Teste de Reclamação

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Teste de Reclamação

Mensagem por Hipnos em Qui Jul 31, 2014 6:51 pm




Ficha de Reclamação


Para participar do rpg é preciso que faça uma ficha de reclamação para um respectivo deus. Tal deus lhe beneficiara como por exemplo com poderes e presentes únicos (Presentes Progenitores Divinos e Presentes Seres da Natureza), portanto faça a escolha sabiamente. A ficha de reclamação é um teste baseado em perguntas para ver se você é merecido de ganhar sua reclamação, nem sempre você vai conseguir passar na ficha então capriche! Logo em seguida vai estar a ficha, uso de template é opcional.
Obs.: Quanto aos presentes, todos são obrigatórios.

Nome Completo:
Idade:
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Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)?
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Effie N. Woodcroth em Seg Ago 11, 2014 10:08 pm


Hello
CAN YOU HEAR ME?

Nome completo: Elizabeth Norvak Woodcroth.
Idade: 17 anos.
Deus(a) escolhido: Selene.
Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Sem muito rodeios, Selene é a deusa que mais se encaixa na história e personalidade de Elizabeth. Ademais, creio que seria interessante trabalhar com Elizabeth tendo Selene como plano de fundo.

História:
Elizabeth Norvak nasceu em Marshela, uma das cidades mais populosas, pobres e perigosas da França. Seu pai era um homem que ,na maioria do tempo estava desempregado, e que sofria de alcoolismo. Sua mãe estava desaparecida e seu padastro era um homem violento que permanecia todos os dias em casa fumando e assistindo televisão. Effie, como foi apelidada, sofreu maus tratos até os cinco anos de idade, quando foi levada pelo serviço social e virou politicamente órfã.

Após ser transferida para um grande orfanato em Paris, a garota demonstrou pouca ou nenhuma interação social e rapidamente foi diagnosticada com Mutismo Seletivo. Por causa do distúrbio,embora ela falasse e compreendesse a linguagem, não o fazia em certas situações sociais, quando é o que se esperava da garota. Por causa do distúrbio, poucas pessoas tinham paciência para ela e ninguém se interessava em adotar uma criança problemática. Reconhecendo que Effie precisava de atenção especial, foi transferida para outro orfanato, sendo que este tinha como principal objetivo crianças com distúrbios mentais, assim como ela. Lá, a garota aprendeu a controlar parcialmente suas habilidades para com as outras pessoas e se desenvolver superficialmente.

Com sete anos, suas características depressivas começaram a surgir junto com o sadismo. No começo aquilo lhe perturbou, deixando-a com insônia e pesadelos, porém com o tempo ela descobriu que apreciava aquele prazer em forma de dor. Ela tentou ir para psicólogos e especialistas, mas nada adiantava, pois sempre permanecia calada.

Finalmente, com quatorze anos, um casal de estrangeiros diplomatas da Alemanha, ao visitar o orfanato onde Elizabeth estava, começaram a apreciar suas habilidades artísticas e independente de seus distúrbios, decidiram a adotar definitivamente. Aquela foi a primeira prova de amor e família que garota vira em tudo sua vida e embora ignorasse o ambiente na maioria do tempo, ela gostou deles.

A morena passou a morar em Berlim, sob a atenção do serviço social Francês, e com seus novos pais aprendeu a falar alemão, voltando também a cursar uma Academia católica. Com eles, ela também adotou o sobrenome Woodcroth. Seu estado começou a melhorar depois de anos, porém tudo foi estragado quando mudou para os EUA com os pais.

Teve seu primeiro contato com o mundo dos semideuses após ser atacada por duas harpias enquanto voltava para casa. A partir dali, o destino a levou até o Acampamento Meio Sangue.

Presentes de reclamação escolhidos:
- Eye-Glass Magic/{Luneta}[Uma luneta mágica prateada que pode se transformar em diferentes armas, dependendo das fases da lua, ela pode se transformar em:

Lua Minguante: Espada de prata, capaz de ferir monstros e mortais.

Lua Crescente: Uma adaga de prata, ela fere monstros e mortais.

Lua Cheia: Um machado de prata que fere monstros e mortais.

Lua Nova: Se transforma em um arco de prata, que não necessita de flechas, basta puxar uma corda imaginária que uma flecha de luz prateada. Fere qualquer tipo de criatura.](Presente de reclamação de Selene)

- Sword Moon/{Espada}[Uma espada prateada que fere tanto mortais quanto monstros. A luz da lua aumenta o dano dos ataques em 25%.](Presente de reclamação de Selene)
  


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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Lady Circe em Ter Ago 12, 2014 2:34 pm

Aprovada. Seja bem vinda, filha de Selene!
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nadia Wolff Hömenneg em Qua Ago 27, 2014 7:46 pm

tell the world i'm coming home
Nome Completo: Nadia Anya Wolff Hömenneg

Idade: 16 anos

Deus Escolhido: Melinoe.

Motivo: Então, acho que essa pergunta será respondida com a história. Não quero fazer a encheção de saco básica dessa pergunta, então leiam aí em baixo e vocês definitivamente vão entender.

It was all so strange,
And so surreal,
That a ghost should be so practical.
Era uma noite de tormenta na capital alemã, Berlim, quando o famoso casal Liesel Wolff e Nickolas Hömenneg deu à luz ao par de filhos gêmeos tão esperados. Liesel e Nickolas eram parte do que restara da nobreza do país e, portanto, o nascimento de seus herdeiros fora um evento coberto ao vivo por toda rede televisiva nacional - incluindo algumas internacionais curiosas. Todos queriam ver em primeira mão as feições angelicais dos bebês mais famosos de toda Alemanha, Nadia e Caine Hömenneg. O que poucos sabiam, a verdade, era que os bebês não eram filhos de Liesel, eram frutos de um caso de Nickolas com uma mulher misteriosa. Melinoe cof

Várias histórias da gravidez misteriosa passavam de boca a boca, seguidas de rumores à respeito das crianças - os gêmeos pareciam cadáveres, corpos inertes e frios, em sua primeira aparição pública. As mentes mais supersticiosas acreditavam que os problemas que ocorreram no hospital foram ocasionados pela data em questão: era 31 de outubro, o único dia do ano em que a linha tênue que separava o mundo espiritual do mundo dos vivos era interrompida, e os mortos conseguiam caminhar junto aos humanos. As enfermeiras entraram em pânico. Assim iniciou-se boatos de que os irmãos Wolff foram possuídos pelo mal, de que eram produto do sobrenatural.

x x x
Os relatos à seguir foram retirados dos arquivos de admissão da paciente A-937 {N. HÖMENNEG} do Centro Psiquiátrico Beatrice Winchowski - CPBW.
Tudo começou com um clarão. Primeiro eu pensei que fosse um incêndio na cabine do comandante, ou algo do gênero, porém, assim que não senti o calor das chamas, minha mente começou a procurar explicações mais amplas. Extraterrestres, talvez. Naquele momento poderia ser até mesmo o juízo final, quem sabe; Só consigo afirmar que tudo começou com um clarão.

Na hora havia tanto barulho que eu mal conseguia ouvir meus pensamentos. Aeromoças tentavam manter a calma dos passageiros, mesmo que o terror sobre o conhecimento de que iam morrer estivesse estampado seus rostos, uma criança berrava ao fundo e o comandante repetia informações sem parar no comunicador. Era um caos. Lembro-me de ter olhado para as poltronas espaçosas da primeira classe ao meu lado e ver minha mãe chorar. Ela também parecia saber que iríamos morrer. Papai segurava sua mão, ele mesmo segurando as lágrimas de pavor, e gritava sem parar algo como "Eu amo vocês. Eu amo vocês. Eu amo vocês". Caine, sentado ao meu lado, fazia o mesmo que eu: olhava ao redor e tentava entender que diabos estava acontecendo.

O avião começou a balançar loucamente, como uma máquina de lavar roupas quebrada dançando pelo chão. As malas começaram a cair, os compartimentos de bagagem se abrindo devido o movimento. As máscaras de oxigênio balançavam sobre a minha cabeça, zombando de mim. Em algum momento uma maleta voou para cima de mim, acertando-me em cheio. Tudo o que consigo recordar foi de ter apagado depois disso. Não sei de mais nada.


[Dra. Georgia Elspeth: E depois, Nadia? Conte-nos sobre o que aconteceu depois que você acordou, por favor.]

Eu... Eu não sei...

[Dra. Georgia Elspeth: Tente se concentrar, querida.]

Eu não posso falar, eles me avisaram que eu não posso contar à ninguém, ou iriam me matar. Não quero acabar como eles, não quero morrer... Por favor, não me obrigue à dizer...

[Dra. Georgia Elspeth: Nós vamos te proteger, ninguém lhe fará mal. Tem a minha palavra.]

Você precisa saber, não está segura. Então, vamos lá.

Assim que abri meus olhos, não conseguia me lembrar de onde estava, ou do que estava acontecendo. Após analisar o ambiente ao meu redor, fiquei ainda mais confusa. Estava deitada em uma clareira de alguma floresta desconhecida. Mais tarde, fiquei sabendo que se localizava ao norte do Canadá. As pequenas plantas que me rodeavam estavam queimando e tudo que consegui pensar foi em como seria uma pena perder tanta biodiversidade. Eu sei, um pensamento fútil para uma situação tão crucial, porém estava desesperada para tirar minha mente do que veria à seguir. Fogo. Destruição. Metal para todo lado.

O enorme avião de cruzeiro estava partido no meio, as turbinas ainda funcionando.  Enormes faíscas voavam para todo lado e gritos de agonia podiam ser ouvidos vindos dos entulhos. Tentei me sentar e me acalmar, porém fui distraída pela visão de sangue. O meu sangue. Um pedaço de metal partido estava enfiado em meu pulso direito, e, embora não sentisse dor, o ferimento sangrava loucamente. Recordo-me de ter arrancado o destroço sem dificuldade e sem sofrimento, como se estivesse tirando um band-aid. Acho que minha dor estava sendo camuflada pela adrenalina ou algo assim. Pouco importa.

Antes de conseguir me levantar para procurar minha família, um barulho ritmado encheu meus ouvidos, mantendo-me presa no lugar. Parecia o som de vários pés batendo no chão, como um exército. Voltei-me para os limites da clareira com o bosque, vi centenas de pessoas translúcidas se aproximando. Seus olhos eram brancos, sem íris, e suas bocas proferiam palavras sem som. Eram eles, os passageiros do meu vôo. Sem perceber, comecei a chorar. Mamãe, papai e Caine estavam entre os seres; e foi assim que a compreensão me chocou: estavam mortos, todos eles. Estavam vindo atrás de mim, para me fazer pagar por  ter sobrevivido.

ELES ESTÃO VINDO ME PEGAR! ME TIREM DAQUI! PRECISO FUGIR! VAMOS TODOS MORRER, ELES NÃO TEMEM A ESCURIDÃO, SÃO FILHOS DELA! SOCORRO! ME. TIREM. DAQUI!


[Dra. Georgia Elspeth: Enfermeiros, sedem-na e tirem-na daqui. Isso é o suficiente. Ela está louca, até que consigamos contatar sua família a internação deve ser imediata.]

x x x
Depois do acidente de avião em que perdera os pais e o irmão, o mundo de Nadia caiu. Por nunca ter ligado para os bens materiais que seu dinheiro podia comprar, os presentes enviados por fãs da família Wolff e almas caridosas que também perderam entes queridos no vôo 5678 de Quebec à Berlim não faziam diferença para a menina. Tudo o queria era estar nos braços de sua família novamente, e isso não seria possível. Perder alguém próximo já é difícil, imagine três, e tendo apenas treze anos. Para o resto do mundo isso foi motivo suficiente para que a queridinha alemã fosse internada numa instituição de recuperação, foi uma explicação plausível e segura. Pena que era mentira.

Após sobreviver à uma queda que matou 350 pessoas - sem contar a equipe de pilotos e atendentes - uma parte dela morreu, e outra acordou. Nadia conseguia ver e se comunicar com os mortos, mesmo contra sua vontade. Seria atormentada por vozes que não podiam ser caladas pelo resto de sua vida.

Assim que o resgate dos bombeiros a encontrou ilesa no meio dos corpos queimados, pensaram que era um milagre. Até ouvirem-na delirar. A alemã gritava e esperneava, se debatia com medo de pessoas que não estavam ali e monstros que a perseguiam. A única opção foi enviá-la diretamente para o Centro Psiquiátrico Beatrice Winchowski, um dos melhores hospitais psiquiátricos da América Central.

Nadia esteve sob tratamento intensivo por longos três anos, contra sua vontade. O CPBW (apelido "carinhoso" do hospital) tentava ao máximo se parecer com um colégio interno: possuía uma rotina regular de aulas (as quais Hömenneg sempre se destacou), atividades eletivas e um grande refeitório. Até seria um local agradável, se não fossem os gritos no meio da noite, as terapias malucas e a terrível solitária - um quarto longe de tudo e todos com as paredes acolchoadas, onde os pacientes eram trancados nas tradicionais camisas de força. A experiência em si devia ser traumatizante para um paciente comum, mas, para Nadia, era um inferno, já que convivia também com os espíritos de todos aqueles que morreram no centro.

Foram nas horas de ócio do tratamento em que a menina desenhava. Desde pequena tivera um toque artístico notável, era muito talentosa. Após muito insistir conseguira permissão para guardar consigo um bloco grosso de desenho, com a capa de couro preta simples, e um estojo com vários pedaços de grafite para rabiscar. Nadia andava para cima e para baixo com seu "diário", combatendo sua natureza pacífica para espancar qualquer um que tentava roubá-lo. Outra habilidade que aprimorou no seu tempo de "louca" foi a de hacker. À noite gostava de invadir o laboratório de informática e trabalhava em seu pequeno projeto secreto: ajudar mulheres que desconfiavam do marido, invadindo seus registros bancários e contas de e-mail e redes sociais. Três anos foram o suficiente para se tornar uma mestre em computadores, aprender tudo sozinha e ganhar dinheiro por sua conta. A renda obtida ia para uma conta secreta criada também pelo computador, e estava destinada à uma futura fuga do estabelecimento.

Assim que foi libertada do hospital, passou a morar com a avó materna que vivia em Nova York. Magda Hömenneg fugira da Alemanha logo que o filho ficou velho o bastante para se virar sozinho. Assim que ouviu os relatos da ficha de Nadia, explicou à neta a história complicada de Nickolas. O homem contara sobre o caso misterioso que estava tendo para mãe, explicando histórias ridículas sobre mitologia grega e a deusa fantasma. Magda não acreditou em nada, obviamente, porém, um dia após o nascimento dos gêmeos, a suposta Melinoe viera lhe visitar e avisar que, dezesseis anos no futuro, teria de acolher a neta. Era seu dever levá-la até o Acampamento Meio Sangue.

Enquanto dirigiam até Long Island, Magda ainda contou uma última coisa à menina: a pobrezinha era uma jovem amaldiçoada pelos Deuses. Estava fadada a ver os mortos constantemente, tendo como principal objetivo ajudá-los a resolver seus problemas no mundo dos vivos para poderem partir aos campos do mundo inferior. Sem mais detalhes - a avó avisou-a que mais esclarecimentos seriam dados no futuro - largou Nadia no Acampamento e partiu, deixando-a só em um mundo completamente novo.

OBSERVAÇÕES FINAIS:
No final da história eu cito uma maldição dada à Nadia pelos deuses. Primeiramente gostaria de pedir permissão dos ADM's para ter essa maldição, já que um dom tão poderoso quanto ver os mortos o tempo todo viria após algum tempo de treinamento. Essa maldição faz parte da trama da personagem (como podem perceber, já que ela cita toda hora sobre os mortos que viu no acidente e depois disso).

Caso aceitem meu pedido, escreverei uma descrição detalhada explicando-a para colocarem no meu perfil e em futuras missões. O motivo da maldição será explicado em missões no futuro, feitas especialmente para isso. Caso queiram saber de ante-mão, basta me contatar por MP que explico sem problemas.

Já aviso que a maldição foi criada por uma deusa rival de Melinoe, e a deusa fantasma - que sente um carinho muito grande por Nadia - faz tudo que pode para tornar o fardo mais leve para a filha.

Sei que parece confuso, então podem me contatar para dúvidas. por favor considerem meu pedido.
Grata, Panda.
primeiro post, ficou um lixo, masok


Última edição por Nadia Wolff Hömenneg em Qua Ago 27, 2014 8:27 pm, editado 1 vez(es) (Razão : vi uns erros gritantes de digitação no último parágrafo e me deu TOC.)
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Qua Ago 27, 2014 8:16 pm



~Avaliação

Nadia sua ficha me deixou perplexa, não houveram erros gritantes, o texto não foi nem um pouco cansativo e foi uma das melhores histórias que já li até hoje. Quanto a maldição peço que envie-me por MP.
~Att

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Barbara E. Hentschke em Qua Ago 27, 2014 9:19 pm





reclamation form




Nome: Barbara Endonae Hentschke.
Idade: 17 anos.
Deus escolhido: Hipnos.

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Sem mais delongas, Hipnos é o deus que mais se adequa à história e personalidade da russa. É estranhamente tentador saber que não consegue-se resistir aos poderes de Hipnos. Entra-se em contato direto com as emoções; é como abrir uma janela para estabelecer um diálogo com o inconsciente. Uma vez conectado, fica-se à mercê desses estados de espírito. De forma semelhante, Barbara parece usar de seus poderes para fazer os outros ficarem a sua mercê. A voz rouca e arrastada dá a impressão de que a moça acabou de acordar; as solas das botas arrastam-se em um caminhar lento e traiçoeiro. Parece que há qualquer momento, o corpo magro irá de encontro ao chão e Barbie dormirá. Diferente de seus irmãos, a morena tenta manter-se de pé, tentando escapar de sono que lhe é característico. Assim, é comum vê-la com óculos escuros no rosto e diversos maços de cigarros. Barbara acha que o fumo é um anestésico para o seu sono crônico. Caso você seja descuidado, poderá levar-se pela persuasão da garota, e, uma vez dentro do seu poder, é quase impossível resistir a um simples fechar de olhos.

História: O passado para ela é como uma névoa; densa, esbranquiçada e cheia de retalhos desconhecidos. A neve parecia combinar perfeitamente com a névoa que dispersava seus pensamentos, onde ironicamente contrastava com os gritos e tiros dos homens fardados em uma distância segura de si. Os militares pareciam formigas; dispersavam-se com uma velocidade impressionante cada vez que Barbara avançava pela neve cálida e pura.

Ela não entendia como, na maioria das vezes, sempre conseguia ser o alvo daqueles homens. Parecia ser uma habilidade estranhamente bizarra saber que ela era o principal alvo dos fardados. Naquele dia, entretanto, a garota percebeu que não poderia mais ficar naquele local. Local onde as pessoas claramente não gostavam de si. Quando os seus poderes começaram a dançar para fora de seu corpo, tomando a realidade, Barbara passou a ser chamada de aberração, toda vez que utilizava de sua persuasão para com os demais. Logicamente, os cidadãos comuns daquele vilarejo possuíam uma mentalidade retrógrada, afundada na crença de que o sobrenatural – qualquer que fosse a sua origem – era passível de punição, sem acordo entre ambas as partes.

Assim, quando as primeiras vozes romperam o silêncio do amanhecer, algo no fundo de sua alma rugiu, alertando-a de algo estava profundamente fora dos eixos. Um calafrio correu pela espinha, conduzindo o corpo franzino para fora da cama. Os pensamentos sumiram, transformando-se em ações. A morena caçou tudo o que poderia levar da pequena casa, colocando o que podia na maleta que estava guardada embaixo da cama. Os gritos passaram para estrondos enquanto ela jogava as roupas e pertences na mala, não se esquecendo de seu casaco. Correu para a entrada secundária, que dava para os fundos da casa. Simultaneamente, a porta principal fora arrombada enquanto ela sentia o vento frio bater em seu rosto, começando a correr pela neve que caia.

(...)
Whotn parecia em chamas, atordoada pelas labaredas vermelhas em todos os lugares possíveis. Mesmo assim era possível ouvir as vozes enlouquecidas dos habilidades dali, na qual a garota conhecia muito bem. Os tiros ecoavam na praça central, soando tão alegres quantos os seus atiradores. E Barbara estava amarrada no parte central da praça,sendo a única realmente consumida pelo fogo.

Era o mesmo sonho desde que chegara em solo americano. Por mais que ela tentasse esquecer, não conseguia. Todas as noites, o que deveria ser descanso de um dia agitado de trabalho tornava-se um pesadelo macabro e cheio de feridas. Já estava vivendo ali há alguns meses, tendo conseguido se mudar após contactar antigos parceiros. Ela poderia se considerar feliz, pois sua vida era mais tranquila em Boston. Contudo, antes que pudesse se acostumar com aquela tranquilidade, o passado bateu em sua porta. Em uma manhã fria de inverno a garota recebera um pacote em sua porta. Ao observar o que estava dentro do embrulho, arrependeu-se imediatamente de ter feito tal ato. Dentro da caixa, estava um fotografia. O cenário? Barbara e os pais diante da entrada do pequeno vilarejo russo.

Era mais do que óbvio que ela estava sendo novamente ameaçada. Daquela vez, ela prometera para si mesma que não seria colocada contra a parede. Com as malas arrumadas, a garota rumou para fora da casa onde morava. O que ela não esperava, entretanto, era que outros estavam atrás de si. Daquela vez, não eram militares, mas sim duas harpias. O ataque ocorrerá enquanto a morena rumava para o Aeroporto. No caminho até lá, a semideusa infelizmente encontrou o par de monstros, onde as mesmas alegavam que a morena era filha de um deus e uma mortal. A luta durou pouco, considerando o fato de que ela fora ajudada por outro ser. Ao final, descobriu que o seu ajudante era um sátiro e que o mesmo estava a procura de novos meios-sangues para um tal de Acampamento. Sem ter muitas opções, a garota aceitou o pequeno convite feito pelo sátiro, rumando com ele para Long Island.


valeu @ cács!

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Hipnos em Qua Ago 27, 2014 9:26 pm



Avaliação

Bar adorei sua ficha, ficou boa em vários sentidos. Só não gostei de você ter enchido de linguiça, meus filhos não são assim.

Sem mais delongas, aprovada..
~Att


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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Louise Capelotti Alonzo em Sab Out 11, 2014 6:54 pm



Louise


Nome: Louise Capelotti Alonzo

Idade: 18 Anos

Deus escolhido: Deimos, Deus do Pânico. 

Motivo da Escolha:

Isso começou em outros fóruns quando comecei a ler a história do progenitor de uma das minhas outras personagens (Ares)  onde declarava que o mesmo tivera dois filhos caraterizados como ajudantes e também que ressaltassem fragmentos diferentes como o medo e o pânico. Dias depois pensei nitidamente se valia sim ou não criar uma personagem filha deste Deus e assim pude concluir que seria legal uma nova experiência a passar.  Deimos acabou se tornando um de meus progenitores e um dos divinos prediletos para mim. Por isto, minha escolha justamente for por isso: 1- trilhar um novo começo com um novo Deus. 2- Eles era o meu predileto e um dos mais historiadores e bom para explorar ao máximo e formar um psicológico de Louise mais parecido com a de um “Serial Killer” .





Basílica de São Marcos-Itália-Veneza



Sob a imagem da arquitetura bizantina uma jovem de longos cabelos negruscos se aproximava de uma marca expensa da faixa santa logo junto aos padres e frades que cantarolavam o hino de louvor. O longo tecido preto logo mostrava a beleza definida das curvas da bela mulher que caminhava com cautela e com a respiração ofegante logo via ao fim do corredor um jovem rapaz vestido com uma longa túnica e junto aquilo uma estola comprida do tom mascavo. Os olhos esverdeados se elevaram junto a moça e o rapaz e assim ambos sorriram um para o outro:



– Olá minha jovem…-Cumprimentou o homem de cabelos negros e pele branca encarando num olhar simpático a jovem donzela.

– Olá, senhor… Kovalhuk perdão encomoda-lo, mas vi que…-Murmurou em resposta Elizabeth  Cliffe uma das “carmelitas” da basílica. Por uns instantes o olhar de Carlos Kovalhuk fintaram nas mãos de Beth (apelido) e após em seus seios.



–Diga mais nada… Minha cara… És Elizabeth certo? A vi no outro dia com a noviça Marylene. E devo dizer que tem uma beleza engrandecedora… Se me permite poderia me acompanhar para perto do altar gostaria de falar melhor com você.-Convidou generosamente o padre de cabelos escuros. Com um gesto simples a mesma dizia baixo que sim e ia seguindo os comandos do “Pontífice”. Quando ambos ficaram de frente com o extenso receptáculo de Jesus Cristo, Carlos tocou na nuca da mulher e assim a puxou para dentro do oratório e assim a despiu e deu inicio a uma série de beijos e de toques acalorados. Um tanto atordoada a mesma nervosa se encostou na parede e olhou a feição séria e maligna do homem e assim fez questão de questionar:





–Por favor Carlos… Você é um padre o… O que é isto? -Disse amedrontada a moça nua. O tal retirava a batina e mexia os ombros assim deixando cair uma camada negra que encobria todo seu corpo. 


Sob a tarde e noite recaiu os gemidos e a cena melancólica que se tornou um pesadelo para a garota, a noite e ao sacerdote um delírio fez com que as imagens dos santos ao envolvo entristecessem.  Beijos sufocosos e a masturbação conturbadora fez o prazer monótomo se tomar. As velas do recinto se apagavam e o altar se manchou de sangue a curva do corpo curvilineo da jovem moça fez o rapaz parar na intimidade. De repente naquela escuridão retumbante um raio pequeno de luz restringiu invadindo o espaço. O orgasmo chegou! A mulher prazerosamente aproveitava tudo aquilo até cair no sono. 



No dia seguinte…



Os raios solares infiltravam nos vitrais coloridos com a imagem dos santos esculpidas. Os padres que rezavam a missa logo cedo iam andejando num rito de oração.  As mãos brancas logo espalmavam o imenso portão de madeira assim abrindo-o. O cordel que estava trajando um chapéu preto logo tirava assim reverenciando as imagens e contemplando os lustres. Ao ver pode detrás dos véus e mulher coberta de semêm e enrolada na toalha o mesmo berrou alto e fez a cruz no corpo. Sonolenta Elizabeth se virou e abriu os olhos. A tonalidade azul logo ficou preta e tomando um susto a mesma se enrolou na manta sagrada olhando o monsenhor:



– Me des… – Mal ela completou a frase e o homem caiu de joelhos e elevou as mãos ao rosto.  Apavorada então a mulher saiu da catedral e bem de frente olhou o céu respingando sangue. O povo que andava com cautela notou a baixaria e desrespeito tido por parte daquela e assim a começaram apedreja-la. 



Anos Depois…



Como todo o bom tempo sempre insiste em passar, Elizabeth carregou por 9 meses uma menina em seu rebento. Já no hospital os gritos ecoavam fazendo os equipamentos tremerem e os médicos pasmos nunca haviam visto uma nascimento tão diferente. O suor grudava os cabelos ébano da mulher a sua testa. As mãos apertava o colchonete os lábios eram intensamente mordidos.  Horas depois no colo da morena uma menininha sorria… Era ruivinha estranhamente os cabelos pareciam não puxar os da mãe. Já os olhos pareciam que o céu despencou em um par de olhos. Gracejada pelo riso, a mesma pensou num nome e assim seria Louise… Sim era simples de fato, mas era um elogio para os ouvidos da mãe.



Sob a Noite…



A noite caiu-se e na encubadora a  menininha dormia calmamente enquanto isto, a mãe deitada na maca ouvia uns ruídos que a deixavam como dizemos? Conturbadores. As luzes apagavam e depois acendiam as janelas tremiam e o hospital parecia assombrado:



– POR FAVOR…. ALGUÉM? ESTA AÍ? – Gritou a mãe olhando para a porta. A maçaneta vibrou duas vezes e logo tudo parou. Respirando com mais profundidade assim relaxando a mulher pegou o controle da TV do quarto e depositou-o bem ao lado da cama e se virou de volta a imagem do padre que abusou da mesma ficava ao lado:



– Você… – Falou ela tremendo. – SOCORRO!!! – Gritou. 

– Quanto tempo, não? Melhor calar a boca antes que lhe mate aqui mesmo… Me parece que na única noite que estive na terra… –Murmurou o homem andejando até o outro lado vendo a criança. – Resultou num criança… Bonita de fato, mas…

– Não toque nela! – Exclamou a marinheira de primeira viagem. O homem que antes fecundou sorrateiramente a outrem colocou o palmo esquerdo no rosto da menina e assim fez uma marca pequena em suas costas e depois pulou pela janela meia-aberta.

Os olhos se arregalaram e um recado fora deixado escrito no vidro da janela:



“Prepare-se que no futuro virei busca-la…” – Lendo palavra por palavras, Elizabeth jurou eternamente que não deixaria de forma alguma aquele homem visse a menina quando crescesse. Um chorinho manhoso fez a moça chorar preocupada e assim os dias da maternidade poderiam acabar. 



3 Anos depois- O primeiro passo do bebe.

Sorrisos, músicas, doces e fraldas… Sim a nova rotina da ex-madre mudou radicalmente. Próximo ao berço a criança brincava com as peças de montar e depois fintava o seu olhar na porta de madeira. Lá, os pés de um homem estavam a mostra juntamente coma ponta de uma espada:



“– Louise… Louise… Venha… Venha…” – O timbre masculino falou num tom sublime. E engatinhando a menina ria em direção do tal.



“– Levante-se vamos, ande eu sei que consegue…” – Incentivou o pai divino. O jovem misterioso era Deimos, o Deus do pânico do Mito grego. Reza-se a lenda que durante datado uma das décadas cada Deus vão a terra e tem uma criança com um dos mortais. Este destinado a viver uma vida cheia de aventuras poderá ter uma vida normal ou pelo menos até uma certa idade atingida, muitos deverão ir a uma capamento localizado em Long Island onde terão todas especializações coguinitivas e também o apoio de pessoas assim como elas tiveram o mesmo destino traçado. Louise logo se levantava e ia até a porta de pé. Liz que encontrou a menina parada na frente da porta ia na mesma direção e a pegava no colo contente em ver os primeiros passos. A visão de Deimos humana desapareceu. No inverno de Veneza tudo ficava rigoroso. A brisa noturna gélida refletia e convertia-se em minis floquinhos que caia no chão das ruas, praças e mais que poderia acontecer. A lareira estava acesa. A moça costurava e tricotava um cachecol vermelho, perfeito para a filha e no quarto num andar acima, Louise cochilava. A imagem se projetou dias depois para Elizabeth a ameaçando:



– Eu disse que iria busca-la… Elizabeth! – Falou Deimos chegando perto da mulher.

– Não por favor… Já não basta fazer aquilo que fez num local sagrado? E para que? Você vive numa igreja…

– Acha mesmo? Aquilo que houve na catedral… Foi planejado e acha mesmo que eu era um padre? – Questionou num balance o Deus. Pensativa ela se entreolhou e olhou as escadas com medo de que ele fosse um maniaco e subisse as escadarias:



– Se não é um padre… Então o que fazia naquele lugar, naquela noite? – Rebateu a pergunta ela. Ele se virou de costas e pegou a agulha e assim escreveu em seu próprio braço: “Deimos” – A palavra lida por Liz fez ela ter medo e dar um passo para trás derrubando um rádio pequeno que ela houvia os clássicos e assim encostar-se numa parede. O tremor irrelevante levou a casa a parar no tempo. Deimos trouxe a mulher para perto do bebe e virou as suas costas. A marca fez a outra ficar de boca aberta e assim a divindade sumira outra vez como o vento e deixava os múrmuros mais altos. 


No dia seguinte, as duas haviam marcado de dar um passeio bem na praça de San Polo para verem as águas novas que banhavam o chafaris. Lou (apelido da personagem) estava com um chapéu vermelho juntamente com um vestidinho de mesma cor, Elizabeth se despojava com um longo vestido floral  e os cabelos longos cacheados. Chegando lá, mabas se sentaram num banco e como aquele dia não estava de se jogar fora, a mesma foi encarecidamente comprar um sorvete para a filha. Ao distanciar-se por um momento, a criança desceu do banco e foi em direção a água. Logo a volta da mãe a mesma visionou que a própria filha havia desaparecido e assim ficava desesperada vagando a merce da praça vendo que o movimento daquele dia estava um caos comparado aos outros. De repente, no meio do tumultuo ela mesma observou um clarão no meio das pessoas que caminhavam a tal pudera ver a imagem do Deus que a amedrontou com uma criança no colo. Horrorizada, mais uma vez ela podê fazer um escândalo assim fazendo todos desviarem olhares, mas nada viram. Minutos depois novamente a menina estava perto dela e por si só viu um detalhe diferente, um dos olhos estavam como se estivessem tatuados com uma marca sombria de uma cadeira de rodas e uma menininha de cabeça baixa. Levada a pensar nas mil maldições que o ex poderia jogar Liz, resolveu leva-la para casa e lá mante-la no entanto, salva. 



15 Anos Depois- O primeiro Sinal- Poso na Catedral de São Marcos-Veneza

Um pequeno grupo de jovens bem pequeno vagava pelas ruas de Veneza lgo após terem uma aula longa e cansativa de Biologia. Dentre estes membros uma jovenzinha ruiva de olhos azulados destacava-se com uma imaginação mais imperativa comparada ao ouros dentre os 5 meninos e meninas:



–  Louise esta tudo bem? –  Perguntou, uma das garotas assim cutucando o braço da moça. Entre quatro quarteirões ou mais de onde Paolo Veneziano estudou e se fez um consagrado artista. Os uniformes marrons e as gravatas vermelhas destacavam as novas curvas que foram modelando o corpo de Louise  ao passar bem a frente da Catedral, a tal ouvia uma música calma que a seduzia atentamente. Ao virar o rosto para dentro do local o homem que há anos a via de longe e que chegou a pega-la no colo, chamava-a com as mãos com delicadeza:



–  Sim, sim esta tudo ótimo Annabelle! Acho que vou entrar.. Aquele homem esta me chamando olhe… –  Murmurou Lou, apontando com um de seus dedos em direção do varão de roupas negras.

–  Louise, não tem ninguém ali! –  Respondeu a amiga olhando a mesma estranhamente. – Você precisa tomar um sol, esta ficando louca… –  Concluí Anna. Dando ombros Louise empurrou a porta para o lado e assim entrou segurando sua bolsa. O rapaz que estava sentado na cadeira logo desaparecia. Os lustres estremeciam e as cortinas voavam. Os vultos passavam tão ligeiros que no instante a própria só podê ver apenas manchas pretas marcando o ar. De prontidão o Deus que a chamava ficava bem acima dos espectrais santos com uma cruz em mãos:



– A que devo a honra, Louise? 

– Sabe meu nome? Como? Am, vim aqui somente pelo fato que me chamou senhor, mas já estou de retirada… – Disse sem graça a garota. Ele logo desceu ao chão em um só pulo e ficou de frente com ela assim puxando com uma de suas mãos o queixo da tal. 

–  Não precisa ir embora… Sente-se comigo para tomar um vinho… –  Convidou ele pegando nos braços da menina. Estranhando-o ela puxou o braço e mostrou o dedo do meio ao mesmo e assim saia em direção rumo a rua. Com ódio o repulsivo Deus fechou os olhos e respirou profundamente. Como nunca tivera nenhuma vocação paterna Deimos, nem mesmo pela sua filha teria piedade. Atravessando a rua, a garota acabou sendo atropelada por um bonde e por obra do próprio a mesma ficou ao chão com as duas pernas sangrando. Deliciando-se com a cena ele tornou a revê-la ao chão e com um celular que tirava do bolso e logo condiria na breve lista telefônica na palavra M. Lá continha o telefone da mãe e então, discou ligando para “madre”:



– Alô! – Falou ele.

– Alô, com que eu falo? – Respondeu a outra progenitora atendendo o telefone com a mão coberta por um pano de louça. 

– Olá, gostaria de saber se a senhora é a mãe de Louise Capelotti… É  senhora mesmo? – Perguntou Deimos disfarçando sua voz no aparelho. Preocupada de fato, Elizabeth já se preparava para o pior. Lentamente e sentindo uma leve dor nas costas ela se sentou no sofá ao lado e colocou o pano sob as pernas e assim ficou a espera de uma reposta do outro lado da linha.

– Sim sou eu mesma… O que houve com minha filha? – Inquiriu ela. 

– Ela sofreu um acidente e peço que vá direto ao hospital daqui de Veneza, levarei ela até lá, mas por favor vá antes que seja tarde… – Ao ouvir o fim ela derrubava o telefone ao chão e ficava perplexa.









No hospital…



Corredores, macas, sangue e muito choro encobria as labaredas do hospital de Veneza e Elizabeth que corria desesperada e desaforadamente empurrava todos os paramédicos e também enfermeiros em busca de sua prole. A sala tinha uma marca inesquecível o número “21” de vermelho brilhava ressaltando o vidro.  Os marcados pelas lágrimas transmitiam  dor de ver a menina desacordada bem acima de uma cama de hospital com a boca sangrando e os olhos fechados:



– Por favor Doutor, mas aquela garotinha esta bem? Sou a mãe dela e muito prazer sou a senhora Alonzo. – Perguntou e ao mesmo tempo apresentou-se educadamente a mãe. 

– A sim mãe da mocinha lá dentro, gostaria que me acompanhasse até minha sala por favor.

– Sim, claro. – O silêncio predominou a sala branca e com os dois caldos o médico resolveu tomar iniciativa assim mostrando uma chapa num quadro branco. Analisando os ossos e tudo mais Elizabeth colocou a mão acima da boca esperando, o dito do médico:



– Não sei bem como dizer, senhora Alonzo, mas sua filha deu sorte neste acidente… Ela ficará paraplégica pelo fato de, olhe aqui...– Por um minuto o mesmo apontou uma espécie de vareta de metal em direção do refletor e mostrou a cintura da menina chapeada. 

– Ela… Não poderá mais andar? Mas só foi uma batida doutor… – Chora a tal olhando a imagem. 

– Sim, porém apresentou um grave quadro no… – O mesmo mal completou a frase e logo uma das enfermeiras bateram na porta.

– Am, Senhor Bernadoni, a paciente da sala vermelha já esta na cadeira… – Assim fechou brevemente a porta. Dando o sinal o homem abriu a porta e deixou a senhora passar.

...

Na sala, a menina olhava para o chão com as lágrimas acumuladas aos olhos caíam no trage do hospital e com a cabeça baixa os cabelos vermelhos escorriam e a tristeza também. Mas isso não era a única coisa que a intimidava, a voz do padre que encontrou ecoava em sua mente sendo um tormento era como se, o pesadelo de 5 minutos fosse recapitulando como o demônio fazia para torturar suas vítimas. A mulher que agerou se jogava ao chão pegando nas duas mãos da filha assim as unindo e depois, beijando-as:





–  Filha eu sinto muito é tudo culpa minha… – Sussurrou Elizabeth chorando ao colo da  filha. Sem nenhum toque a mesma fechou os olhos e uma gota caiu nos cabelos desgrenhados da morena:

– Não mãe… Tudo culpa minha, aquela voz, aquele rosto… – Lamentando-se Louise deu um grito que assustou tanto quem estava do lado de dentro do quarto quanto de fora se assustasse. Assustada assim como dito cujo, a geradora olhou ela com pavor e sentiu a mesma frieza do dia em que a outra fora concebida, seria aquela a energia maligna que também emanava do pai? Sim, em outras questões era. Era o medo… O medo da insegurança que a rodeava desde que nasceu e agora impossibilitada de andar, Lou poderia se sentir sem vida ou sem nem mesmo o espírito que conta para sua vida… O que mais assegurava uma adolescente de apenas 18 anos? Aproveitar a vida? Namorar? ser mãe cedo? NÃO. A depressão. 



Um mês depois- casa Grande de Louise e Elisabeth- Recuperação e Superação



Os dedos gélidos marcavam nitidamente o piano da casa, a cadeira de roda, ficava intacta e o rosto da menina ficava sério marcando atentos cada soar das melodias e frisada na brisa fresca que a janela logo transmitia de fora.





A flor que estivera num pequeno vaso bem acima do piano de repente, ficava mortificada assim como todo o recinto que escurecia de maneira triste e malevolente. O vulto em cor rubra passava assim como no dia do pesadelo (dado pela personagem) e minutos depois parava ao lado da menina doente. Um toque inoportuno no piano vez com que ela parasse de tocar e em imediato abaixasse a cabeça:



– Esta calada desde o dia do acidente Louise… – Murmurou o padre que havia encontrado meses antes da volta.

– Como sabe? E quem é você? Demônio… De Deus. – Falou um pouco desolada ela. Ele tocou na perna dela e logo desapareceu. Os dias correram de uma maneira tão repulsiva que a tal não podê mais aguentar assim acabando, de abandonar seu colégio a passeata da rua se abriu como um clarão e as flores caiam de uma maneira tão brusca que parecia um paradoxo do tempo.  O homem que falava com ela voltou a atormenta-la, mas brevemente resumindo esta faceta através da mente:



“– Levante-se você consegue…”

– Pare! – Ordenou de maneira grutesca a moça.– O que quer de mim? – Questionou. Sem respostas suas pernas vibrarão e as mãos sangravam seus olhos derramavam-se nas coxas e a boca entortava, as baratas devoravam sua carne e toda a carnificina se manifestava. Acordou. Tudo aquilo não se passava de um mero sonho. Ao levantar-se com o tronco da cama a própria se espreguiçava e olhava um lado e o outro, percebendo que sua mãe não estava por perto aquela decide gritar:



– MÃE!! MÃE!! – Após, tornou-se a calar e a esperar. Não sucedendo a este passo, a garotinha puxava a cadeira e logo se sentava apoiando os braços nas extremidades e se jogou até se confortar  de uma maneira propicia na cadeira. Indo até o corrimão da escada, a tal olhou profundamente degrau por degrau e aguardou sua mãe responder. Minutos ou em frações de segundos um ruído estrondoso fez com que menina ficasse acoada e de mesma forma com um desejo de gritar mais alto:

– MÃE!!!! – Ao terminar o berro, uma trilha de sangue estava manchando o carpete roxo. E curiosa como sempre sem perceber que poderia cair, Louise emburrou apenas 10 cm. da cadeira, o que fez com que ela mesma caísse rolando pela escada e deixasse a cadeira quebrada bem ao canto. Se arrastando seguindo a mancha aquela encontrou o que menos esperava; Sua mãe estava enforcada bem acima da mesa junto com uma carta na mão. Ao observar a alegoria de terror, Louise bateu com suas próprias mãos ao chão e começou a chorar. As escóis voavam rapidamente como gafanhotos em temporada de verão, bem no rosto da menina. Ela esticou as mãos para limpar as lágrimas porém, sentiu outra coisa do que um simples molhado;  Todas elas formavam diversas palavras. Um “D” puxava tão longo… A letra E parecia ter pingos do sangue da mãe… Ao todo a palavra Deimos ao chão expressava o terror aos olhos de Lou. A luz falhava e o respingar vermelho fazia a tal se amedrontar de uma forma conturbadora. O ex-padre na realidade seria pai na pobre menina logo fez o pesadelo por completo assim esperando a hora de a mesma assumir seu dever como uma semi-deusa. 





– Voz masculina Narrador –  Dias depois, Louise foi descoberta caída dentro de casa. O corpo de sua mãe foi cremado em frente a Praça de San Polo e a missa de sétimo dia rezada na Catedral de São Marcos, porém apenas uma pessoa compareceu na tal celebração de paz–



O quarto branco… A cabeça e pernas enfaixadas agora mostravam a que ponto a loucura do próprio pai podê afetar a filha. Os olhos ficavam lagrimejados muito rápido e a tontura com toda a via vinha. O som da janela sendo apedrejada, fazia ela presenciar mais um momento melancólico que se transpassava de repente em sua vida.





–  Louise… Louise… –  A voz parecia atormentar  a menina fazendo ela tapar os ouvidos. Porém aquilo não era transmitido como um som, mas sim como uma essência mental. Aquilo foi o suficiente para fazer com que ela herdasse seus passos junto a cadeira (logicamente ela estava sentada nela) até a  fenestra e assim a abrisse para ver o lado de fora. Um tanto surpresa pela visão que encontrava, Lou cai para trás e tapa os olhos. A visão de uma gigante rosa vermelha pegando fogo tomou conta de uma rua inteira e deitada bem dentro do quarto, aquela sentia o desespero. O fogo que do lado de fora da residência se alastrava, acabava intervindo para dentro da casa assim pulverizando-a.



O último toque- Chegada ao Acampamento Meio-sangue.





A quentura a levou até um lugar desconhecido. Uma estrada com flores alaranjadas e no fim um pequeno portão de madeiras com algumas palavras trajadas a ouro. Ela não podia andar de fato, as pernas não tinham mais contato com a superfície terrestre. Aquela voz ainda chamava-a, mas desta vez incentivando juntamente para que ela se levantasse. Sem paciência mais, ela gritou para quele vácuo que não poderia e não teria suportes. E mais uma vez aquela clamor a fez se irritar até um certo ponto que ela se oga da cadeira. Foi-se daí que aconteceu o inesperado; Ela conseguiu se levantar e andar, e mais a atmosfera mudou para um solado negro. Indo em direção da porta os múrmuros de pânico falavam mais alto, mas ao tocar na maçaneta dourada, aquilo não garantia mais medo, mas sim alta segurança e confiança. Aquilo deixou de existir teleportando a tal para um lugar fora do comum;  Arvores altas, lutas, água mais cristalina do que os diamantes e seres inanimados que é difícil de encontrar no mundo normal em que vivia.  Modéstia parte ao penetrar no terreno novo, Louise teve seus psicológico transmudado completamente, metaforeando as caracterizações ingressadas do seu pai nela mesma. Quíron um sábio ser datado desde os tempos mitológicos e matizado até hoje foi o primeiro a recebe-la assim ajudando-a na nova estadia. Um novo começo estavas prestes a vir, porém os perigos não acabaram e isso só será mais uma brecha para um novo inicio.
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Ártemis em Dom Out 12, 2014 12:14 pm



~Avaliação

Louise, sua escrita não é ruim. A história conseguiu prender minha atenção, mesmo havendo momentos que, em minha opinião, não fizeram muito sentido.  Houveram alguns erros bobos de digitação, talvez porque não revisou seu texto e / ou escreveu com pressa. Sugiro que não tenha tanta presa e utilize um corretor ortográfico. Organize mais suas frases, não tornando-as tão longas, e tente justificar o texto, isso pode melhorar a aparência de seus futuros posts. Quando for se referir a qualquer deus grego não escreva a palavra "Deus" com o D maiúsculo. No entanto, só encontrei erros bestas, que podem ser facilmente corrigidos por você mesma, por isso acho injusto lhe reprovar, já que a história não foi ruim e consigo ver em você um grande talento, que só precisa ser moldado da forma correta. Estarei de olho em você. Bem-vinda, filha de Deimos.
~Atualizado


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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Annastasia V. Carstairs em Qua Out 22, 2014 8:17 pm


Ficha de Reclamação


Nome Completo: Annastasia Velarc Carstairs
Idade: 15 anos
Deus(a) escolhido: Apolo
Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Para começar, ninguém escolhe ser filho de alguém. Não é como se você olhasse do lugar onde ficam os bebês antes de nascerem e dissesse: Ei, aquele cara ali! É dele que quero ser filha.
Como diria minha mãe, não somos nós que escrevemos as primeiras linhas de nossa história. Há alguém que se encarrega disto.
Este não é o problema, na verdade. O problema é que, às vezes, este alguém decide pregar algumas peças, como no meu caso.
As primeiras linhas de minha história são as mais tortas e estranhas possíveis.
Não escolhi ser filha de Apolo, não tenho motivos para querer isto. Por que eu iria querer? Para ter monstros correndo atrás de mim a cada vez que eu virar uma esquina? Não mesmo.
Não estou dizendo que não a quero como pai por ela ser quem ela é. Ele é um deus legal, eu acho, sem contar que gosto de ser como eu sou, mesmo com todos os seus genes em mim atraindo criaturas que eu sequer imaginava que pudessem existir de fato.
Só estou dizendo que a herança que ele me deixou não é uma das mais agradáveis de receber.
Mas, como já disse logo no começo, nem tudo é como a gente quer que seja, e meu pai não é algo que eu possa mudar. Sendo assim, apenas me resta aceitar esta condição, e encontrar os prós de ser sua filha.
Motivos para ser filha de Apolo?  Não sei, talvez o dom de criar e reproduzir música, de fazer que ela mude as vidas que me cercam, como sempre fez com a minha. Talvez poder ajudar de alguma forma as pessoas que me cercam e precisam de mim. Quero aprender a lutar e me defender, e quem sabe os cromossomos olimpianos que tenho em meu sangue possam me tornar mais forte e fazer com que eu consiga, de um jeito ou de outro, proteger meus amigos, minha mãe e quem sabe toda a humanidade destes terríveis monstros que já levaram de mim minha melhor amiga, minha irmã gêmea, Demetria.
Há ainda os fatores que temos em comum, e ora, são muitos. Sei que disse que seus genes em mim atraem empecilhos, mas tenho que confessar: minha personalidade, ainda que forte, é completamente parecida com tudo o que envolve o deus, mais conhecido como pai.
Sei que disse que ninguém escolhe ser filho de alguém, mas o destino escolheu Apolo para ser meu pai, e bem, agora não há como voltar atrás.

História:

Há quem diga que histórias como esta são apenas histórias contadas às crianças que almejam uma grande aventura.
Quem dera a protagonista desta série de desventuras que aqui serão narradas fosse apenas mais uma criança assim.
Acontece que nem sempre as coisas são como queremos que elas sejam.
Tudo começou em um dia nublado e úmido, na cidade de Carmel, Califórnia. Arwen Velarc Carstairs estava como de costume, sentada sobre as rochas, ouvindo o som do mar quebrando na praia, olhando a imensidão azul, escrevendo em seu pequeno bloquinho de anotações, correndo a caneta de tinta azul de um lado ao outro. Amava escrever, a doce Arwen. Tinha os dedos manchados por tinta, o lábio inferior preso entre os dentes e os óculos escorregavam pelo seu nariz.
Mas não foram as ondas ferozes do mar, tampouco as nuvens gordas que se erguiam indicando chuva que encantaram a jovem órfã farmacêutica.
Silenciosamente, um jovem alto, esguio, forte, com olhos tão verdes quanto olhos podem ser, e cabelos úmidos e rebeldes caindo na testa, se aproximou. Ela nunca havia visto ninguém tão lindo. Emanava sensualidade, beleza, charme.  
Tímida, Arwen corou apenas com a aproximação do rapaz, mas bastou uma troca de olhares, âmbar chocando-se com verde, dois ou três sorrisos e algumas palavras ditas de maneira certa, e tudo aconteceu.
Uma noite apenas, Arwen apaixonou-se, e como em um dos romances que sonhava um dia ter, suas vidas se entrelaçaram, como um daqueles nós que os pescadores da região, como bons pescadores que eram, sabiam dar.
Arwen Velarc Carstairs estava grávida.
E acredite meu caro, as pequenas Castairs não podiam ter nascido em uma noite mais tempestuosa.
A casa branca e azul, rodeada por uma grande varanda e à beira mar, parecia chacoalhar com toda aquela tempestade. As janelas não paravam fechadas, as cortinas ricocheteavam molhadas pela chuva e as velas não permaneciam acesas por um único segundo, devido ao vento.
Se você espera que eu diga que os trovões cessaram, que a tempestade acalmou e que lá fora, na praia, as ondas deixaram de quebrar violentamente contra as rochas, sinto muito, mas irei lhe decepcionar.
Na verdade, nem mesmo o choro rouco e fraco das pequenas pode ser ouvido.
Talvez eu devesse contar que a infância de Annastasia e Demetria foi, apesar de tudo, uma das melhores.
Cresceram à beira mar, próximas a imensidão azul-esverdeada das águas, que segundo sua mãe, era como a junção dos olhos de seu pai e si mesma. O homem nunca mais apareceu, e a desculpa que Arwen dava às meninas era que, sendo um marinheiro, ele havia morrido no mar.
Viveram uma vida curiosa: muitas peculiaridades as envolviam, assim como muitas, muitas confusões.
Eu poderia descrever todos os sentimentos que ambas sentiram, assim como os problemas que arranjaram (e quantos foram!), mas isto levaria um longo tempo.
Portanto, vou diretamente para a manhã em que tudo mudou de ruim, para incontrolavelmente horrível.
Naquele dia, um dia comum, Crmel estava impressionantemente calma. Calma demais.
O céu era de um azul intenso, e o mar, que podia ser visto de toda a extensão da varanda que circundava a casa, quebrava lenta e pacificamente nas rochas.
Tudo o que se podia ouvir era o som das ondas que chegavam sorrateiramente na praia e o piar das gaivotas no píer. Isso e os gritos estridentes de Arwen  que vinham da cozinha, chamando as gêmeas para o café da manhã, sob o pretexto de que se atrasariam para o colégio.
Panquecas, escovas de dente, e longos duelos com os cabelos revoltos depois, as meninas deixaram a casa, na companhia de Hektor, seu amigo.
Hektor era bronzeado, tinha cabelo escuro e cacheado, olhos negros como azeviche, e por conta de um acidente, usava muletas para se equilibrar.
Ao menos isso era o que as gêmeas sabiam.
A Escola Secundária de Carmel não era a maior nem a melhor, mas era uma das únicas que as a aceitaram, mesmo com todos os “entretanto”   e “porém” que as acompanhavam. Quando digo isso, quero dizer problemas e confusões.
Bem, naquela manhã as aulas dos primeiros períodos passaram tranquilas e entediantes. A aula seguinte seria de álgebra, com a Srta. Kaligaris.
Álgebra para duas garotas com problemas de atenção e dificuldades em compreender palavras ( e que dirá números) não era nada fácil. Mas não foi preciso se preocupar com os cálculos naquela aula, afinal, assim que a professora entrou na sala, ajeitando os óculos em seu devido lugar, e cruzando os braços olhou fixamente para as meninas, e elas souberam que a provisória calmaria iria por água abaixo.
_Senhoritas Demetria e Annastasia, queiram acompanhar-me até a sala da diretora. Um assunto muito sério deve ser tratado com urgência.
Estas foram as palavras que deram início ao pandemônio que se seguiu.
Sem nada entender, as Carstairs caminharam pelos corredores repletos de armários minúsculos, trocando olhares cúmplices, rumo a um destino que ia além da sala da diretora, um destino desconhecido e muito, muito maluco.
A diretora as esperava em sua sala, enquanto era servida por sua secretária rechonchuda e carrancuda, que despejava café em uma xícara lascada.
Srta. Kaligaris também entrou, e depois das gêmeas entrarem fechou a porta, e silenciosamente a trancou.
A diretora levantou-se e começou a caminhar de um lado ao outro. Foi assim que tudo de fato começou.
_Não há mais lugar para vocês aqui.- foram as palavras despejadas sobre as irmãs, em um tom tão áspero quanto uma lixa.
A dúvida das gêmeas era quase palpável, e a frase tão costumeira, que sempre voltava a escapar da boca de ambas, novamente surgiu.
_Estamos sendo expulsas? Pelo que, exatamente?
As três mulheres riram em uníssono, um som estridente, que fez calafrios percorrerem suas espinhas.
_Não, não. Não estão sendo expulsas da escola. Estão sendo expulsas da Terra. Não há lugar para criaturas podres como vocês. Deviam ser banidas para o Tártaro, proles sujas e bastardas.
As últimas palavras foram pronunciadas como um sibilar, e num instante, as três mulheres, a diretora, a secretária e a professora se transformaram em criaturas horrendas, com asas de morcego, rosto transfigurado, como uma mistura de Smeagol  com grandes dentes tortos, e um hálito de algo em estado de putrefação.
Suas mãos eram garras, e estas pareciam coçar para ter uma das Carstairs presas a elas.
Demetria gritou, e afastou-se em direção à porta, mas ao notar que estava trancada, gritou ainda mais.
Annastasia, por sua vez, abaixou-se, desviando de uma das criaturas, agarrou uma das cadeiras, e lançou contra outra besta, que guinchou e se contorceu por um instante.
Demetria estava caída, cobrindo o rosto com as mãos, tentando livrar-se das garras afiadas.
Serena, avançou sobre a criatura, puxando suas asas nojentas, mas foi afastada por outro Smeagol voador.
Com um baque, a porta se abriu, e por ela Hektor entrou. Ao menos era Hektor, do quadril para cima. Suas pernas eram pernas de bode.
Seria um pesadelo?” pensava Annastasia, acertando um globo de neve no rosto da criatura. Que a prendia.
Com um coice, Hektor libertou Demetria, que parecia em estado de choque, e tirando Annastasia às pressas da sala, pôs-se a correr, com ambas as meninas presas em seus braços.
Sinto dizer-lhe, que não para por aí. Sem tempo para explicações, correram para fora do colégio, mas as criaturas estavam logo atrás.
Em um rasante, seguraram Demetria, e levaram-na consigo, aos berros, e logo ela desapareceu de vista.
Annastasia não estava fora de perigo, no entanto. Gritando a plenos pulmões por sua irmã, foi arranhada, e derrubada por uma das bestas, e com outro coice, Hektor a livrou.
A menina não pode ver de onde ele tirou aquilo, mas ele tinha um bastão em mãos, e com um único movimento, mandou a criatura para longe, com um guincho.
Os olhos de Annastasia estavam marejados, e tudo o que a menina conseguia pensar era em sua irmã.
Às presas, e contra a vontade de Annastasia, correram de volta para casa, onde encontraram Arwen.
_Descobriram-na. - foi tudo que Hektor disse, antes de Helena correr pela casa, jogando roupas e pertences da menina em uma grande mala.
Devo dizer, que desde então tudo foi caos.
_Você deverá ser forte, e confiar em Hektor. Faça isso por mim. - disse Arwen, com a voz embargada, segurando a única filha em seus braços. - Eu te amo, minha pequena.
Com o ombro ardendo pelo arranhão, o coração apertado por ter perdido sua irmã sem poder fazer nada, e a mente atulhada de pensamentos, Annastasia Velarc  Carstairs fugiu com Hektor, desta vez vestido normalmente e usando suas muletas.
Durante o caminho, Annastasia soube o que era. Não saberei dizer o que foi que a menina sentiu, e acredito que ela mesma não tenha entendido.
Assim que pousaram na cidade, foram recepcionados por dois pássaros gigantes, que mais pareciam galinhas gigantes.
A menina foi pega por uma das criaturas, que fincou sua garra em seu ombro direito, fazendo uma dor lacerante invadir o corpo da menina, que ainda assim se contorcia.
Ela não morreria como sua irmã. Ela viveria por sua mãe. E se vingaria.
Hektor lançou uma das malas na galinha gigante, que guinchando soltou a menina.
Com um baque, Annastasia caiu no chão, com a cabeça rodando, com pequenos pontos pretos em seus olhos, e a última coisa que viu, foi um grupo de adolescentes, vestidos com uma camiseta laranja se aproximar, espantarem as aves estranhas, e os olhos negros de Hektor encarando os seus.
_Fique firme, Annastasia. - foi tudo o que ela ouviu antes de desmaiar.
Não sei ao certo quanto tempo depois, a garota abriu os olhos, no topo de uma colina, nos braços de seu melhor amigo.
_Aqui você estará segura. Aqui será seu novo lar.
Ela passou por um grande pinheiro, e logo, seus olhos se fecharam novamente, mas não sem antes uma lágrima rolar pelo seu rosto.

i ❤ lollita
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Juliet A. Roberts em Qua Out 22, 2014 8:46 pm

Ficha de Reclamação

Nome Completo: Juliet Albert Robers
Idade: 16 anos.
Deus(a) escolhido: Dionísio.
Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)?

Descompromisso, preguiça, desinteresse nas coisas. Juliet se assemelha muito ao seu progenitor em alguns aspectos, porém graças ao próprio desinteresse do pai precisou ver cenas que nenhuma criança gostaria de ver.

História:

A verdade é que uma vida pode ser mudada quando a ausência do pai cria um verdadeiro pesadelo. Juliet descende de uma antiga tribo de andarilhos e artistas que visitavam cidade por cidade em suas caminhonetes, tendas, e magia. Filha de uma belíssima cigana conhecida como Estrela, chegou a conhecer o seu pai por algum tempo. Sim, o Senhor dos vinhos fora presente em sua vida, e isso era um fato. Apesar de sempre precisar sumir, Dionísio manteve-se presente entre sua família por algum tempo em todos os festejos, solstícios, e situações. Nunca lhe fora revelado o que, ou quem seu pai era, mas sabia que era importante o suficiente já que todos os ciganos o veneravam como um Deus. Pobre criança por não imaginar que o “como” era verdadeiro.

Sempre se sentiu orgulhosa por ter um pai como aquele, por mais que Dionísio nunca tivesse sido um exemplo que servisse para algo, ou então realmente tivesse se importado em fazer o seu papel de pai. Poucas foram as vezes que tivera “momentos” — se é que podem ser chamados assim — com o homem que diziam ser seu pai.

Todos diziam que ela era excepcionalmente especial, nunca entendeu isso, mas cresceu ouvindo e ouvindo tudo aquilo. Todos sabiam abertamente seu segredo que, aliás, não era segredo algum, o problema era que confiavam demais do Deus do vinho. Quando Juliet completou seus 14 anos, seu cheiro já era insuportável para as criaturas. Normalmente sempre estavam pelas redondezas esperando o momento certo para atacarem, para devorá-la, mas a presença do Deus sempre os afastaram, até o dia em que Dionísio resolveu abandonar a tribo de vez e reger o acampamento. Foi ai que o inferno começou.

Monstros e mais monstros atacaram a frota de ciganos no meio da noite quando a guarda estava baixa, chegou a ver amigos, amores, mestres, e sua mãe sendo devorados enquanto tentavam protege-la e escondê-la, mas fora em vão. Os monstros chegaram a lhe encontrar e até mesmo machuca-la, mas antes do golpe final fora salva por um grupo de campistas que estavam em missão naquele momento. Eram duas meninas, um rapaz, e um sátiro. Um impacto muito forte fora dado na cabeça da criança, primeiro o emocional, ver a mãe, os amigos, todos os conhecidos morrerem. Depois, a pancada realmente forte que recebera de um dos monstros.

Fora levada ao acampamento sem entender muita coisa, lá ouviu toda a verdade até descobriu que seu pai estava ali, e não era apenas isso. Ele havia deixado sua família para estar ali e cuidar de outras pessoas mais ou menos da sua idade. O choque fora muito maior. A chegada no acampamento despertou um ódio enorme pelo seu pai, principalmente pelo vê-lo todos os dias, além de estuda-lo, percebendo como realmente era a sua personalidade, seu desinteresse pelas pessoas e pelas coisas. Acumulando ainda mais o ódio que ela sentia pelo olimpiano.

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics


Última edição por Juliet A. Robers em Dom Out 26, 2014 1:34 pm, editado 1 vez(es)

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Juliet A. {Albert}Robers
A smile is a curve that sets everything straight.
thank you, thay.
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Íris em Qua Out 22, 2014 9:20 pm

link href='http://fonts.googleapis.com/css?family=Geogia' rel='UnifrakturMaguntia' type='text/css'>

Hello Sweetie  
Ambas Aprovadas só aviso para annastasia tomar cuidado para não deixar o texto muito confuso


Vestuario: This! Humor: none


Leveck @ CG


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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nicolas G. Lunter em Qua Out 22, 2014 10:11 pm



Rolling Dice

Nome Completo: Nicolas Petter Grace Lunter

Idade: 16 anos

Deus(a) escolhido: Atena

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)?
Atena.Sabedoria, estratégia, habilidades em batalha e um pouco de orgulho, acho que com tudo isso vou conseguir montar um bom personagem. Além do mais, muitos dos grandes heróis clássicos tiveram uma mãozinha da deusa em algum momento, então, quem não iria querer estar ao seu lado?

História:


De acordo com as Madres do Orfanato de Nova York, nasce no dia 22 de Março de 1998, elas só falavam isso, pois foi o dia em que me encontraram em frente à porta, coberto com um lençol marrom com corujas espalhados por ele. Estava dormindo, uma criança sadia e bonita e não sabiam dizer o porquê que me minha mãe me deixou ali. Apenas cresci junto aos demais, sofrendo alguns probleminhas de compatibilidade com os garotos mais velhos, sendo muitas vezes punido por isso, tendo que limpar todos os banheiros do Orfanato, aquilo era devastador, mas logo aprendi que não seria algo um tanto ruim, apenas estava sendo ensinado de como sobreviver em um mundo completamente diferente da qual vivia.

Poucos falavam comigo, mas mesmo assim nunca perdia o sorriso no rosto, considerava as Madres minhas mães, pois sempre me deram todo o carinho, de modo como se fosse diferente dos demais - talvez por isso, alguns não me tratassem bem -, mas depois dos meus treze anos alguns acontecimentos “estranhos” começaram a ocorrer, alguns jovens estavam desaparecendo pela noite, as madres começavam a ficar assustadas, algumas diziam que eles tinha fugindo e as vezes eu pensava: “Por que fugir de um local desse?” Não sei se isso poderia ser descrito, mas só sabia de algo.

Era sexta feira à noite, véspera do meu aniversário de quatorze anos, quando uma garota passava correndo pelos corredores, chamando meu nome. Cabelos loiros quase brancos, pele branca como a neve, olhos azuis profundos que cintilavam de longe com uma espécie de brilho, como se hipnotizasse a pessoa, continha algumas sardas no rosto, mas eram poucas que poucos notariam. Usava um vestido floral, que iria até seus joelhos, com uns babados no final, era muito bonita e logo eu - sendo besta às vezes -, fui procurar de segui-la correndo entre os corredores, entrando em uma sala, ninguém estava por perto o corredor vazio, nem mesmo as madres pareciam estar dormindo e esqueceram-se de ver se estava tudo bem.

A jovem donzela começava a sorrir ficando na frente da porta. –Pronto para o lanche? Fiquei olhando para ela ouvindo essas palavras: “Que lanche?” Pensei, olhando ao redor e nada se encontrava ali, nenhuma cesta com frutas ou comida. Quando iria falar, a mesma estava com presas, modificando sua aparência, a pele branca como giz, grandes garras, uma perna de bronze e outra de burro - parecia perna de burro no momento -, notando que eu era o lanche.

-É raro eu encontrar um semideus por aqui, às vezes venho aqui saborear alguns jovens, mas você estava muito bem escondido, até seu pouco cheiro conseguiu se esconder entre os mortais. Olhei para mim mesmo, cheirando-me. –Mas eu não estou... Engatei quando a mesma veio correndo para cima, tive tempo somente de pular para o lado, caindo ao chão escorregando por debaixo da mesa, conseguindo me livrar da mulher monstra, ela gritava e estava poucos centímetros da porta, quando dois jovens, um musculoso alto e carrancudo que gostava muito de implicar comigo, junto a uma menina muito bonita de cabelos negros.

–Só me faltava essa, mais monstros? Fiquei horrorizado no momento, mas logo pude ver que os mesmo carregavam armas, correndo para cima da mulher monstro, desviando dos seus ataques com facilidade, como se já treinasse há muito tempo, cortando a mulher, fazendo-a virar pó. –Vamos logo, antes que alguém acorde. O garoto robusto falava, enquanto fiquei debilitado, tendo que acompanhar os jovens que me salvaram. –Para onde estou indo? O que fazem aqui? Pensei que não gostassem de mim. Olhei para baixo, a esperar de respostas. –O oráculo nos mandou vir aqui, ela disse que teve um pressentimento ou uma visão de que você estaria em perigo, que seu mãe tinha avisado a ela. Fiquei olhando cada palavras que a menina falava, lembrando o que a monstra havia falado no começo: “semideus, o que isso queria significar?” Olhei para o lado, vendo uma van branca que nunca na vida havia visto ali no Orfanato. –Um momento, oráculo, visão, semideus? Eu sou um semideus filho de Apolo? Falei ofegante, os dois me olharam com entusiasmo. –Sim, pelo visto o Orfanato lhe ensinou bem. Olhei para ele com cara de preocupado. –Bem não foi exatamente o Orfanato e sim os livros que ficam na biblioteca proibida. Algumas vezes eu ia lá, admito isso, os livros eram muitos bons e alguns falavam sobre mitologia, pensava que fosse apenas histórias, mas isso na verdade era real Não sei como estou calmo, talvez a garota que estivesse comigo emanava algo calmo, com sua beleza, como se quisesse confiar nela.

–Eu sou Lilia, filha de Afrodite, e esse grandão é o Jack, filho de Ares. Ficamos calados por um logo período, viajando por dias, chegando a um local chamado: “Long Island” poucos dias de viagem até o Orfanato de Nova York, iria sentir saudades daquele local, das Madres e dos livros. Passávamos entre algumas casas, passando por uma floresta, e lá em cima grande Pinheiro, fiquei olhando enquanto a Van Branca se caminhava para lá, parando um pouco, fazendo-os com que entrasse em um Acampamento, onde havia escrito: “Acampamento meio-sangue”. –Bem vindo, filho de Atena ao seu novo lar. A filha de Afrodite, falava com um grande sorriso, me amostrando a imensidão daquele local, cheio de outros jovens que eram parecidos comigo, até certo ponto. Olhando para cima vendo algo brilhar em minha cabeça , passando a mão, mas não saia, uma coruja de asas abertas. Mas sentindo uma dor na perna, vendo que minha calça estava rasgada no final com algumas gotas de sangue, apenas sentindo minha vista escurecer, desmaiando por conta da mulher monstro que com todo esse choque não havia percebido que levei um corte na perna.

 



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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Qui Out 23, 2014 5:24 am

Gostei da história, seja bem vindo prole de Atena.
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Maxwell D' Louis Fennir em Qui Out 23, 2014 7:08 pm


Ficha de Reclamação

Nome Completo: Maxwell D' Louis Fennir

Idade: 17

Deus(a) escolhido: Ares

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? - Simplesmente pelo fato do qual Ares acaba sendo um deus ao qual muitos não vem a contar vantagem. Como isso? Ah sim, o deus da guerra... O que ele faz? Causa guerra por onde basicamente passa; não solta raios pelas mãos, lança chamas e nem mesmo solta água pelos ouvidos, é basicamente um guerreiro, resolve a força bruta e a base de armamentos; o que todos deveriam seguir como exemplo, um guerreiro se baseia em sua habilidade adentro de seu corpo e não ao poder massivo que possui a base do sobrenatural. Preciso nem mesmo terminar de contar os motivos.

História:

Minhas pálpebras se recolhiam sobre os pequenos feixes de luz mandados pelas grandes luminárias presentes no local que escapavam para dentro das frestas do capacete. Meu corpo parecia se inclinado, juntamente a vários garotos ao qual se mantinham atentos a uma bola de futebol americano; ah sim, lá estava eu em mais um jogo; não só um jogo, mas o ultimo, o mais importante da minha vida. Subi meu olhar ao meio da multidão ao qual mais se parecia um céu estrelado pela grande quantidade de luzes e agito presentes ali; fixei-me a um velho, ao qual depositava sua mão sobre o braço de uma mulher, minha mãe. Aquele era meu avô, um grande fã de futebol e também um fanático patriota; ele chegou a ser sargento do exercito e lutar na segunda guerra mundial; um orgulho para o país que tanto ama. E é por causa disso tudo que esse jogo vinha a ser importante, não só pelo meu avô é claro, mas por mim mesmo; um jogo de colégio bobo? Não para mim.

Não demorou muito para que o jogo tomasse início, a bola já corria em campo e todos os jogadores já se moviam livremente pela área. Estava instável a 40 Jardas do campo adversário livre de marcações, geralmente o posicionamento perfeito para um quarterback, não demorou muito para que a bola tomasse rumo em minha direção; com um leve salto agarrei-a sobre meus braços e tentei partir pra frente, enquanto um grupo de brutamontes vinha em minha direção por ambos os lados; obviamente um jogador qualquer sabe que essa não é uma boa formação, e nem mesmo um louco tentaria uma jogada como essa, minhas mãos apenas se levantaram com a bola mandando-a 10 jardas para traz, ao terreno de nossos defensores na linha de centro; livre de qualquer marcação no momento. Mas não demorou muito para que os brutamontes partissem contra nossa linha de defesa; aproveitei a falta de jogadores adversários sobre minha cola e me adiantei ficando dessa vez a 30 jardas do campo adversário, e como um passe perfeito a bola chegou novamente a minhas mãos, mas dessa vez eu já estava em movimento; parti 20, 10, avançando uma quantia inestimável de jardas em uma só jogada! Foi quando atravessei a linha de saída, marcando o touchdown. É claro que todos na arquibancada foram ao delírio, é raro alguém fazer um ponto antes dos 5 minutos de partida; mas é obvio, havia alguma coisa errada, que tipo de jogador não mantem uma defesa recuada? Estava tão livre que nem mesmo brotou um pinto de suor de meu rosto.

Ainda à volta para a posição central do campo um jogador adversário, o qual praticamente parecia ter em base os seus 2 metros ou mais, bateu seu corpo sobre meu ombro me fazendo cambalear, ele olhou para traz esbanjando um sorriso escroto e hostil, como se fosse retardado mas se orgulhasse disso, então em um leve tom apenas pronunciou “ Aproveite bem, pois é seu ultimo jogo semideus... “. Bem, eu não entendi direito o porque de “semideus”, geralmente nos chamam de Águia, pois é esse o mascote de nosso time... Somos os Águias de Whashinton!

Tomei minha posição novamente a linha ofensiva, esperando o lance da bola para partir para a nova rodada, mas algo estava me deixando incomodado, os jogadores adversários me encaravam como se quisessem me comer, e vivo! Vários olhos rubros e inchados me encarando como se fosse um pequeno cordeiro, aquilo era terrível e amedrontador ao mesmo tempo. O primeiro movimento logo foi dado, a bola mantinha-se com o time adversário, me prensei a “parede” que os jogadores formavam, mas logo fui surpreendido com um soco sobre meu capacete, um soco terrivelmente forte que veio a me desnortear, foi quando acabei sendo pisoteado pelos demais jogadores; logo, perdendo a visão da cena ali.

Minha cabeça doía quando consegui tomar consciência do que havia acontecido, aquilo era falta! Uma jogada assim não era valida, espero que o jogador que fez aquilo tenha sido expulso. Mas para o meu azar o maldito se encontrava em pé ao lado da maca, onde meu corpo estava ele retirou o capacete dando vista a uma horrorosa feição, ficou me encarando até esbanjar novamente do sorriso idêntico ao qual havia recebido mais cedo. “Semideus idiota... Quando meus irmãos saírem do jogo esteja preparado, pois hoje você será um incrível banquete!” Então levou a uma gargalhada encostando-se ao armário do vestiário. O que aquele garoto era? Ela não me aparentava ter idade para estar jogando em um time escolar, ainda mais porque me chamar a todo o momento de “semideus”? Tinha algo muito suspeito acontecendo ali. Apenas me levantei enquanto minha cabeça ainda latejava de dor, o que por um simples segundo desviei minha cabeça da um braço terrivelmente forte, aquilo passou diretamente sobre mim rasgando o vento. Olhei com mais atenção e percebi que o garoto estava bravo com minha atitude, então andei para traz ao ver ele se contorcer de raiva. “Aonde você vai maldito? Eu lhe dei ordens para levantar?“ Então partiu em minha direção, porei novamente joguei meu corpo ao lado, fazendo com que o brutamonte trombasse ao cesto de roupas rujas, caindo dentro do mesmo; também não pensei muito, apenas chutei o cesto ao qual partiria contra um dor armários, assim mancando para fora do vestiário.

Estava andando pelos corredores da quadra, até trombar com um garoto de calças largas e roupas esfoladas e uma faixa na cabeça, ele aparentava ser um Hippie, olhou para mim com clareza e me puxou no momento em que vinha a cruzar o corredor. “Ah... Aqui está você, achei que seria mais difícil.” Fiquei confuso no instante, não me atrevi a fazer pergunta alguma, ainda porque minha cabeça e meu corpo todo estavam doloridos. O garoto me puxou contra a parede e sondou logo ao seu lado, virando-se para mim e fazendo um sinal de silêncio com o dedo. Curvei-me para frente para tentar entender a situação e novamente me deparei com dois dos malditos brutamontes, mas dessa vez pareciam ser mais fortes e maiores, não consegui segurar e logo gritei “O que diabos são vocês?” E foi uma péssima ideia, os dois animais se voltaram em nossa direção partindo para cima de nosso corpo com raiva. O garoto ali abaixou as calças como flash revelando um par de cascos e duas penas peludas, ele era uma cabra? Não teve tempo para perguntas, ele apenas puxou meu braço correndo em direção a saída dos corredores da quadra, ao qual levaria diretamente ao campus... Onde bem, não seria uma boa ideia correr com um garoto cabra hippister em meu estado mental; mas era isso ou acabar virando presunto.

Ainda correndo o garoto ali retirou de seu bolso um saquinho de sementes, ao qual arremessou para traz, e logo fuçou em seu outro bolço retirando uma flauta de madeira levando uma canção agitava e eufórica sobre o ar, aquilo me incomodou, mas parece que do pequeno saquinho de sementes grandes raízes brotavam prendendo aos garotos-gigantes que nos perseguiam. Ainda continuamos correndo; apesar de estar um pouco difícil do jeito que eu estava, mas logo atravessamos a saída da arena de futebol aonde o Jipe de meu avô me esperava; o garoto me ajudou a andar até lá, ainda mantendo um olhar para traz preocupado com a situação. Ambos subimos no veiculo onde meu avô com um semblante de ódio me encarou “Eu só tenho um único neto, e os malditos lestrigões tentam leva-lo justo no dia do seu grande jogo!” olhei meio confuso para ele, ao qual já havia dado a partida ao carro. “O que o seu vô está querendo dizer é que aqueles garotos não eram garotos e sim monstros, entende?” ainda estava totalmente confuso, mas fiquei vago de perguntas, apenas me encostei sobre o banco traseiro do jipe caindo no sono; apesar de ainda ouvir pequenos trechos da conversa entre o garoto hippie e meu vô. O que realmente era ser um semideus? Primeiro aqueles garotos e agora eles, de certo modo tudo isso me intrigava. Se bem que logo mais nem mesmo esperava que minha vida estava prestes a ser mudada.

- Ficou mais como um fato e não uma história, mas se perceber eu vou deixando os detalhes e modos de acordo como escrevo a narração, o final ficou um pouco vago mais esse realmente não era o verdadeiro foco do inicio da trama do personagem.

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Qui Out 23, 2014 7:45 pm



~Avaliação

Encontrei alguns erros na concordância e alguma palavras erradas, mas gostei da sua ficha, Bem vindo prole de Ares.
~Atualizado

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Olivia Werkheiser em Qui Out 23, 2014 8:04 pm

Ficha de Reclamção


Nome Completo: Olivia Margo Werkheiser

Idade: 15

Deus(a) escolhido: Nyx

Eu escolhi Nyx por ela ser, na minha humilde opinião, a deusa mais poderosa em questão.  Todavia, que a mesma sabe os pontos fracos dos deuses, ou melhor dizendo, como tirar a vossa imortalidade.  Se tivesse o apoio devido ou somente a vontade, imagino que possa ser a mais poderosa.  Sem contar, que ela fez o meu querido Thanatos existir.  Somente por isto, já demonstra o quão incrível ela é.
E um dos outros motivos por eu escolhê-la é que ia ser interessante renovar com uma filha de Nyx, já que em outros forúns fui filha de Athena e Zeus. No caso, seria um escolha totalmente divergentes das quais já fiz.

História:

A resplandecência púrpura do sol ao atingir o ápice do entardecer tornava-se peculiarmente bela e chamativa, esperando para permitir o inicio daquele brilho estrelado, que tornavam a decorar o plano escuro do universo.   O clima e paisagem se moldavam sombriamente, numa perfeita — e deveras estranha — sincronia, quase como se fossem projetados para os acontecimentos que ocorreriam no restante do dia.
 
Oh, pobre Olivia, ocupar-se-ia em cogitar algum plano plausível para se desvencilhar da situação.  Certamente, somente se soubesse que ela iria ocorrer.  Pena que era apenas uma semideusa, não vidente.

Olivia fitou o teto do seu quarto, absorta em pensamentos e adentrando aos devaneios comuns de uma menina de treze anos.  “Notas baixas, músicas, e... O que diabos fora aquele final de Lost?”, pensava Olivia, com os lábios ligeiramente crispados, com um ímpeto de raiva pela sua ignorância quase ilimitada.  Talvez não devesse ter assistido tal série, muito embora, era demasiadamente difícil rejeitar algo que sua querida melhor amiga pedisse, ou suplicasse, com os olhos verdes intensos e grandes, projetados para receber os seus pedidos.

Olivia Werkheiser sempre fora péssima em proferir um “não” a qualquer suplica desnecessária.  Provavelmente era demasiadamente bondosa e abnegada, sendo assim, muitos se aproveitavam de tais qualidades raras, de forma tão impecável que impedia a sua inocência de detectar qualquer malícia.  Contudo, seu pai adorava essa sua característica, tornava mais fácil a vivência do professor de Julliard com a sua querida filha.  Ambos sempre foram amigos, enlaçados um ao outro, assim como grandes confidentes.  Ou ao menos a pequena achava que sim, pois tampouco sabia o que o seu progenitor escondia em referência a sua mãe biológica, que nada mais era do que um vácuo fantasmagórico e inexistente, na visão de Liv, obviamente.

Entretanto, isto não convinha ao assunto.

A garota respirou fundo, sentindo uma brisa fria levar-se ao seu encontro, que arrepiou os fios do cabelo de sua nuca e a sua pele pálida, sendo obrigada a se agasalhar com o cobertor.  No entanto, um pensamento súbito adentrou a sua mente e, de imediato, ela se sobressaltou, com uma descarga de adrenalina percorrendo os nervos existentes em seu corpo.   Afinal, como o vento poderia prover de sua janela aberta, se há instantes atrás a havia fechado?

Ergueu os olhos e viu — sem nitidez — o ser.  Ocultado por uma parte sombria do quarto, estava um garoto esguio e com alguns músculos, que pouco eram visíveis pelos trajes folgados e esfarrapados que usava. Este meneou a cabeça e deixou o membro aparecer na luz.  Seu rosto parecia delineado, das mais belas feições, com uns lábios carnudos; superior grosso e inferior fino.  Assim como olhos negros e cintilantes; tamanha semelhança esses possuíam com a penumbra da noite.

Um sorriso emudecido surgiu nos lábios dele e Olivia retribuiu, reconhecendo o rosto do seu melhor amigo; Chris.

— O que diabos faz aqui, seu boboca? — Questionou ela, sem nenhum traço de irritação. — Sabia que não é seguro ficar subindo e descendo pelas escadas de incêndio dos altos edifícios de Nova Iorque?  Ninguém quer ver um garoto de catorze anos se espatifar e morrer. — Brincou.

No entanto, Chris não riu.  Assumiu um semblante sombrio e tornou a falar, sem observar os olhos de Olivia uma única vez:

— Você confia em mim?

As quatro palavras pairaram no ar, acompanhadas de um quê de interrogação.  Um estado de alerta deu-se inicio no peito de Olivia e ela passou a menear a cabeça, mordendo as bochechas internamente e meditando, sem entender a descrença súbita.

— Que pergunta é essa? — A garota franziu as sobrancelhas, deveras confusa. — Claro que confio.
Chris assentiu com a cabeça e emitiu um longo suspiro, mancando para uma parte do quarto. Dirigiu-se ao guarda-roupa de Olivia, onde pegou algumas peças de roupa e lançou-as na cama de forma abrupta.

— Ótimo, temos que ir. — Proferiu ele, com a voz tão baixa, que mais pareceu um murmúrio. — Você não pode mais ficar aqui.

— O que? Não! — Olivia adiantou os passos em direção a Chris e segurou o rosto dele em suas mãos, obrigando-o a fitá-la. — Olhe em meus olhos e me diga exatamente o que está havendo.

Chris inclinou a cabeça para o lado, naquela peculiaridade que a garota já se acostumara.  Ele tinha as suas manias; a forma de observá-la enquanto a semideusa desenhava em seu caderno; o jeito que seus lábios se alinhavam num sorriso irônico toda vez que comiam cachorro-quente e Olivia sujava a boca de mostarda; principalmente como os seus olhos se arregalavam, perdidos, quando tinha de confessar algo de errôneo, que exercera, a melhor amiga.

Naquele momento, ele ocupava a última expressão.

— Tudo bem, tudo bem... — Repetiu, jogando a mochila que pendia em seu ombro ao chão, vasculhando-a em busca de algo. — Espera, já vou encontrar... Ah, aqui está. — Chris erguera um manto negro e longo, que deslizava as suas bordas pelo chão envolto a madeira, na qual continha um capuz para cobrir a face de quem o trajasse. — Deixa eu colocar isso em você. — Disse ele, sem obter resposta em ocorrência ao entorpecimento da garota.

A vestimenta imediatamente esquentou a pele de Olivia, num conforto contínuo e demasiado, como se houvesse encontrado algo que sempre fora de sua propriedade.  A garota não compreendia ao certo as emoções difusas que se apresentavam ao seu ser, muito menos a situação estranha em que se envolveu.  As suas certezas haviam sido desvanecidas e substituídas por um ímpeto de medo e terror, das indagações que decoravam a sua mente gradualmente.

— A mitologia grega que lhe apresentei, que tentei a todo fervor ti ensinar, nada mais eram que a sua história. — A voz de Chris era solene e sua expressão tornava-se indescritível. — Todos os deuses, as criaturas, tudo mesmo, existem.  No entanto, a névoa impede os mortais de perceberem o que ocorre ao seu redor.  Assim fez com você. — O garoto fez uma pausa para que as palavras adentrassem aos ouvidos de Olivia.  Após crer ser o momento certo, retornou ao discurso: — Bem, você é uma semideusa, filha de um deus com algum mortal.

Olivia sempre sabia quando Chris mentia, cada feição de seu rosto emanava a falsidade quando dita.  No entanto, ao fitá-lo minuciosamente, não encontrou qualquer indício de mentira em seu ser.

Olivia Margo Werkheiser era mesmo uma semideusa.  


[...]

Olivia não esperou o seu pai chegar de Juliard, onde lecionava, apenas entrou no táxi e seguiu a rumo do local que o melhor amigo nomeou como Acampamento meio-sangue.  Sempre detestou as despedidas, e sentia-se parcialmente traída, principalmente quando Chris mencionou que o seu progenitor paterno sabia que a sua mãe era uma deusa.

Talvez fosse estúpida demais por acreditar em tal fato e logo Chris lhe diria que tudo não se passava de uma brincadeira.  Entretanto, logo descartou a hipótese, quando adentraram a uma mata escura e aparentemente perigosa.

O silêncio pairou entre os dois e nenhum proferiu uma palavra sequer.  O tal era um incomodo para a garota, que adorava tagarelar sobre as banalidades da sua vida, muito embora, não era só por isso que sentia-se irritada com este quesito, mas sim porque aquela falta de interação lhe significava outra coisa.  Parecia que um muro havia sido erguido entre Olivia e Chris, intangível e invisível, no entanto, presente e sólido, quase como uma matéria dessa realidade.

— Por que está tão quieto? — Finalmente questionou-o. — Você está muito estranho.  Por acaso está me levando para algum local de sacrifício? Porque, se for me matar, eu quero saber. — Brincou, ou ao menos tentou.

— Não é nada, estou bem. — Respondeu Chris, de forma vaga. — Só tenho que ti levar em segurança, esse é o meu trabalho.

Olivia franziu as sobrancelhas e empurrou-o contra uma árvore, interrompendo a caminhada.  Chris fez uma expressão confusa e a fitou, esperando alguma resposta de sua ação súbita e deveras estranha.  A garota, no entanto, apenas suspirou e projetou seus olhos vorazmente na direção do amigo.

— Seu trabalho?  Desde quando passou a agir como um idiota? — Vociferou, elevando a voz a cada palavra pronunciada. — Você não é assim!  E agora está me assustando, de verdade.  Afinal das contas, para que lugar está realmente me levando?

— Eu já disse, para o Acampamento meio-sangue. — Respondeu ele, ainda imóvel, com o peito arfando debaixo das mãos de Olivia. — Pode me soltar, por favor?

Olivia fez o seu pedido e cruzou os braços, com os lábios crispados.  Um longo momento de troca de olhares e expressões diversas surgindo a face, ocorreu, até que, em determinado momento, a semideusa voltou a caminhar.  Contudo, para a direção oposta, a fim de retornar a sua casa.

— Para onde pensa que está indo? — Um quê de irritação se fundiu a voz de Chris e ele passou a segui-la. — Liv, volte aqui! Temos que ir ao acampamento, agora!

A garota continuou a caminhar, escutando os ruídos emitidos pela floresta e os passos do amigo há poucos metros de distância de si, ignorando-os descaradamente.  Ele mancava, por isto tornava difícil qualquer exercício que fizesse, ao menos podia se desvencilhar das terríveis aulas de educação física.

— Não.  E quer saber de uma coisa? Não confio mais em você, não com essas variações de humor patéticas e... — Ele segurou o cotovelo dela e a puxou, interrompendo a sua fala.   Chris se inclinou até que os vossos rostos ficassem a apenas centímetros longe um do outro.  Olivia podia sentir o hálito delicioso dele, de chiclete com menta, e a sua respiração se desnivelou, acelerada. — O que vai...?

Os seus lábios se tocaram brevemente, repetindo o movimento uma ou duas vezes.  Contudo, fora tempo o suficiente para deixar Olivia em estado de puro êxtase, como se uma energia emanasse de seu corpo com fluidez. Ela arfou, buscando um modo de expulsar o ar que se reteve nos vossos pulmões.

Ergueu a cabeça e fitou os olhos de Chris, nem havia reparado que colocou as mãos nos ombros dele.  No entanto, antes que pudesse pronunciar qualquer palavra, o som de um graveto sendo quebrado emitiu-se pela floresta e rapidamente o seu amigo se posicionou, desembainhando uma adaga de bronze.

— Corra para o acampamento. — Ordenou em voz baixa, quase inaudível. — É naquela direção ali, vá logo.

— Eu na vou ti deixar, Chris.

— Vai sim, porque eu estou pedindo. — Os olhos dele migraram de um ponto em específico das árvores para os olhos demasiadamente azuis de Olivia. — Por favor. — Disse, suplicante.

A garota cedeu e se pôs a correr, os pés escorregando ou tropeçando por aquele solo natural, do qual não tinha nenhum costume.  Demorou um bom tempo até que encontrasse a entrada do acampamento, onde gritou por ajuda, torcendo para que Chris estivesse bem.

Um grupo de busca fora atrás dele, no entanto, retornaram na mesma quantidade de garotos, sem nenhum a mais.  

Sem o Chris.



Thanks Lari @ CG

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Phobos em Qui Out 23, 2014 8:23 pm



~Avaliação


Sim, sua ficha está ótima, seus detalhes foram postos nas horas exatas, seus motivos foram um tanto bons, mas acho que não fui muito engenhoso colocar outros fóruns na jogada. Sem mais delongas, bem vinda filha de Nyx.

~Att por Nêmesis

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Phillip Walker Dibord em Sex Out 24, 2014 12:20 am

Nome Completo: Phillip Walker Dibord.

Idade:17 Anos.

Deus(a) escolhido:Érebo.

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Bom primeiro porque e um dos deuses com quem mais identifico na personalidade do meu personagem, segundo pelo fato de ser o único deus por quem me interesso de fato na mitologia grega. E terceiro não sei curto ele e quero ser filho dele..

História:

Quando criança morava com sua mãe em Roterdã, Holanda. Como todo semideus, nunca "se deu bem" com a escola. Não conseguia ficar um ano inteiro numa escola e seu problema de atenção só piorava a sua situação. Desde pequeno, sofria com professores esquisitos que pareciam estar querendo jogá-la dentro de um vulcão em erupção, ou algo assim, a qualquer momento.
Além disso, aconteciam coisas estranhas com Phillip que ele simplesmente não sabia como explicar, como a vez em que estava brincando na rua a noite e roubou as luzes do local o deixando adentrar em uma escuridão profunda.
Era só um garotinho quando descobriu o poder que a arte tinha sobre seus sentimentos e bem-estar. Desde então, passou a ter aulas de piano, violino e de belas artes. Aprendia com facilidade, e logo já pintava quadros e escrevia letras de música.
Sua relação com sua mãe sempre foi muito boa. Esta sempre apoiou o filho. Phillip não tinha muitos amigos, sempre foi muito tímido em relação a aproximações. Por isso, sua única amiga era de fato sua progenitora.
Porém, a os 16 anos, em um dia que parecia ser como qualquer outro, Phillip chegou a sua casa com a notícia de que sua mãe havia sofrido um acidente de carro e que não havia resistido. Aquilo o deixou arrasado e em colapso.
Seu padrinho, Chad, amigo de sua mãe, o consolava. Dizia que tudo ficaria bem, que eles iriam achar uma forma de resolver aquela situação. Porém… aquilo não entrava na cabeça do jovem. Deforma alguma.
Por uma semana inteira, o rapaz teve de passar seus dias, sozinho em casa - sabia cuidar da mesma e cozinhar, obvio -. Conseguia se virar bem - e todo dia, Chad vinha visita-lo e ajudá-lo na casa -, mas o rapaz sentia que faltava algo. Faltava aquele beijo na bochecha que recebia ao sair de casa. Aquele “Leve um agasalho!”. Aquele “Boa noite, meu anjo” antes de ir dormir… faltavam os sorrisos. Faltava a felicidade em si.
Em pouco tempo, Phillip entrou em decadência. Parou de ir à escola, parou de comer, parou de ir as aulas de piano/violino, de dormir…
Ele entendeu que não havia mais porque continuar a viver.
E foi o que fez.
Apanhou uma faca afiada e mirou-a em seu pulso. No mesmo instante, ouviu uma voz vinda da na porta. “Chad…” pensou. O homem tinha a cópia da chave da casa, claro... Assim, escondeu a faca atrás de si e esperou que o mesmo entrasse. Este, o saudou. Trazia pão, leite e outros alimentos. Chad deixou as sacolas no balcão e notou que o jovem escondia algo.
“Que se passa, Phillip?”
Pediu ao jovem que o mostrasse o que escondia  e quando viu a faca e a assimilou às marcas da tentativa de cortar seu pulso, arregalou os olhos e tapou a boca com a mão, completamente surpreso.
Depois de conversas, lágrimas e abraços, Chad fez o mais jovem prometer que nunca mais iria tentar algo daquele porte.
Os dois comeram, conversando e rindo, até que homem interrompeu um silêncio pós-gargalhadas para dizer “algo que a deixaria contente”. Curioso, Phillip pediu-o que continuasse. E assim, a adulto disse que conseguiu falar com uma tia dele, Aurora, e que, se tudo desse certo, ele poderia ir morar com ela.
De fato, aquilo o deixou muito contente.
“Tia Aurora? Sério? E onde ela mora?Amsterdã?”
“E-eer… não,Phill. Ela mora em San Diego, na Califórnia”
“EUA...” Mencionou surpreso.
Claro, ir para tão distante assim não estava nos planos do rapaz. O máximo que conseguia pensar era para o norte do seu tão amado país.
Mas, isso não era uma escolha e ele deveria seguir o que lhe era mais conveniente.
Assim que chegou à tão famosa San Diego, encontrou sua tia no aeroporto, uma mulher que aparentava ser sua irmã mais velha. Cabelos castanhos tingidos de vários tons de roxo, olhos negros e pele bronzeada. Usava um short jeans e uma camiseta teen caída sobre os ombros, com seu biquíni rosa à mostra. Phillip notou também que a tia usava um óculos escuros na cabeça, sinais de que ela passava seu tempo na praia.
E-er.. tia Aurora parecia ser uma boa pessoa.
Os anos se passaram, e o jovem aprendeu muita coisa com sua tia. Mesmo que esta pareça uma dessas “Coroas que se fazem de adolescentes”, Aurora conseguia dar conselhos e consolos para o rapaz, sempre sendo gentil e compreensiva.
A mulher virou um “modelo” para Phillip, que radicalizou, tingiu seus castanhos de laranja e passou a se divertir ao extremo - “A vida é curta demais para se vivê-la sem diversão.” por Aurora Walker Dibord -.
Por incentivo de sua tia, começou a frequentar as praias e ir às festas.
Tudo tinha voltado ao normal.
Durante algum período, tudo ia bem. O rapaz até conseguiu fazer um amigo.Lenon, um garoto negro cadeirante da sua escola. Porém, durante o final do ano letivo, quando Phillip pensou que jamais teria que se preocupar com cantineiros que atiravam molho de cachorro-quente em si, um professor substituto começou a lhe "perseguir".
Por algumas semanas, este lhe dirigia olhares de repulsa.
Foi quando o professor a deixou na detenção que tudo começou.
Ela estava sentada numa das cadeiras, com o professor a sua frente. Estava morrendo de tédio. Não se podia fazer absolutamente nada. Olhou seu relógio de pulso. Só mais vinte minutos ali... "Isso vai demorar..." pensou. Quando fitou o docente, pensando em alguma desculpa para sair mais cedo, viu seu professor se transformar em mantícore.
Janelas e portas trancadas, não tinha mais saída.
Como um desses super-heróis de revistas em quadrinhos, Lenon, agora sem a cadeira de rodas e sim em sua forma sátira, arrombava a porta da sala, lutando bravamente e corajosamente contra o monstro e logo puxando o rapaz para uma das janelas, quebrando-a. Os dois pulam - a sala ficava no primeiro andar - e correm até o sistema de esgoto. Phillip nem contradiz nada, ainda estava perplexo com a cena que viu - seu amigo com pernas de bode lutando contra uma criatura anormal "das trevas" -.
Depois de uma asquerosa caminhada, chegam até um beco sem saída por meio de um bueiro, onde um carro os aguardava. Assim que o rapaz já estava "calmo", começa a fazer milhares de perguntas sobre tudo que aconteceu. Calmamente, Lenon começa a lhe explicar tudo, desde os ataques até às coisas estranhas que lhe aconteciam.
Mesmo ainda não entendendo e ligando coisa com coisa, Phillip concorda em ir com ele, não teria coragem de voltar àquela escola tão cedo...
E assim, entram no transporte de quatro rodas e partem para o acampamento meio-sangue.
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Ártemis em Sex Out 24, 2014 11:21 am



~Teste inválido

Phillip, atualmente não há o grupo "Filhos de Érebo" no fórum, portanto, não é possível fazer o teste de reclamação para ser filho deste deus. Por isso seu teste será considerado inválido. Recomendo que dê uma olhada nos deuses disponíveis antes de repostar sua ficha.

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Phillip Walker Dibord em Sex Out 24, 2014 5:09 pm

Nome Completo: Phillip Walker Dibord.

Idade:17 Anos.

Deus(a) escolhido:Apolo.

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Bom primeiro porque e um dos deuses com quem mais identifico na personalidade do meu personagem, segundo pelo fato de ser o único deus por quem me interesso de fato na mitologia grega. E terceiro não sei curto ele e quero ser filho dele..

História:

Quando criança morava com sua mãe em Roterdã, Holanda. Como todo semideus, nunca "se deu bem" com a escola. Não conseguia ficar um ano inteiro numa escola e seu problema de atenção só piorava a sua situação. Desde pequeno, sofria com professores esquisitos que pareciam estar querendo jogá-la dentro de um vulcão em erupção, ou algo assim, a qualquer momento.
Além disso, aconteciam coisas estranhas com Phillip que ele simplesmente não sabia como explicar, como a vez em que estava brincando na rua a noite e roubou as luzes do local o deixando adentrar em uma escuridão profunda.
Era só um garotinho quando descobriu o poder que a arte tinha sobre seus sentimentos e bem-estar. Desde então, passou a ter aulas de piano, violino e de belas artes. Aprendia com facilidade, e logo já pintava quadros e escrevia letras de música.
Sua relação com sua mãe sempre foi muito boa. Esta sempre apoiou o filho. Phillip não tinha muitos amigos, sempre foi muito tímido em relação a aproximações. Por isso, sua única amiga era de fato sua progenitora.
Porém, a os 16 anos, em um dia que parecia ser como qualquer outro, Phillip chegou a sua casa com a notícia de que sua mãe havia sofrido um acidente de carro e que não havia resistido. Aquilo o deixou arrasado e em colapso.
Seu padrinho, Chad, amigo de sua mãe, o consolava. Dizia que tudo ficaria bem, que eles iriam achar uma forma de resolver aquela situação. Porém… aquilo não entrava na cabeça do jovem. Deforma alguma.
Por uma semana inteira, o rapaz teve de passar seus dias, sozinho em casa - sabia cuidar da mesma e cozinhar, obvio -. Conseguia se virar bem - e todo dia, Chad vinha visita-lo e ajudá-lo na casa -, mas o rapaz sentia que faltava algo. Faltava aquele beijo na bochecha que recebia ao sair de casa. Aquele “Leve um agasalho!”. Aquele “Boa noite, meu anjo” antes de ir dormir… faltavam os sorrisos. Faltava a felicidade em si.
Em pouco tempo, Phillip entrou em decadência. Parou de ir à escola, parou de comer, parou de ir as aulas de piano/violino, de dormir…
Ele entendeu que não havia mais porque continuar a viver.
E foi o que fez.
Apanhou uma faca afiada e mirou-a em seu pulso. No mesmo instante, ouviu uma voz vinda da na porta. “Chad…” pensou. O homem tinha a cópia da chave da casa, claro... Assim, escondeu a faca atrás de si e esperou que o mesmo entrasse. Este, o saudou. Trazia pão, leite e outros alimentos. Chad deixou as sacolas no balcão e notou que o jovem escondia algo.
“Que se passa, Phillip?”
Pediu ao jovem que o mostrasse o que escondia  e quando viu a faca e a assimilou às marcas da tentativa de cortar seu pulso, arregalou os olhos e tapou a boca com a mão, completamente surpreso.
Depois de conversas, lágrimas e abraços, Chad fez o mais jovem prometer que nunca mais iria tentar algo daquele porte.
Os dois comeram, conversando e rindo, até que homem interrompeu um silêncio pós-gargalhadas para dizer “algo que a deixaria contente”. Curioso, Phillip pediu-o que continuasse. E assim, a adulto disse que conseguiu falar com uma tia dele, Aurora, e que, se tudo desse certo, ele poderia ir morar com ela.
De fato, aquilo o deixou muito contente.
“Tia Aurora? Sério? E onde ela mora?Amsterdã?”
“E-eer… não,Phill. Ela mora em San Diego, na Califórnia”
“EUA...” Mencionou surpreso.
Claro, ir para tão distante assim não estava nos planos do rapaz. O máximo que conseguia pensar era para o norte do seu tão amado país.
Mas, isso não era uma escolha e ele deveria seguir o que lhe era mais conveniente.
Assim que chegou à tão famosa San Diego, encontrou sua tia no aeroporto, uma mulher que aparentava ser sua irmã mais velha. Cabelos castanhos tingidos de vários tons de roxo, olhos negros e pele bronzeada. Usava um short jeans e uma camiseta teen caída sobre os ombros, com seu biquíni rosa à mostra. Phillip notou também que a tia usava um óculos escuros na cabeça, sinais de que ela passava seu tempo na praia.
E-er.. tia Aurora parecia ser uma boa pessoa.
Os anos se passaram, e o jovem aprendeu muita coisa com sua tia. Mesmo que esta pareça uma dessas “Coroas que se fazem de adolescentes”, Aurora conseguia dar conselhos e consolos para o rapaz, sempre sendo gentil e compreensiva.
A mulher virou um “modelo” para Phillip, que radicalizou, tingiu seus castanhos de laranja e passou a se divertir ao extremo - “A vida é curta demais para se vivê-la sem diversão.” por Aurora Walker Dibord -.
Por incentivo de sua tia, começou a frequentar as praias e ir às festas.
Tudo tinha voltado ao normal.
Durante algum período, tudo ia bem. O rapaz até conseguiu fazer um amigo.Lenon, um garoto negro cadeirante da sua escola. Porém, durante o final do ano letivo, quando Phillip pensou que jamais teria que se preocupar com cantineiros que atiravam molho de cachorro-quente em si, um professor substituto começou a lhe "perseguir".
Por algumas semanas, este lhe dirigia olhares de repulsa.
Foi quando o professor a deixou na detenção que tudo começou.
Ela estava sentada numa das cadeiras, com o professor a sua frente. Estava morrendo de tédio. Não se podia fazer absolutamente nada. Olhou seu relógio de pulso. Só mais vinte minutos ali... "Isso vai demorar..." pensou. Quando fitou o docente, pensando em alguma desculpa para sair mais cedo, viu seu professor se transformar em mantícore.
Janelas e portas trancadas, não tinha mais saída.
Como um desses super-heróis de revistas em quadrinhos, Lenon, agora sem a cadeira de rodas e sim em sua forma sátira, arrombava a porta da sala, lutando bravamente e corajosamente contra o monstro e logo puxando o rapaz para uma das janelas, quebrando-a. Os dois pulam - a sala ficava no primeiro andar - e correm até o sistema de esgoto. Phillip nem contradiz nada, ainda estava perplexo com a cena que viu - seu amigo com pernas de bode lutando contra uma criatura anormal "das trevas" -.
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Mesmo ainda não entendendo e ligando coisa com coisa, Phillip concorda em ir com ele, não teria coragem de voltar àquela escola tão cedo...
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Phobos em Sex Out 24, 2014 6:30 pm



~avaliação


Aprovado

Phillip, bem, sua ficha foi boa, realmente boa, ponderei por uma hora aprolvá-lo ou não, pois ocorreram alguns erros ortográficos graves, mas bem, como não sou de ferro, lhe aprovarei, mas da próxima vez, revise seu texto antes de postá-lo.
Att por Nêmesis
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Aurora R. Kunger em Sex Out 24, 2014 6:50 pm






Reclamação...

Nome: Aurora Runt Kunger

Idade: 16 anos.

Deusa escolhida: Quione.

Porque quer ser reclamado por essa deusa:
Quione ser a deusa da neve é o principal motivo de ter sido a minha escolha. Seus poderes e presentes de reclamação estão ótimos, e como a deusa não tem uma atenção tão grande na mitologia, é perfeito para a personagem que gostaria de desempenhar.

História:
Aurora nasceu em Quebec e foi criada por Pietr, seu pai, em uma grande mansão isolada dos centros urbanos. Por catorze anos, ele impediu a garota de sair de casa, principalmente durante os duros invernos que assolavam a região; era quase como se tivesse medo de que Aurora desaparecesse assim que cruzasse os portões da grande casa. Por isso, cercou sua filha de tudo que o dinheiro pudesse comprar. Aurora aprendeu a tocar piano, dançar balé e até mesmo aprender esgrima (maior imposição de seu pai). Infelizmente, Pietr esqueceu do mais importante: demonstrar carinho e amor por sua prole.

Em toda sua vida, Aurora nunca viu seu pai sorrir, ou proferir uma palavra carinhosa para ela. Durante o inverno, então, ele trancava-se em um andar e passava o dia em seu escritório, só saindo quando sua filha já dormia. Ele nunca falara nada sobre a mãe dela ou sobre outros parentes, dando a entender que eram apenas eles como família... Eles e a grande equipe de empregados que Pietr mantinha na mansão, assumindo o papel de educar a garota.

No dia de seu aniversário de catorze anos, a garota cansou-se de ser mantida quase como uma prisioneira em sua própria casa. Ignorando os caros casacos de pele que seu pai lhe dera por intermédio de sua governanta, ela quebrou as regras ao correr para o quintal gelado. Era final de dezembro, e o gelo já era presente em toda parte. Estranhamente, Aurora não sentiu frio. Pensando melhor, ela percebeu que nunca sentira frio na sua vida, e que o fato de ter que usar várias roupas pesadas para conservar o calor não a afetava.

Vestindo shorts e camiseta, a garota pôs-se a construir bonecos de neve atrás da mansão. Infelizmente, bem abaixo da janela do escritório de seu pai. Ele ficou horrorizado com a situação, enquanto seus piores temores se confirmavam. Agora, a garota teria que saber a verdade sobre sua família, mais especificamente, sua mãe.

Quatro dias depois, ela estava cruzando o país de avião até New York, U.S.A. Ao seu lado, um jovem garoto, aparentemente contratado por seu pai, para acompanhá-la até um "local seguro". Ela não sabia muito bem o que estava acontecendo, pois seu pai não lhe dirigira a palavra desde que ela fizera os bonecos de neve atrás da mansão. Confusa e assustada, ela enchera seu acompanhante de perguntas, mas ele também parecia nervoso e não deu muitas explicações. Se ela soubesse que iria para um lugar em Long Island chamado Acampamento Meio-Sangue, teria ficado ainda mais difícil de convencê-la a ir.

Foi assim que, sozinha e com medo, Aurora chegou naquilo que todos chamavam de "lar seguro" para pessoas como ela. Semideuses.


post: 000notes: notes aquitagged: tags aqui clothes: link aqui
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Sex Out 24, 2014 6:59 pm



~avaliação


Achei realmente rápida, curta e boa sua história, não lutou contra nenhum monstro e nem os citou, isso deixou a pecar um pouco, mas outros fatores da sua história poderiam justificar isso. Bem Vinda Prole de Quione!
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Morgan H. Jones em Sab Out 25, 2014 2:40 am

Reclamação.
Nome: Morgana Beatrice Hartley Jones

Idade: 17 anos.

Deusa escolhida: Nyx.

Porque quer ser reclamado por essa deusa:
Além do fato de Nyx ser - na minha humilde opinião - uma deusa poderosíssima - principalmente por conhecer pontos fracos dos deuses), minha personagem combina (em parte, pois sempre existe o lado mortal da história) com a deusa. Morgan, assim como a noite, tem uma faceta bela, ao mesmo tempo em que pode ser assustadora, e acredito que poderei demonstrar isso de forma clara sendo filha de Nyx.

História:
Talvez houvesse algo ali muito mais interessante do que o teto branco, melancólico e repleto de luzes fluorescentes, ou mesmo mais útil do que o docente sem quaisquer atributos chamativos – e, acrescento aqui, a incapacidade do mesmo em reter a atenção dos 30 adolescentes que ali “mofavam” durante os últimos 40 minutos. Definitivamente, se tivesse de escolher entre pular do alto de um prédio e assistir a mais uma aula do “Senhor Rogers” (ou, como ele mesmo tratou de ressaltar) o “Capitão América” da realidade. Salvando jovens da ignorância matemática desde mil novecentos e lá vai bolinha; com toda a certeza, eu pularia de um prédio.
Não me entenda mal, o Rogers é um cara bacana – pelo menos é assim que a diretora o descreve todas as vezes em que qualquer um de nós (e, por nós, quero dizer: Eu, Juno, Hector ou Keegan) vai parar na sala dela por qualquer que seja a suposição conspiratória do velho gagá (que, supostamente, acredita que viemos ao mundo para atazana-lo pelo resto de seus dias como professor) em relação às nossas tentativas ilícitas de fazê-lo demitir-se por conta própria e nos deixar em abstinência de seus malditos logaritmos pelo resto do ano.
O relógio acima da lousa branca parece zombar de cada um de nós, enquanto Rogers disseca cuidadosamente uma de suas ferramentas de tortura em forma de gráfico, bato insistentemente com a ponta do lápis, diretamente sob a folha do caderno, como se estivesse conversando em código Morse, o que seria impossível, visto que desconhecia a arte de fazer barulhinhos e transmitir informações em códigos (minhas colas nas provas seriam milimetricamente mais eficientes, caso soubesse), bufando a cada minuto apontado pelos ponteiros alegremente ridículos e azuis, tendo como plano de fundo os smufs. Sinceramente, aquela carinha azul devia ser proibida de sorrir durante os 50 minutos de cada período.Não sou a única que se encontra em um estado letárgico. Suspiro, revirando os olhos e ajeitando-me na cadeira a fim de evitar que minha bunda ficasse quadrada.
- Psiu. – Ouvi alguém chamar, às minhas costas. Viro-me rapidamente, é Keegan. Os olhos negros como dois besouros esquadrinham meu rosto assim que me viro, um sorriso involuntário surge quando ele me mostra a palma de sua mão, onde algo está escrito (e, por um mero acaso, não consigo ler graças à dislexia), arqueio uma sobrancelha, lançando um olhar inquisidor ao loiro, que solta uma risada pelo nariz. “No terraço, cinco minutos” diz ele, sem emitir sol algum. Assinto, e viro-me para a frente, voltando ao semblante sério de sempre.
Mais uma eternidade pareceu passar-se antes que o sinal finalmente soasse, estridente, logo sendo seguido pelo som de dezenas de passos inundando o corredor. Não demora para que a turba de estudantes exaustos siga pelos corredores e eu, mais do que depressa, recolhi todo o meu material e deixei a sala de aula para o corredor lotado. Ás vezes, unir-se a horda era algo completamente benéfico.
---
O Terraço nada mais era do que o telhado de um velho balcão abandonado em Hoboken, New Jersey. Não era nenhum lugar extraordinário, mas pouco frequentado. Depois que mudei – vinda de Seatle e, antes disso, Londres. De acordo com papai, nasci na grande metrópole Britânica, mas fomos obrigados por minha mãe – que nunca conheci – a nos mudar para os Estados Unidos. A história é confusa e papai disse que não sabia que minha mãe estava grávida até que ela apareceu na porta da casa da banda punk que ele tinha antigamente. Quando fiquei grandinha o suficiente para viajar sem dar trabalho, ele voltou para cá.
Termino de subir a escada lateral, sentindo a ferrugem sob as solas de meus sapatos. Keegan costumava dizer que a escada nos mataria qualquer dia desses. Pulo a amurada, limpando a poeira das mãos, limpando-as na calça jeans, o vento soprava levemente, fazendo meus cabelos “dançarem” incomodamente em frente aos meus olhos, mas pude ver que Kee já se encontrava lá, sua mochila estava jogada perto de uma das chaminés, e o garoto devia estar escondido. Sorrio, procurando-o atrás das mesmas. Nada. – Sabia que viria aqui. – Diz alguém, e só então noto a figura. Meus olhos se arregalam, a Diretora Grace Hayland está ali, sorrindo sadicamente no terninho cinzento.
Por algum motivo, um arrepio subiu por minha espinha, fazendo os cabelos de minha nuca arrepiarem-se. Algo ali estava errado, muito errado. – Onde está Keegan? – Pergunto, minha voz está levemente trêmula, eu sentia que não gostaria da resposta, nem um pouquinho. Meus olhos correm pelo terraço, não notando nenhum sinal de meu melhor amigo, além de sua mochila – agora que noto – simplesmente jogada ali. Não parecia com algo que Kee faria. A Sra. Hayland riu,e foi como sentir minha alma congelar. – O jovem Gilbert  deu um pequeno... Mergulho, lá para baixo. – Explicou ela, ainda rindo, enquanto indicava a outra extremidade do local. – Não sei se irá voltar.
Eu a encaro, e sinto meus olhos se arregalarem perante a naturalidade com a qual a mesma fala aquilo. Corro para o outro lado do telhado do balcão, sentindo cada músculo arrepiar conforme sentia os olhos da diretora em minhas costas. O gosto de bile e a ânsia de vômito vem imediatamente à minha boca quando encaro o corpo de Keegan simplesmente largado ali em baixo, há sangue em suas roupas e uma de suas pernas estava em um ângulo estranho. Me viro, mordendo a parte interna de minhas bochechas. – O que você fez? – Minha voz sai, mais alta do que planejara, minhas mãos fechadas em punhos de forma tão forte que senti um ardor ao ter as palmas perfuradas. Antes que me dessem conta, a diretora estava me segurando perigosamente sob a amurada, um olhar maligno em sua face, distorcida por raiva e excitação, realmente, eu não estava lá entendendo muita coisa. – Tem ideia de quanto tempo esperei por este momento? Quantas vezes não te matei ali mesmo, na sala da direção?
Ela segurava algo que não pude distinguir, em parte por seus cabelos grisalhos tapando minha visão, em parte que estava ocupada demais assimilando a possibilidade de ir para casa em um saco preto. Começo a tentar forçar os braços ossudos e extremamente fortes para alguém de uns 55 anos. – Me... Larga, sua velha caquética. – Grito, tentando empurra-la para longe de mim. São poucos minutos que se parecem uma eternidade, e cada vez a mão que segura se aproxima mais de meu rosto. Fecho os olhos, em frente à morte iminente.
Por incrível que pareça, o golpe não vem, e abro os olhos assim que sinto a falda de pressão por parte da quase idosa, pode imaginar que meu queixo caiu ao ver o senhor Rogers ali, segurando uma adaga firmemente nas mãos. – Mas... o que? – Consigo dizer, antes que o professor agarre firmemente meu braço e comece a me puxar para longe dali. – Vamos, Morgana, não temos muito tempo, ela pode voltar a qualquer momento. – Não tento mascarar a confusão, mas depois de ser atacada pela diretora caquética da escola, não questionava ser arrastada por um Rogers – agora não tão mais velho, já que seus cabelos mudam rapidamente do grisalho para o ruivo enquanto a pele parece receber uma injeção megarápida de botox.
- O que está acontecendo, Senhor Rogers? – Questiono, a voz saindo embargada. Quando foi que eu me tornara tão... Fraca? Olhava para todos os lados, esperando ver a senhora correndo desvairada em seu terninho cinza, correndo em minha direção como se fosse comer um pedaço de minha carne (não tinha dúvidas disso). Parei, de repente, olhando o não-tão-mais-senhor (na verdade, um ser humano COMPLETAMENTE pegável, agora). – Não vou a lugar algum antes de você me explicar... – Minha frase é interrompida por um rugido gutural vindo de algum lugar não muito longe. Rogers me lança um olhar sugestivo e eu o sigo, sem pestanejar, até uma caminhonete estacionada não muito longe. – Espere, mas e o Keegan? – Questiono, olhando novamente para o balcão. – Ele está...? – Rogers abre a porta do carona para mim, e entro no carro sem quaisquer objeções.
- Ele ficará bem, uma ambulância está vindo, por hora, tenho que leva-la ao acampamento, ordens do seu pai. – Suspiro, enquanto ele dá a partida e abraço minha mochila, encolhendo no branco enquanto entramos no transito de Hoboken. Conforme avançamos pela estrada, Rogers me conta tudo o que eu precisava saber: Primeiro, ele não era – exatamente – professor de matemática e estava disfarçado caçando a Sra Hayland, que não é humana, e sim um monstro, fora um acaso me encontrar e, atenha-se ao fato: Não sou, exatamente, humana, e sim uma semideusa. É, aparentemente, um de meus pais é um dos deuses gregos, sim, aquele lance de mitologia.
Fico em silêncio, digerindo tudo o que me é contado. O cara de uns vinte anos que fora meu professor de matemática pelos últimos oito meses conseguia me assombrar mais do que um filme de terror dos anos 90 (por que os de agora são fraquinhos. E como são). E a viagem até Long Island é bastante tranquila, apesar de tudo.
Seguimos até um local com diversas fazendas e o cheiro de morango invede minhas narinas assim que desço do carro. – Só precisamos seguir em frente e subir aquela colina. – Ele diz, indicando uma colina onde havia um pinheiro... E algo mais, mas estava anoitecendo e eu não conseguia distinguir o que estava no alto da mesma. Pego uma mala na parte de trás da caminhonete e a coloco no ombro, aparentemente, papai já sabia que esse dia chegaria e se preparara para tudo. Jake (seu primeiro nome) solta o cinto, mas o cantar de pneus se faz presente, na estrada logo atrás, olhamos ao mesmo tempo e um carro preto segue em alta velocidade, os olhos de Jake se direcionam para mim e ele sorri. – Corra o mais rápido que puder, suba a colina, não olhe para trás. Rápido. – Ele me apressa, e viro-me para correr, por algum motivo, sentia que seria a ultima vez que nos veríamos. – E, Morgan. – Viro-me uma última vez e o encaro, nossos olhos se encontram e ele sorri. – Você era a minha melhor aluna... Agora corra. – Sorrio e começo a correr, o mais rápido que posso, me arrependendo amargamente pelos 17 anos de puro sedentarismo e comida gordurosa. Subo a colina o mais rápido que posso, e não olho para trás nenhuma vez, nem mesmo quando o horripilando som de dois veículos colidindo chega aos meus ouvidos.
Thanks ϟMorgan
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Morgan H. Jones
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