várias pontas surgiu bem abaixo. Foi então que Carp se deu conta de que aquilo era uma casca, o verdadeiro monstro estava dentro. Um cão infernal.

Os olhos de Nick se arregalaram. Em toda a sua vida não ouvira nada como aquilo, nem sabia se era possível. Sacudiu sua cabeça e olhou novamente, a criatura ainda estava ali. Não era um sonho, definitivamente não. O menestréu fechou os olhos e se concentrou, puxando outra flecha e pondo-a no cordel. Os olhos do cão emitiam um brilho de divertimento e a raiva só subiu mais rápido no semideus, quase como se estivessem brincando com ele. Sem pensar duas vezes o garoto lançou sua primeira flecha, que, passou muito longe do alvo. O cão só tinha quatro patas, mas, se movia com muito mais facilidade, correndo de um lado para outro.

Carp rugiu de raiva por não conseguir mentalizar seu alvo para lançar a flecha e então lembrou-se das palavras de Quíron a não muito tempo atrás, em um de seus primeiros treinos: ”você não vê o alvo, você o faz...” Quando Nick abriu novamente seus olhos foi como estar novamente na arena, tudo estava claro e ele estava diante de três alvos com Sun em suas mãos e uma flecha reluzente. Os alvos se moviam e ele sabia que tinha de seguir a trajetória do alvo com flechas em pontos A, B e C.  Carp piscou e tudo voltou ao normal, o cão a poucos metros de onde ele estava, correndo em zigue e zague em sua direção.

A prole de Apolo sorriu maliciosamente e então – com uma grande velocidade – atirou sua primeira flecha, mentalizando o ponto A. Puxou a segunda e a terceira, lançando-as como pontos B e C. E então o cão fora atingido. Primeiro na pata dianteira, depois na espinha e, por fim, no meio da testa. Em poucos segundos ele tornou-se puro pó.

O garoto guardou seu arco e recomeçou a andar. Estava novamente ofegante e sentia o suor descer-lhe no rosto, muito embora estivesse muito frio. A aura apenas aumentava e quanto mais ele andava mais estava incerto do que viera fazer ali. Seus passos hesitavam cada vez mais e quando ele pensou em voltar foi que avistou. Pareciam ruínas de uma antiga construção, e, pela forma arquitetônica, teve certeza que era um antigo chalé, mas, qual?

— O que é isso? — Ele perguntou-se erguendo uma sobrancelha.

Agora, mais que nunca, sabia que não podia voltar atrás. Nick continuou caminhando por ali, agora toda a sua incerteza havia ficado para trás. Seus passos eram firmes e determinados. A porta do chalé era velha e estava parcialmente destruída pelo tempo. Sempre o tempo. O garoto empurrou a porta com delicadeza e ela caiu devido ao rompimento do metal que antes a sustentava. Uma onda de poeira subiu e junto com ela a aura de poder ficou mais forte. A cena que ele viu quando a poeira baixou o deixou mais surpreso que qualquer outra coisa. Dois campistas estavam frente a frente. Um deles era um filho de Melinoe e dono de tal aura. O outro parecia mais fraco, talvez um filho de Hipnos pela aura levemente atordoante e estava apavorado.

— Que está acontecendo?! — Nick perguntou, incrédulo.

— Não. Se. Meta. — Falar parecia difícil e seus olhos estavam sombrios.

Nick viu a gravidade da situação, viu que poderia morrer nas mãos daquele semideus, mas, mesmo assim, sentiu-se no dever de ajudar aquela prole de Hipnos, que parecia tão assustada ali. Uma onda de raiva tomou conta dele e então ele segurou firmemente no braço do garoto.

— Não deixarei você fazer isso.

A prole de Melinoe o olhou com fúria nos olhos e então o empurrou de forma tão brusca que Carp nem teve como se segurar. Quando deu por si estava com uma espada apontada para seu pescoço e o outro garoto o olhava se piedade. Nick então remexeu as pernas e chutou as de seu oponente fazendo-o cair e soltar sua espada. A prole de Apolo levantou-se rapidamente e chutou a arma para longe.

— Quer que seja à moda antiga? Por mim tudo bem. — Zombou seu oponente.

Então Nick sentiu as mãos do outro em seu colarinho o empurrando para a parede e fazendo-o perder o fôlego devido o impacto. A prole de Apolo tentou se soltar mas o outro era muito forte, então, aproveitou uma brecha para dar um chute no abdômen do mesmo fazendo-o se ajoelhar. Nesse momento ele deu um chute no rosto da prole de Melinoe que caiu para trás e ainda pisou em seu peito para impedir que ele se levanta-se.

— Por que está fazendo isso?! — Rugiu Nick. — Responda!

— Essa luta não é sua! — Falou a prole de Melinoe, agora afetada. — Não se meta!

— O que?! Acha mesmo que vou deixá-lo matar esse garoto?!

— Você não entende! Eu o amo! — Falou o outro, agora claramente afetado.

— O ama? E ia fazer isso com alguém que ama?! — Nick estava incrédulo.

— Não podemos ficar juntos! Ele não me quer!

— Não. — Carp tirou o pé do peito do garoto. — Amar não é isso. Quando me juntei aos menestréis eu soube que poderia sair com quantas garotas eu quisesse e só amaria uma. Pense, você pode ter todas as pessoas do mundo e não pode ter quem ama. Mas amar não significa estar junto, significa deixar o outro ir.

— C-como?

— Eu entrei aqui hoje para salvar alguém que nem conhecia, não por crédito ou por fama. Quis ajudar. Ninguém mata sem motivos. Não mate por amor. Viva.

Carp andou até a prole de Hipnos e segurou na mão dele o ajudando a levantar.

— Se deixá-lo vivo, ainda terá um pouco dele. Se matá-lo, só lembranças.

E então, ao fazer um olhar para o outro, Nick saiu dali. Ambos precisavam de um tempo. Um tempo sem nada a dizer, apenas encarando-se e deixando que as palavras fossem levadas pelo tempo. Palavras que nem um menestréu seria capaz de ouvir.

Armas:


- Sun/{Arco}[Arco feito de ouro, e que só pede ser manejado pelos filhos do deus sol. Transforma-se em um colar](Presente de reclamação de Apolo)

- Light/{Aljava}[Aljava de flechas infinitas. O tecido da mesma é resistente, não rasgando ou queimando facilmente. As flechas, por sua vez, são comuns, mas assim que tocam o alvo fazem com que o mesmo entre em combustão espontânea. Transforma-se em pingente para o colar.](Presente de reclamação de Apolo)



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Re: Don't Play with Dead People - Missão OP para Nick Carp

Mensagem por Lady Circe em Qui Dez 25, 2014 4:16 pm

Olá, Nick ^^
Ok, vamos à sua avaliação. Você narra bem, e eu particularmente gostei de sua missão. Poucos erros, uns por digitação rápida, e que podem ser evitados com uma correção. Espero nos encontrarmos de novo. No demais, meus parabéns <3
Ganhos: +2 níveis; + 100 dracmas; 
Perdas: - 10 HP/MP
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