Teste de Reclamação

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Teste de Reclamação

Mensagem por Hipnos em Qui Jul 31, 2014 6:51 pm

Relembrando a primeira mensagem :




Ficha de Reclamação


Para participar do rpg é preciso que faça uma ficha de reclamação para um respectivo deus. Tal deus lhe beneficiara como por exemplo com poderes e presentes únicos (Presentes Progenitores Divinos e Presentes Seres da Natureza), portanto faça a escolha sabiamente. A ficha de reclamação é um teste baseado em perguntas para ver se você é merecido de ganhar sua reclamação, nem sempre você vai conseguir passar na ficha então capriche! Logo em seguida vai estar a ficha, uso de template é opcional.
Obs.: Quanto aos presentes, todos são obrigatórios.

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Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)?
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Ártemis em Sab Out 25, 2014 9:26 am



~Avaliação

Morgan, gostei da sua ficha. Foi envolvente e bem descrita, sem a presença de coisas desnecessárias. Encontrei apenas poucos errinhos bestas de digitação, no mais, foi excelente. Bem-vinda, filha de Nyx.
~Atualizado

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Francis Noah em Sab Out 25, 2014 10:43 pm

Nome Completo: Francis Noah

Idade: 17 Anos.

Deus(a) escolhido: Herácles.

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)?: Não vou ser hipócrita, sua força e poder me conduziram a isto, e quero utilizar isto para matar você.

História: “Ei, garoto. Você aí no chão, acorde!” Foram as palavras que me despertaram. Estava no chão de uma praça pública, coberto apenas por algumas sacolas que voaram e pararam ali. Meus olhos doíam, a rua estava escura e tinha um policial ou guarda, ou seja lá o que era aquilo apontando uma lanterna diretamente no meu rosto. Seu pé foi de encontro à minha barriga, mas fui rápido e levantei antes que ele pudesse me acertar. Engraçado, um homem que deveria servir e proteger fazendo algo daquele jeito. A noite em NY estava fria como de costume e eu deveria voltar para casa. Mas... Que casa? Eu não tinha uma, pelo menos não me lembrava de ter. Tinha perdido a minha memória. Eu só tinha certeza de que me chamava Francis e que tinha 9 anos.
Vaguei por aquelas ruas por muito tempo. Muito, muito tempo mesmo. Meu estômago roncava de fome e eu já não tinha mais saliva, tamanha era minha sede e fome. Vi coisas que poderiam ter traumatizado qualquer criança, mas eu de alguma forma era diferente. Eu não me assustava com aquilo. Ficava bem quando a noite chegava e tinha até conseguido comida e água com o garçom de um restaurante, que aparentava ser uma boa pessoa. A vida na rua era difícil, ainda mais quando você não se lembra de nada do seu passado, seus pais, de onde você vem. Tinha perdido a conta de quantas vezes eu abracei meus joelhos e dormi chorando naquela posição em qualquer beco escuro do Queen. Em uma dessas noites, algo estranho aconteceu. Acordei com o som de passos, mas não eram passos normais. Era como se cobras estivessem rastejando por ali. “Sinto cheiro de semideussssss”, foi o que eu ouvi. Aquelas palavras pareciam ter sido ditas por cobras que andam e falam. Não tinha sentido algum. Naquela mesma noite, adormeci.
Acordei com uma mulher estranha me cutucando, perguntando se eu estava bem. Respondi que sim, mas ela sabia que era mentira. Tinha a mesma voz que eu ouvi na noite passada, mas pensei ter sido apenas um sonho bobo. Ela me levou para sua casa, me deixou tomar banho, me deu roupas e algo para comer. Parecia um sonho ter uma pessoa tão boa assim. Depois saímos para algumas compras e eu vi o que ela realmente era. Chegando de noite em sua casa ela me atacou assim que viramos a esquina e ela viu que a rua estava deserta. Me jogou contra a parede com uma força que eu duvidava que alguém com aquele porte físico poderia ter. Então, suas pernas mudaram. Ela tomou a forma de uma mulher-cobra. Gritei, gritei alto para que toda a vizinhança pudesse me ouvir, mas não foi o que aconteceu. Enquanto ela se aproximava para me atacar, ouvi o som de cascos batendo e um fio de esperança brotou em meu coração.
Como se fosse meu anjo da guarda, um homem metade bode da cintura para baixo apareceu correndo e jogou a mulher no chão com um coice. Ela caiu e começou a tentar se levantar, enquanto o homem começava a tocar uma canção em sua flauta de madeira. Péssima hora pra músicas. Ele me jogou uma espécie de faca, com a lâmina um pouco mais longa. Reluzia com a luz da Lua. Segurei aquilo sem saber o que fazer. Fechei os olhos ao ver a mulher-cobra vindo pra cima de mim e coloquei a tal faca para cima. Ela se jogou e caiu na lâmina. Quase que no mesmo momento, ela virou uma pilha de pó. Percebendo meu estado de choque, aquele homem-bode ou qualquer coisa assim me puxou pela mão. “Venha, precisamos ir até acampamento”.
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Ártemis em Dom Out 26, 2014 12:51 pm



~Avaliação

Francis, a sua história, apesar de curta, foi boa e direta, e encontrei apenas alguns errinhos bestas de digitação pelo post, que você poderia ter evitado com uma rápida revisão. No mais, o texto foi envolvente, e ao meu ver seria injusto lhe reprovar apenas pelo tamanho da ficha e por poucos erros. Estarei de olho em você, filho de Héracles.
~Atualizado

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Ally Cowell em Ter Out 28, 2014 6:23 pm
















Just Be True


Nome Completo: Allyssa Cowell
Idade: 16
Deus(a) escolhido: Dionísio
Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)?
Dionísio é o deus mais presente na vida dos filhos, pois ele mora no acampamento, embora rabugento, chato, gordo e idiota daria um bom pai, além de seus filhos geralmente serem imunes ao álcool e todas essas coisas.

História:
A menina dirigia-se a mesa de doces, seus cabelos estavam trançados com um passador de flores, seus olhos rondavam cada uma das mesas. Ela nunca imaginara como poderia ser tão chato ir a uma festa de casamento, seu vestido roxo era de longe mais bonito que o da noiva, o vestido da pobre coitada que se casou com o irmão de Ally era um vestido branco que se arrastava pelo chão, isso não seria um problema exceto pelo fato de o casamento ser ao ar livre, imagine só, se alguém com tanta genialidade iria usar um vestido comprido, nunca imaginara na certa que iria ficar com a barra toda suja de terra e grama!
‘Isso é de longe a pior coisa que já vi!’ pensava a garota que agora se sentara para poder fugir do tédio que era aquela festa. Ela olhava rapidamente para cada pessoa que estava ali, sentia uma pena imensa. ‘Coitados não sabem se divertir’, Assim ela pensava até ver adentrando o portal cheio de flores já murchas de tanto ‘tédio’, um garoto em um terno preto com vermelho e um tênis ‘all-star’ era com certeza a coisa mais incrível que ela já tinha visto nessa festa. Seus cabelos castanhos seus olhos cor de mel e seu sorriso encantador diziam claramente que aquele ali faria com que a festa valesse apena. Marriet a noiva dirigiu-se a ele e o cumprimentou junto de Nicolas o noivo, Ally aproximou-se também como quem não queria nada, seu salto preto quase afundava na terra, mas ela não perdeu a pose foi até o casal e posicionou-se ao lado deles.
- E ae! – Disse o garoto.
- Olá – Disse a garota.
- Vamos deixa-los a sós querido- E Marriet saiu empurrando Nicolas, sabe aqueles momentos que você acha que não pode ficar pior? Marriet tropeçou no próprio vestido e ela e o noivo caíram de cara na terra molhada. O momento foi hilariante todos os convidados pararam para rir, e o dj, que dj maravilhoso! Colocou músicas bem animadas para acabar com o estilo clássico da festa. Quando os convidados pararam se rir eles começaram a se levantar e dançar feito loucos. Ally e o garoto começaram a dançar também, embora a música não fosse das melhores ela estava se divertindo, o menino a pegou pela mão e a levou até o dj, disse para trocar de música e ai veio a melhor, os convidados que pareciam não saber dançar começaram a dançar com a música ‘HarlemShake’ e isso realmente foi incrivelmente ridículo, nada contra mas foi totalmente estranho, dançavam todos iguais como se já estivessem treinado.
- CORTA! – Gritou um cara logo a diante com um megafone.
- O que foi? – Disse Marriet.
- Está perfeito, mas já gravamos esta cena ! Podem todos ir para seus camarins gravaremos amanhã as cenas extras do fim. E por favor, Violet e Johnny venham aqui.
Ally e Johnny se dirigiram até o diretor.
- Vocês estavam magníficos, Ally sua cara de entediada era mais que perfeita!
- Eu realmente estava entediada diretor.
- Mas enfim vocês dois não precisarão vir amanhã acabou! Este foi o último dia de vocês.
- Que triste, mas tem festa né?
- Mas é claro!
- Perfeito.
- Festa pessoal! – Gritou o diretor bem louco.
Começaram a dançar feito loucos.
- Ally! Preciso falar com você - Dizia Johnny em meio à música.
- O que foi?
- Você precisa vir comigo!
-Para onde?
- Para o acampamento meio-sangue.
- OQUE? – A música havia aumentado.
- PARA O ACAMPAMENTO MEIO-SANGUE!- Disse Johnny aos gritos.
- ACAMPAMENTO? É CLARO QUE VOU, MAS QUANDO?
- AGORA!
- Mas é festa!
- Não importa precisamos ir!
A garota ficou decepcionada, sair de uma festa não era muito bom a não ser em casos extremamente horríveis como festas entediantes. Mas ela ia parecia ser ótimo um acampamento. Seguiram até a saída do set de gravação e depararam-se com uma dracaena, realmente feia! Suas asas de morcego eram apavorantes, seus olhos assustavam e suas pernas eram muito secas. Johnny tirou uma espada do nada e atacou lhe, com um único golpe ela desapareceu.
- O que era aquilo? O que é você?- Falou a Ally aterrorizada.
- É uma dracaena e eu e você somos semideuses!
- Espere, para onde você vai me levar?
- Para o acampamento.
- Aff não vem com essa sei que você vai me raptar ou coisas do tipo, mas não vai me levar para o acampamento!
- Segura esse celular, rápido! Se eu não te levar para o acampamento você pode sair correndo e ligar para alguém.
- Ok, ok!
Um cavalo branco com asas apareceu a frente dos dois, Johnny montou e depois pediu que Ally montasse, voaram os dois até o tal acampamento. Um voo realmente silencioso. Desceram em frente ao acampamento, Ally derrubou o celular no chão e saiu correndo em direção as plantações, ela adorava uvas.
- Nem pensar nisso mocinha- Disse uma voz forte, mas não aterrorizadora.
- Di-Dionísio? – Gaguejou ela.
- Sim minha pequena garota, sou Dionísio, seu pai.
Realmente a garota ficou pálida e sem palavras, abraçou então o deus Dionísio.
[/b]
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Katerine S. Marven em Ter Out 28, 2014 6:49 pm



Nome completo: Katerine Struchen Marven

Idade: 17 anos

Deus(a) Escolhido(a): Hefesto

Porque quer ser reclamado por esse Deus: Todos procuram ser filhos dos três grandes ou então dos deuses mais conhecidos, mas eu sempre gostei do diferente. Hefesto se destaca em meio a essa diferença, sua personalidade forte e seu jeito se destaca de qualquer outro deus, isso me deixa maravilhada.

História:

As pessoas costumam dizer que fantasmas ou monstros não existem que todos são frutos de nossa imaginação. Que o lado sobrenatural é apenas usado para desculpas e que ele não existe. Eu acredito nisso, ou pelo menos acreditava. Quando isso acontece com os outros você é só mais um que zomba das pessoas, mas quando acontece algo diferente com você talvez seja o zombado e não é nada engraçado. Ultimamente eu tenho sentido coisas e visto coisas que se eu contasse ninguém acreditaria. Será que eu estava ficando louca ou algumas coisas eram reais? Não sei mais o que chamar de real e o que denominar ''faz de conta''.

[...]

O relógio já havia apitado umas quatro vezes, e quem disse que eu consegui abrir meus olhos? Eu podia escutar passos no meu quarto, provavelmente era minha mãe, mas eu permaneci imóvel, não queria ir para o colégio e sequer me levantar. Ela sacudiu calmamente minha perna e chamou meu nome umas três vezes. Pensei que ela havia desistido, pois aos poucos seus passos foram se tornando distantes, mas tive conclusão do contrário ao sentir a água fria batendo contra meu corpo. - Mas que droga, isso é sério? Berrei e me levantei rapidamente. Minha mãe achava aquilo gozado e ria de mim. - Levantou tão rápido em, vá se arrumar. Ela disse sessando com as risadas e se retirou do quarto. Eu odiava quando ela fazia aquilo, mas de fato era o único modo de fazer com que eu me levantasse da cama. Bati a porta com força e pareceu que a casa fosse cair novamente àquelas coisas estranhas estavam acontecendo. Como uma garota da minha idade poderia ter tanta força? Já estava toda molhada um banho para concluir aquilo seria bom e me ajudaria a despertar, mas algo me dizia que hoje não seria um dos melhores dias.

[...]

Após um tempo eu já estava pronta. Trajava uma calça jeans meio rasgada na altura dos joelhos e uma blusa preta meio larga, que tinha caimento em um dos ombros, meus pés calçavam um par de  tênis qualquer. Peguei minha mochila e passei uma das alças pelo meu braço direito, deixando-a pendurada no mesmo e me observei no espelho. - Bom dia pra você também.Andei até a porta e a abri com todo cuidado do mundo, como se fosse feita de vidro e me deparei com minha mãe, ela me observava. - Garanto que a porta não vai cair, Kate. - Revirei os olhos e fechei a porta. - Pensei que fosse me desculpa. Meu tom de voz saiu irônico e um tanto rude. Passei por minha mãe e ela gritou meu nome. - Não está esquecendo nada?  Ela virou seu rosto indicando sua bochecha com o dedo indicador. Revirei os olhos e bufei, voltei para perto dela e beijei sua bochecha. Ela riu e assim que me virou me deu um tapa de leve na bunda. - Mãe!  Falei e não pude conter minhas risadas. Por mais que eu e ela estivéssemos sempre em ''conflito'' eu daria a minha vida por ela e ela faria o mesmo por mim. Finalmente consegui sair de casa e comecei a andar rumo ao meu colégio.

Pelo caminho todos passávamos pela orla de uma floresta, nesse dia eu queria ter aprendido a voar. Eu estava andando tranquila, pois aquilo já havia se tornado um hábito, mas algo naquele lugar estava diferente. Era como se alguém estivesse me observando, acompanhando meus passos. Tirei os fones dos meus ouvidos e os guardei juntamente ao meu celular no bolso da minha calça e olhei para a minha sombra no chão. Havia alguém atras de mim. Parei rapidamente e me virei em um gesto rápido, em seguida segurei no pescoço de um rapaz moreno, minhas mãos estavam praticamente fazendo um círculo completo em volta do seu pescoço e ele tentava dizer algo, mas eu não queria escuta-lo. Percorri rapidamente e notei que ele não havia pernas e sim um par de patas e um par de chifres. Pera, um par de patas? Chifres? O soltei e dei um pulo para traz. - Que diabos é você?  Ele estava tentando se recuperar do apertão que dei em seu pescoço e eu me perguntava como havia feito aquilo. - Já pode começar a falar.  O ameacei com um pedaço de tronco de madeira pequeno que estava no chão. Ele riu e balançou a cabeça negativamente. - Primeiramente bom dia e em segundo lugar eu vou matar aqueles caras por sempre me mandarem atrás de filhos de Hefesto. Malditos.Arqueei uma das minhas sobrancelhas e comecei a rir das palavras dele. - Você andou bebendo, bode? Eu ainda segurava firmemente o pedaço de madeira. Ele fez um gesto pedindo calma com as mãos. - Eu não sou um bode menina, sou um sátiro e muito menos andei bebendo. Eu estou aqui para ajuda-la, estão atras de você, por sorte consegui chegar primeiro, mas temos que sair daqui. Arqueei uma das sobrancelhas ao vê-lo se aproximar de mim e dei dos passos para traz. - Eu já pratiquei artes maciais e fui uma das melhores da academia, sugiro que não encoste em mim até me explicar toda essa baboseira. Ele parecia atormentado, mas garanto que eu estava muito mais.

Como aquele tipo de criatura poderia existir? Será que teria alguma coisa haver com o que tem acontecido comigo recentemente? - Menina, por favor, nós não temos... Antes que ele pudesse terminar o vento começou a ficar mais forte e um som estrondeante soou em meio a floresta e podíamos observar algumas árvores sendo derrubadas, devido as copas que foram sumindo e o barulho delas quando se chocavam com o chão.- Temos que sair daqui.  Ele puxou meu braço para que ambos começassem a correr e eu não era tola o suficiente para ficar parada. Comecei a correr com ele e de vez enquanto olhava para trás, algumas árvores eram arremessadas para fora da floresta e caiam na estrada e logo uma criatura horrenda salta para fora da mata. - Meu deus, o que é aquilo? Gritei questionando ao sátiro, mas não ousei parar de correr. - É um minotauro, ele está atras de você. Por mais monstruosa que fosse aquela situação, as palavras do sátiro fizeram com que eu me sentisse uma pessoa importante, mas por que ele estaria atras de mim? - Eu vou te explicar tudo menina, mas agora corre! Ele berrou ao perceber que a criatura se aproximava cada vez mais. O sátiro passou rapidamente seu braço pela minha cintura ao ver o minotauro saltar e pulou para traz comigo. Aquela criatura passou bem a cima de nós e parou a uma distância mínima a nossa frente. - Vamos logo.  Ele me ajudou a levantar e então voltamos a correr. Tivemos que passar pelo canto do meio fio devido às árvores que estava na estrada, enquanto o minotauro passou por elas tão tranquilamente, partindo-as ao meio.

Estávamos correndo que nem dois desesperados, mas parecia que tudo aquilo era em vão, em breve o minotauro nos alcançaria. Um pensamento rápido bastou. - O carro!!  Apontei para um dos carros abertos, as pessoas estavam correndo para todo o lado assim que avistavam o minotauro. O sátiro entrou no lugar do motorista e eu no do carona. - Liga logo isso. Ele me olhou meio angustiado. - Sou muito grande, não vou conseguir dirigir com patas.  Revirei os olhos. - Ótimo, vem pra ca. Sai do lugar do carona e dei a volta rapidamente e assim que adentrei o carro virei à chave e pisei bruscamente no acelerador, fazendo os pneus soltarem um ruído. - É o seguinte, você já pode começar com as explicações.  Meu tom de voz saiu sério e eu o olhei por segundos pelo retrovisor, em seguida voltei a olhar pelo retrovisor do lado de fora. O minotauro que parecia ter motor próprio. O sátiro respirou fundo e olhou para traz, se certificando de que a criatura estava a uma distância razoável de nós. - Você não é como as outras garotas da sua idade. Acho que até você já percebeu isso. Revirei os olhos e bati com uma das mãos no volante. - Até agora você só me disse o que eu já sei. Quero entender o porquê disso tudo está acontecendo comigo e temos que buscar minha mãe. -Ele negou com a cabeça e antes que eu virasse o volante para virar na curva ele me impediu e seguimos direto na estrada. - Se você fizer isso só vai colocar sua mãe em risco. Eu sei que é uma loucura entender, mas você não é filha de um casal comum, é fruto de um romance entre um Deus e uma mortal. Esse minotauro tem como obrigação matar você, não deixar você completar seu caminho e se aperfeiçoar nas artes de seu pai... Eu o interrompi. - Hefesto? Ele seria meu pai? Isso tudo é uma loucura, mas sei lá.. Ele coçou a cabeça e se virou um pouco pra mim. - Eu sei que é loucura, mas acha que tenho necessidade de mentir? E esse colega ai na nossa cola não me deixa mentir. Você só estará segura no acampamento meio-sangue. Lá existem outros iguais a você e lá estará segura, menina. Balancei a cabeça e minha atenção estava focada na conversa, o que fez com que eu acabasse diminuindo um pouco da velocidade.   Por que minha mãe nunca me falou sobre isso? Eu sempre pensei que meu pai tivesse sumido, ou nunca quis me ver por escolha própria, ou até mesmo pudesse ter morrido... O sátiro me interrompeu antes que eu tomasse conclusões precipitadas. - Sua mãe foi proibida de comentar com você, caso fizesse isso pagaria um preço...Katerinnneee! - O susto fez com que eu pisasse no freio e então o minotauro agarrou o carro e o ergueu do chão. - Ai meu deus!!  Eu pretendia saltar do carro, mas seria loucura, estávamos a uma distância muito grande do chão. - Menina, aceite quem você é, peça ajuda a seu pai e ele não lhe negará.  O sátiro disse desesperado. -  Como posso pedir ajuda pra alguém que nunca quis mostrar sua existência, ainda mais para a própria filha.  Antes que o sátiro pudesse retrucar o minotauro arremessou o carro longe e o mesmo bateu contra uma árvore. Era como se eu sentisse que iria morrer, eu podia ver o sátiro tentando me tirar do carro, mas ele não conseguiu. - Pai...Foi à única coisa que conseguir dizer, meu tom de voz saiu como uma súplica e então o carro pegou fogo.

Após um tempo eu estava começando a sentir certo tipo de enjoo, meus olhos foram se abrindo aos poucos. O sátiro estava me carregando em um dos ombros. - Eu disse que seu pai te ouviria, mas ainda não estamos a salvo. Consegui despistar um pouco o minotauro, mas em breve ele nos alcançara novamente. Consegue ficar de pé? Ele começou a me colocar no chão com calma, eu senti minhas pernas estremecerem um pouco, mas aos poucos fui tomando firmeza e recuperando os sentidos do meu corpo. Como aquilo era possível? Como eu ainda podia estar viva depois daquilo? Se antes havia alguma dúvida, agora eu tinha absoluta certeza de que o sátiro não estava mentindo. - Estou bem... Vamos.  Falei em um tom de voz calmo pela primeira vez e comecei a andar com ele com passos rápidos, pois ele começara a escutar os paços brutos do minotauro. - Tem certeza que o despistou?  Perguntei e ele balançou a cabeça me garantindo que sim, mas aquela cena a nossa frente demonstrou ao contrário. O minotauro surgiu bem a nossa frente, dava para ver a fumaça de cansaço saindo de suas narinas. E soltou um barulho estrondeante e com uma das mãos acertou o sátiro que voou para um dos lados e então se dirigiu a mim. - Então, pai, Hefesto, enfim... Se você existe mesmo prove agora, por favor.  Ajude-me e ajude ao bod... Sátiro.  O minotauro me deu um tapa fraco para ele, mas pra mim foi como se trombasse com uma árvore. Cai no chão e senti meu corpo voltar a ficar um pouco dolorido. Em seguida me jogou contra uma das árvores.

O minotauro estava pronto para finalizar sua tarefa comigo, estava na cara que pretendia me acertar com aqueles chifres, mas algo o chamou sua atenção. Virei com o pouco de força que me restava a cabeça e me deparei com uma criatura de metal. Parecia algo semelhante a um dragão. Da sua boca saiu uma grande rajada de fogo, tampei meu rosto com um dos braços devido a claridade e senti uma mão me puxar. Era o sátiro, mas ele estava ferido.- Vai ficar bem?  Ele somente balançou a cabeça positivamente e me puxou para longe da luta. - É um Antômato, seu pai deve ter o enviado. Agora descanse, ficaremos a salvo.  Ao término das palavras dele meus olhos começaram a se fechar, eu só pude sentir algo erguendo a mim e o sátiro do chão. Era o dragão, ele nos levaria para um lugar de segurança, o tal acampamento e lá meus verdadeiros conflitos começariam.



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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Ártemis em Qui Out 30, 2014 11:44 am



~Avaliação

Ally Cowell ~ Aprovada como filha de Dionísio ~ Fiquei realmente em dúvida se deveria ou não lhe aprovar. O texto não foi ruim, mas com vários errinhos bestas e muito corrido. Tente ir com calma das próximas vezes e detalhar mais os momentos, não apenas citando-os ou passando por eles tão abruptamente. No mais, parabéns.
Katerine S. Marven ~ Aprovada como filha de Hefesto ~ A história não foi totalmente envolvente (apesar de ter ido melhorando gradativamente) várias vírgulas foram comidas e eu encontrei alguns erros de digitação e ortográfica pelo caminho. Apesar disso, creio que se passar a revisar seus textos e se esforçar mais um pouquinho pode se tornar perita em qualquer coisa que queira escrever. Estarei de olho em você. Bem-vinda.
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Kristhyne D. Markgraf em Qui Dez 18, 2014 8:18 pm

Life is a Shit

The Girl Next Door

(passe o mouse por cima)


   
   
   


— NOME:
Kristhyne Dellamoury Markgraf.


— IDADE:
16 anos.



— FILHA DE:
Nêmesis.


— POR QUE QUER SER RECLAMADA POR ESSE DEUS:
A pergunta seria: "Por que não ser filha dela?" Óbvio que respostas como "Ahn, eu gosto dele, ahn ele é legal, ahn ele tem presentes fodas." Não seria um toque de mentira, mas não seria a verdade original. Mas o real motivo, é pelo real sentido dela. A Deusa da Vingança, da Arte divina, o motor desse mundo pecaminoso e devastado pela maldade, não é nada mais justo do que ter a vingança de todo o mal causado.


— HISTÓRIA:
"De fato, sabemos como Kris é cruel e má quando as circunstâncias são favoráveis pra isso. Contudo, o que muitos não sabem é que ela transformou-se nessa garota de personalidade dúbia por conta de seu passado. Pode até ser clichê, eu sei. Mas, depois que você saber de tudo o que aconteceu com ela, creio que vai pensar duas vezes antes de julgá-la."

Inglaterra, janeiro de 1999

Os céus estavam completamente escuros e sem presença da lua. Nas ruas da cidade de Bristol, tinha um rapaz alto e loiro que se movimentava em passadas rápidas e fortes. Seus braços envolviam um pequeno embrulho que estava silenciado pelos gritos e pela forte chuva que começara a cair. Não era para ser assim, era para ser um dia normal. O rapaz, de nome Christopher, estava em um bar quando uma mulher entrou berrando com ele. Pelas informações dela, o homem de 30 anos tinha abandonado um bebê dentro de um beco. Tinha dois erros nessa informação. Christopher não era casado com nenhuma mulher, e evidentemente, ele não havia engravidado ninguém. Não, não que ele recordasse de ter engravidado a mulher que ele havia dormido. Uma enorme briga surgiu, e ele, sem nenhum outro pensamento, agarrou o pequeno embrulho que estava chorando e saiu correndo do bar.
Os prédios por onde Christopher passava eram construções que para ele o atormentava. Seus pensamentos estavam completamente embaralhados juntamente com seus sentimentos. Finalmente, depois de uma corrida e quase levar uma facada, ele havia chegado em casa. Estava bagunçada, pois não tivera tempo de arrumá-la. Ele pegou o telefone e disse a única frase que começou a vida dele:
-Mãe, você não vai acreditar. Mas, você ganhou uma neta.

Inglaterra, agosto de 2003

Passara-se 4 anos desde o incidente do bar, e 4 anos que a garotinha de nome Zöe havia nascido. Era uma garota esperta, de olhinhos vivos e inocentes. A boca também, de entre seus lábios uma voz meiga e carinhosa ecoava aos ouvidos de seu pai, que babava ela, e ela tinha os cabelos cor de cobre. Ela viu seu pai ter uma esposa, Cristine. Diferente do pai, Cristine odiava a garota por ela tomar toda a atenção do pai. Grandioso erro de Cristine demonstrar isso. A jovem semideusa percebeu o belo ódio da madrasta, e sua mente começou a usar dessa raiva um benefício. Nesse mesmo dia, Zöe recebera visita da família do pai. Zöe vinha correndo em direção as visitas, trajando uma roupa que demonstrasse toda a soberania da garota que fora malvista pela família. Ora, que criança seria bem vista pela sociedade sendo filha de um pai que nem sabia quem era a mãe? E como a família poderia aceitar que uma garota filha de uma diversão noturna pudesse ter seu nome em um papel que colocava toda a fortuna da família em uma criança fruto de um sexo proibido? Era completamente inaceitável. E essa atitude faria a família tomar uma atitude totalmente proibida.
Era noite, a lua não estava nos céus e as estrelas não brilhavam, pois uma camada escura de nuvens ocultava-as de um baile magnífico. E também ocultaria os gritos de horror do destino que marcaria como um ferro quente a vida da jovem Zöe. Três tiros, três sons ocos se espalhou pela casa. Christopher estava morto, e a garotinha estava ali, perto do corpo do pai chorando compulsivamente e trêmula. Tudo aquilo que ela amava e admirava estava com o rosto coberto de sangue e com três buracos feitos pelos projéteis. A madrasta que estava em pé na porta do quarto junto com a avó de Zöe, deixou que a garota sofresse pelo erro que elas planejaram.
-Ela não vai ficar nessa casa. Jogue-a em um orfanato qualquer, e faça com que essa garota tenha sumido. - Cristine encarou a garotinha, que se encolhia de medo diante dos braços magros da madrasta. Todas as forças dela de escapar foram em vão, e Zöe foi desacordada com um golpe na nuca. Ali, aquela garotinha deixava para trás toda a beleza que seus espertos olhos poderiam encarar.

País de Gales, Dezembro de 2012

-Zöe! Vamos, levanta! - Os gritos de pânico se misturavam ao som de destruição. Quem estavam envolvidos? Óbvio que a Zöe estava. Já era novidade seu aniversário ser sozinha, e foi o dia do seu primeiro ataque que ela sofria desde que fizera 13 anos. Nesse mesmo dia, ela estava em um orfanato no País de Gales. Os flashes da morte de seu pai ainda banhavam sua mente, e o rancor e ódio de sua família mortal aumentava cada vez que ela sofria torturas. Em janeiro, no dia do seu aniversário, Zöe foi submetida a uma dessas torturas, Zöe teve parte debaixo do seio esquerdo queimado, pois a dona do Orfanato, uma católica fervorosa a julgara como uma herege por ela ter aparecido de sutiã diante dela. Claro que ela invadiu o quarto da garota, porém, como a garota poderia provar que estava certa e de que não tinha feito nada de errado? Nesse mesmo mês, ela conheceu Brandon, um garoto completamente diferente. Não que ele tenha estilo diferente, ele aparentava ser um garoto preso nos anos 70, e Zöe achava aquilo doentio. Claro, estavam em 2012, não havia sentido dele se vestir daquela forma. Também, não havia sentido em mais nada na vida da garota. Sua amizade com Brandon se tornava cada vez mais forte.
Passou-se meses, e em Dezembro, Zöe estava abandonando o Orfanato com Brandon. De mochila surrada nas costas, ela e o garoto estavam saindo no escuro do Orfanato quando uma mulher apareceu diante deles. Era a diretora Norla, e ela disse:

-Aonde estão indo?
Eles se entreolharam, e a mulher se aproximava. Suas feições mudavam de seriedade para um ódio forte e intenso. A mulher começou a mudar, e a pequena Zöe já a encarava assustada. Seu rosto começou a se transformar em algo fétido, sujo e de apenas um olho. Seu corpo velho se tornava grande e gordo, e seus braços e pernas se tornavam lodentos e imundos. Um ciclope estava diante deles, e o mesmo gritava como se sentisse fome. Brandon tomou a frente de Zöe e gritou:

-Foge daqui, foge! - A garota se levantou tropeçando e saiu correndo atravessando o portão. Atrás dela, Brandon estava sem as calças e... Patas de bode? Espera, como ele tinha patas de bode, e agora tinha um bastão? Não era uma bengala? Ela estava confusa, e ver Brandon sair correndo do ciclope apenas lhe deu uma pista bem forte: Ela precisava fugir dali. Juntos, eles saíram correndo do Orfanato, com a criatura atrás deles.
Brandon e Zöe correram na direção de uma floresta escura, na finalidade de despistar a gorda criatura. E obtiveram sucesso. Eles estavam escondidos em um casebre bem isolado das construções da cidade, por medo de serem descobertos. Zöe estava diante de uma pequena fogueira totalmente ofegante e dizia tremendo de frio:

-Por que você me ajudou? E o que houve com suas pernas? Por que lutou contra aquilo, e o que era aquilo?

O sátiro sorrira. Ele fazia a pequena garota ficar mais calma sempre, e ele a fitou.

-Você segura faz parte de minha missão aqui. Eu sou um sátiro, um protetor e amigo. Aquilo que te perseguia, era um ciclope, e ele adora massacrar pessoas como você.

A menina Britânica ficou em choque. Ciclopes? Eles eram contos de livros.

- Como assim como eu? O que eu sou além de uma garota órfã? - Questionou, ainda cansada pela corrida.

-Você, Zöe, é uma semideusa. Filha de uma divindade grega com um mortal. Eu vim aqui em nome do Acampamento meio sangue, lar de todos os semideuses, para lhe levar em segurança.

Ela hesitou em alguns instantes. Aquilo tudo parecia papo de gente que andava fumando maconha. Zöe encarou Brandon, e viu um brilho em seus olhos. Brilho de confiança? Talvez. De fora, um grito bestial ecoou, e eles se deram conta de que a criatura ainda estava por perto.

-Lembro-me que ela possuía um nome. Era bonito e forte, tal qual como a família, que gostava de ostentá-lo. Contudo, de uma hora para outra, o branco transformou-se no vermelho. A inocência da garota foi por água abaixo e ela sumiu. Eles dizem que ela morreu, juntamente com o pai, mas.. - Ela jogou a corrente que possuía no pescoço, com um pingente de Z: - Ela está viva, e voltou do inferno, para buscar vingança. A partir de hoje, a garota chamada Zöe não existe mais. No seu lugar, no lugar daquela doce garota, existe um monstro sedento por justiça. Seu nome, não, meu nome, será Kristhyne Dellamoury Markgraf, e eu vou com você para esse acampamento.



Presentes de reclamação:

- Potentia/(Espada)[A lâmina mede exatamente 70cm e é feita de bronze celestial, o cabo é banhado em prata e há manchas de sangue por toda a espada, mas não são reais, ela impede que o adversário não consiga executar nenhum de seus poderes por uma rodada em sua presença, mesmo que esteja na bainha]{Presente de Reclamação de Nêmesis}

- Libra/(Escudo)[Transmuta-se em um bracelete de prata pura, mas sua forma de escudo é quase tão resistente quanto um diamante, o desenho do escudo é uma balança e ele é capaz de equilibrar os poderes do adversário com os da prole de Nêmesis uma vez por missão]{Presente de Reclamação de Nêmesis}

- Verum/(Pena)[Uma pena comum, porém indestrutível e mágica, aquele que tocar nela será obrigado a falar a verdade por uma rodada] {Presente de Reclamação de Nêmesis}



p l z ☯

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Qui Dez 18, 2014 8:22 pm



~Avaliação

Khristine
Aprovada, alguns erros aqui e ali, que poderiam ser corrigidos por um corretor, tirando isso, eu gostei. Bem Vinda Filha <3
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Angelo S. Hover em Seg Dez 22, 2014 4:11 pm

Teste de Reclamação

Nome Completo: Angelo Simon Hover
Idade: 17
Deus(a) escolhido: Afrodite
Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)?
Porque é Afrodite, cara! A mais diva das divas de todas as divas, a Deusa do Amor que consegue tudo com persuasão, sedução e etc. Isso é o que mais me atraia :q

História:

Prefácio

Nasceu em Milão, 10 de Junho do ano de 1997. Seu pai era diretor de uma grande empresa que fabricava perfumes e importava para o exterior. Afrodite apaixonou-se por ele por esse fato, enfeitiçando-o como uma visitante àquele lugar. Após uma noite, a deusa ainda continuou com ele, até o momento de seu filho nascer. Após o nascimento, ela desapareceu num flash de luz e nunca mais voltou. Ele criou seu filho com ausência, não tendo tempo para o mesmo. Aos 14 anos, quando o filho assumiu sua homossexualidade, ele o expulsou de casa, devido a sua homofobia. Na mesma noite, fora assassinado por um criminoso misterioso. Logo, Angelo foi morar junto com uma tia aposentada, nos Estados Unidos da América, na cidade de Los Angeles.

Agora

Deveria ser 12:30h. Estava voltando da escola, pois fui novamente suspenso. A razão? Apenas fiz uma garota passar uma pequena humilhação na frente de todos, apenas isso. Além de que eu também havia ameaçado cegar um garoto se ele não parasse de me chamar de "boiola", e eu ainda usei um garfo no refeitório pra furar o braço dele porque ele havia duvidado que eu fizesse alguma coisa. Saiu muito sangue, parece que eu havia perfurado uma veia dele, mas enfim. O sol estava super quente, as pessoas passavam rapidamente por mim. Minha tia já havia dito a mim que se eu fosse suspenso mais uma vez ela iria me deixar trancado no quarto por um longo tempo. Não duvidava nada dela. Ela não gostava de mim. Sempre tentara fazer da minha vida um inferno, desligando o padrão da casa quando eu estava tomando banho, jogando minhas coisas no lixo, quebrando minha coisas "sem querer" e me criticando em frente as visitas, além de nunca deixar eu trazer nenhum namorado para casa.

Meu trabalho só começava as 16h. Era horrível trabalhar naquela cafeteria. Mas eu sempre conhecia alguns garotos muito interessantes e até tinha alguns casos com eles. Mesmo assim, eu trabalhava muito e recebi pouco. Isso se eu quisesse comprar alguma coisa para mim, já que aquela velha só me alimentava. Ao menos ela não era meu pai. Não fiquei surpreso por ele ter sido assassinado. Mesmo que fosse esse horário, acho que iria fazer hora extra lá.

Sem demora, fui até a Quinta Avenida. Era lá que ficava a cafeteria. Chegando, vejo a enorme placa escrita "Café's Monet". Que nome ridículo. Entrei e fui até o escritório, lancei minha mochila dentro de meu armário, fui ao banheiro e me troquei, com aquele uniforme ridículo, sendo um avental com o logotipo do recinto e uma camiseta, além de um chapeuzinho ridículo. Sem demora, fui até o balcão, onde era meu lugar e tirei a garota que estava ali. Ela começou a gritar comigo e eu disse.

- Eu assumo daqui, obrigado.

Ela simplesmente sorriu e foi fazer outra coisa. Que estranho, aquilo nunca havia acontecido.

Seja como for, já estava perto das 16h. Não aguentava mais ficar ali fazendo cara de retardado. Logo, entram duas pessoas no estabelecimento. Uma era uma garota com cabelos multicoloridos, short jeans curto e rasgado, uma blusa de seda que mostrava o sutiã dela e uma gargantilha preta. O outro garoto era feio, nem quis descrever. Eles vieram até mim, e a garota sorriu.

- Oi, você é filho de uma Deusa com um humano, poderia vir conosco um instante? - Disse ela.

Ela pulou o balcão e me puxou, fazendo eu saltar sobre ele também. Todos olhavam para nós. Ela desceu e me deu um puxão, então retirou meu avental e saímos. Começamos a correr. Sinceramente, eu não sabia o que ela estava fazendo comigo, e não sabia por que ela estava me puxando pela Quinta Avenida, mas todos olhavam para nós.

Entramos em um beco. Eu achei que eram estupradores ou algo do tipo. Ela logo assobiou e uma carruagem desceu de um prédio. Uma carruagem, sério? Não sei como coube no beco também, mas enfim. Ela começou com um papo de que eu era filho de uma Deusa com um humano, ou o contrário. Eu fiquei tipo "Deixa eu em paz". Mas eu tentei ir até o final disso. Logo, subimos na carruagem e ela começou a voar, com dois cavalos com asas, ou pégasos, como chamavam. Sério, depois disso eu acreditei em TUDO o que eles disseram. Algum tempo depois, chegamos a um acampamento, onde tudo foi explicado novamente por um homem que era metade homem e metade cavalo. Interessante. Após isso, enquanto ainda conversava com aquele homem-cavalo e observava os garotos ali, algo começou a brilhar em cima de minha cabeça. Era uma pomba. O homem-cavalo, que agora eu sabia que era um centauro, me disse que eu era filho da Deusa do Amor, Afrodite. Ótimo, isso era legal. Me deram uma adaga de prata, um frasco de perfume (sério?) e um tablet. UM TABLET! Finalmente! Comecei a tocar um pouco e minha roupa mudou misteriosamente quando tentei fazer uma combinações desastrosa pra confundir o avatar ali presente na tela do aparelho. Infelizmente, esse era o único programa naquele tablet. Mesmo assim, percebi como funcionava e coloquei algumas roupas normais em mim, e fui até meu chalé. Agora eu tenho uma vida normal num acampamento direcionado para semi-deuses lutarem contra monstros.

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Hipnos em Ter Dez 23, 2014 1:38 pm



~Avaliação

Angelo
Muito embora não tenha gostado da estrutura de sua ficha, a história compensou bastante. Seja bem vindo, prole de Afrodite. E ajeite seu avatar. :3
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Denis Martin em Dom Jan 18, 2015 7:23 pm




Ficha

Nome Completo: Denis Martin

Idade: 18 anos

Deus(a) escolhido: Afrodite

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Pois pretendo ser o melhor filho de Afrodite por aqui, não por questão de ambição, mas por querer quebrar o tabu de que filhos de Afrodite não são feitos para frente de batalha, além de ser fiel as habilidades de persuasão da deusa da beleza.

História:

Denis andava calmamente pelas ruas de Manhattan, morou a maior parte da sua vida nessa cidade onde passara por vários desafios simultaneamente. Um dia a pós outro, o garoto órfão de mãe era desafiado pelas escolas do bairro na tentativa de conseguir passar ao menos 1 semana dentro delas, sim nunca passara mais de uma semana dentro de uma instituição de ensino sem que aprontasse alguma coisa fora do comum.

Certo dia, Denis saia da aula de educação física indo em direção aos seus armários, na mente do garoto era um dia normal onde às coisas não eram normais... Vai entender. Ao abrir a pequena porta de metal deparou-se com um bilhete estranho provavelmente posto na greta do armário, nem todos estava em ótimas condições.
“Se quiser saber o que esta acontecendo com você, esteja no estádio daqui a meia hora. Não se atrase ou sofrerá as consequências!”
Não era exatamente um bilhete, soava mais como uma ameaça. Sem saber o que estava acontecendo, dirigiu-se ao local designado no papel assim que deu o tempo. Não via nada no campo, as luzes estavam apagadas e não havia uma alma se quer por ali, não que ele tenha visto.
Quando as luzes acenderam-se, um jovem da mesma idade de Denis postava-se de pé no meio do campo, descendo as arquibancadas entrou no mesmo gramado onde o estranho estava e perguntou:
- Quem é você? Porque me chamou aqui? – disse ao garoto que parecia estar segurando um tipo de envelope. Sua aparência sombria irritava todos os nervos de Denis que já estava impaciente.
- Venha, não tenha medo caro semi... Quer dizer, jovem. – “jovem”? Como se ele não tivesse a mesma idade que eu, quem aquele menino pensa que é...
- O que você quer? Diga logo – fui aproximando-me do menino, pude notar que sua outra mão estava em seu bolso, quem poderia saber o que tinha lá dentro, Denis quis arriscar.
- Apenas um envelope para você, vamos, pegue... Não me faça esperar mais. – o menino estendeu sua mão e entregou o envelope para Denis.

O garoto pegou o envelope e se afastou de imediato, abriu com calma e leu tudo que estava escrito. Uma mensagem escrita a mão, teve certa dificuldade para decifrar algumas palavras, mas assim que acabou de ler, sentiu algo estranho no ar. Sim, ele era um semideus só que seus pensamentos foram interrompidos no mesmo momento por um ataque com uma adaga.
Sem saber o que fazer, havia desviado do ataque jogando-se para o lado, mal sabia ele que semideuses tinham uma pequena noção de batalha o que foi a sua sorte.

- Mas que merda foi essa? – Denis praguejou o menino que mostrava seu rosto de desgosto.
- Seria bem mais fácil eu lhe matar sem mostrar essa carta a você, mas ai não teria graça... Prefiro que as coisas sejam do meu jeito! – ergueu novamente sua adaga e correu em minha direção.
Denis não ficou parado, levantou-se e correu para a arquibancada sem nada em mãos não apostaria na sorte novamente e ser perfurado por uma lâmina, mesmo que pequena. A noite já pairava no ambiente escolar, todos os alunos e professoras já haviam se retirado, por sorte apenas o zelador estaria por aquelas bandas, mas provavelmente estaria dormindo.

Sozinho e desarmado, o garoto da família Martin com o fôlego tão alto que tinha de dedicar parte de suas forças para amenizá-lo para que o estranho não ouvisse sua respiração forte. Finalmente estava passando pelo corredor que dava direto aos banheiros, mas o destino travou mais uma de suas ironias sob o garoto fazendo-o desequilibrar-se e cair de peito no chão encerado, seu corpo foi lançado até ser interrompido pela parede da vitrine de troféus da escola.
Com dor fumegante em seus ossos, levantou-se a tempo de ser alcançado pelo...
- O QUE É VOCÊ?! – Denis berrou para o garoto que agora possuía pelos por todo o corpo e sua coluna antes ereta agora estava inclinada forçando suas mãos, quer dizer, patas a alcançarem o chão.
- Chega de fugirfinsljnçsdn – sua fala foi cortada quando em sua boca pode perceber o excesso de saliva produzindo um rosnado intrigante em suas falas.
- Cão Infernal! – Denis deduziu sua aparência como as que haviam lido nas aulas de história, sim, aquilo era real e estava prestes a mata-lo.

Aguardou o movimento do cão que logo investiu contra seu peito com um salto veloz, antes que as garras alcançassem a sua roupa de ginastica, Denis girou para o lado permitindo que o impacto quebrasse a vidraça da exposição de troféus acadêmicos e esportivos da HighSchool. Agindo por instinto, Sr.Martin esticou seu braço alcançando uma espada fina com um gume de borracha na ponta, o troféu do torneio interescolar de esgrima.

Era o melhor a que vinha a calhar, sua única chance de ataque dependia de uma mera espada de esgrima que nem se quer fora utilizada em algum único combate. Recuou alguns passos, mas ainda permanecia frente ao animal, mesmo tendo a hora certa de fugir, algo mais dentro de seu peito clamava para que enfrentasse seu desafio.

O cão mais furioso que antes, retornou a focar o semideus com seus olhos fumegantes e correu novamente em sua direção fazendo o garoto armar sua espada a frente, mais não foi suficiente. O ser do submundo soltou na parede ao lado pegando impulso para a lateral e caiu em cima de mim abocanhando meu ombro esquerdo. Uma dor jamais sentida por Denis fez seu outro braço reagir com uma cotovelada na face do cachorro que soltou assim que sentiu o osso de seu braço na sua mandíbula.

Sem poder mover seu braço, Denis segurou a arma como um verdadeiro esgrimista a única diferença era que ele nunca havia treinado tal esporte. Focou o monstro mitológico com a ponta da sua espada e tornou sua expressão mais rígida abrindo sua mente para o combate.

- Agora é minha vez! – correu em direção do cão que logo se armou, em seguida, o garoto escorregou momento antes de aproximar-se do cão e com o impulso escorregou pela lateral do corpo coberto de pelos negros pegando o animal desprevenido e desferindo um furo com sua espada nas costelas dele. Por sorte, o golpe foi suficiente para transformá-lo em pó livrando Denis de um perigo maior.

- Não sei o que aconteceu aqui, mas acho que matei um Cão Infernal! – assustado largou a espada de esgrima e correu para a saída, era melhor sair dali antes que o zelador o visse. Era provável que tinha acordado com os barulhos da batalha.


Depois daquele dia, seu pai soube do ocorrido no colégio que foi noticiado como um assalto ao quadro de prêmios e estavam em busca do suspeito, porém nada fora levado. Pela tarde, seu pai convocou-o para a sala e conversou sobre tudo o que Denis deveria saber após aquele incidente.
- Filho, eu preciso levá-lo para o acampamento Meio-Sangue, lá você ficará mais seguropoderá treinar para ficar mais forte e combater possíveis monstros como este. – estavamos dois sentados ao sofá, o pai de Denis prosseguiu com a conversa, mas a interrompeu no mento em que Denis falou.
- Pai, eu sei que preciso ir para esse tal de acampamento, mas antes me responda uma última coisa, quem é minha mãe?! Com certeza ela tem alguma coisa a ver com isso não é? – disse o garoto levantando e colocando sua mochila as costas.
- Sim, não posso conta-lo. Assim que estiver lá vai descobrir, não tenha pressa... – Denis sentiu os braços de o seu pai cruzar suas costas, um abraço de despedida encerrou o assunto e levou o jovem a procurar o caminho para o tal acampamento.


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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Hades em Dom Jan 18, 2015 7:54 pm



~Avaliação

Denis
Sua ficha está ótima, mas pude encontrar vários erros de pontuação, ortografia e espaçamento. Vejo que sua criatividade é extensa, então não a destrua com erros pequenos. Você pode utilizar vários programas como o Word, que possuí até sua versão online. Enfim, aprovado.
~Atualizado

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Misaki Mei Yomiyama em Dom Jan 18, 2015 8:15 pm

Eu sou a nova calamidade...



Nome Completo: Misaki Mei Yomiyama.

Idade: 19 anos.

Deus(a) escolhido: Quione.

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Um dos motivos, devo admitir são os presentes que me chamaram muito a atenção, mas admito que Quione também é uma deusa fascinante. Uma deusa que é digna de respeito, e muito, apesar de poucos serem seus filhos, acho uma honra ser uma filha de Quione que pretende honrar e servir a mãe fielmente, para o que precisar. Todos que sabem que Quione é deusa da neve, a associam a sorvete. Eu particularmente, acho isso ridículo, acho que deveriam a associar a algo fascinante. E Quione também combina com a trama da personagem.

História: "Não existe tristeza sem motivos, nem felicidade sem mortes. Tome cuidado, irei lhe fazer feliz."


Hokkaido, França, 19 de Maio de 1995



Os céus daquele dia se encontravam limpos, literalmente. Próxima a casa da família Yomiyama, os céus estavam escuros, sem nenhuma presença de luz aparente. Não que aquela casa ali tivesse alguém rico. Quione era uma deusa. Uma deusa que tinha dormido novamente com um mortal. Quione se encontrava grávida. Grávida de 9 meses de Misaki, nome dado pela sua mãe em homenagem a melhor amiga dela. Leves dores fizeram a mulher loira contorcer os braços, quando sentiu um líquido quente escorrer entre suas pernas. Droga, não era para aquilo acontecer agora.

-Frank! Frank! - Gritava a deusa, mas sem nenhuma resposta. Frank, seu “amante” bêbado, que sempre estava na farra, se encontrava fora de casa. Frank era o típico homem que ninguém iria querer por perto. Alcoólatra, drogado. Fedia a cigarro barato, a álcool podre como seus dentes. Era porco, mal tomava banho e extremamente violento, e era casado com Alessa, que odiava a deusa. Quione quando contou que estava grávida, ele não aceitou. Ele a espancou, e como se não bastasse tentasse fazer um aborto na base da porrada, ele a violentou várias e várias vezes seguidas, alternando entre vaginal e o anal. Seus sofrimentos poderiam acabar naquela noite.

E provavelmente acabariam. Enquanto a Deusa vivia confortável em Hokkaido, “raptada” por seu amante até gerar sua criança, ela sofria. Muitas e muitas vezes.

As dores de Quione aumentaram. Ela já não tinha outra opção do que fazer o parto da criança ali mesmo. Seu corpo todo doía, e ela gritava tão alto que a rua deserta da cidade francesa de Marselha não se permanecia mais no silêncio comum de uma madrugada. Estranhamente, as luzes do quarto começaram a piscar e sombras rodeavam o local. As dores aumentavam, sangue escorreu de entre suas pernas e começou a sujar a cama. Gritos no quarto se misturavam com o barulho das sombras girando. Alessa, bêbada, chegava em casa e ouvia os gritos.

- Esse puto não sabe nem esperar eu chegar e já dá para outro? Eu vou matá-la - Balbuciou a bêbada, mas algo estranho ocorreu quando ele tocou a maçaneta. Um grito tenebroso ecoou em seu ouvido, algo como um "Vá embora", o fazendo estremecer. O marido estava com Quione, em sua casa. Novamente, os gritos de Quione eram escutados, e ele queria saber o que acontecia. Tentou arrombar a porta, e gritava pelo nome dela. Quione estava dando à luz, e seu corpo começou a estalar. Seus ossos se quebravam, e ela começava a entrar em um estado estranho. Ela era uma ruiva linda, dona de um corpo belo e bem formado. Aberração, era o que ela estava se formando. Suas pernas estavam secas e seus braços também. Seu rosto, focado no temor, ficou estático quando o choro desesperado ecoou por toda a casa. O bebê nascera, e as sombras que rodeavam o quarto rapidamente, começaram a se esvair pelas janelas e abriu a porta da frente com força, derrubando Frank. O bêbado correu, entre tropeços, até o quarto aonde sua esposa estava. Mas era tarde demais.  A deusa a tinha abandonado. Misaki havia nascido, e, Frank faria ela sentir na pele que não seria digna de tal vida.


Hokkaido, França, 13 de Fevereiro de 2003


Misaki tinha 9 anos. Isso não impediu dela ser usada de escrava pelo próprio pai. Ela não estudava em escola, como uma garota comum. Muitas vezes, ela fugia de casa para ir para a casa de sua vizinha, Marillie, que a ajudava sempre que podia. Pobre Misaki, sempre que ela fugia, seu pai a encontrava, e abusava dela. Toda a pureza e o brilho do olhar de uma criança sumia aos poucos, a cada surra, a cada humilhação. Misaki já não via esperança no mundo. Mesmo brincando com seus supostos amigos, no caso, os filhos da vizinha, ela não era feliz. Ela só tinha um desejo. Um absoluto e forte desejo.

Ela queria matar seu pai, a todo custo. Misaki esperou seu pai dormir, bêbado e pegou um punhal. Mesmo pequenina, Misaki queria se livrar dele, de todo modo, a todo custo. Um pequeno som de vidro quebrando estragou tudo. Ela pisou em um caco de vidro. Um punho forte e pesado atingiu sua boca, e a jogou para trás. Seu pai estava com os olhos vermelhos e começou a espancar a garotinha. Em seguida, não se contentando da tamanha brutalidade que fizera, estuprou-a e jogou na rua, como um lixo. A ruiva pequena chorava e gritava de dor, gritava por ajuda. Os Deuses, geralmente, escutam a todos. Talvez, a sua vizinha ter a encontrado rastejando até a porta dela tenha sido uma ajuda divina. O sangue nas pernas da garota, que escorriam tanto pela frente como pelas costas, e seu rosto machucado, ela não teve outra alternativa do que denunciar Frank, que fugiu para a capital Paris.


Tokyo, Japão, 6 de Julho de 2010


Julia não vivia mais com sua vizinha. Ela falecera fazia 2 anos. A ruiva agora vivia em Paris com seu amigo, Thomas, caçando seu pai. Thomas não queria que ela tivesse aquela ideia de ser uma assassina. Mas isso não funcionou naquela noite de lua cheia. Ela andava, lentamente pelos becos dos guetos franceses a procura de informações. Frank se tornou um traficante famoso, e qualquer viciado saberia. A menina de olhos sérios e tenebrosos parou diante de dois viciados e os encarou por alguns segundos.

-Quem de vocês conhecem Frank Yomiyama? - Questionou, deslizando de sua manga longa um canivete. Um moreno, também viciado, se aproximou da garota e tateou sua coxa, enquanto sussurrava:

-Eu te digo, se você nos fizer... - Não teve tempo de falar. Misaki cravou o canivete no pescoço do rapaz e girou o mesmo, fazendo o sangue espirrar por ela e pela parede. O seu companheiro, loiro, gritava aterrorizado pela frieza da garota, e ela voltou a caminhar na direção dele, serenamente como se não houvesse nada ocorrido.

-Aonde eu encontro Frank Yomiyama?

O sangue do rapaz congelou, e ele apontou para um prédio sujo. "Porco como sempre. Era de se imaginar." Pensou a garota, quando ela cravou na testa do rapaz a lâmina e desceu rasgando do rosto até o pescoço. Sua roupa estava suja de sangue, e ela se desfez do último moletom que usava.

Entrando de forma furtiva no prédio, Misaki caminhou lentamente até o apartamento de Frank e arrombou a porta, sem fazer barulho. Ele se encontrava dormindo em cima do próprio vômito. "Verme inútil." Pensou, enquanto tirou o canivete do bolso e parou na frente dele. Sonolento, o bêbado sujo de vômito encarou a moça na frente dele e sorriu cruelmente.

-Olha só, serviço de quarto? - Misaki sorriu sadicamente, com os cabelos loiros cobrindo sua face.

- Olá, papai. Lembra de mim? - Falou friamente, deixando que seus cabelos revelassem seu rosto.

Frank ficou com a expressão de que tivesse visto o próprio diabo em sua frente. A ruiva era mais rápida, e colocou a mão na nuca do padrasto e a lâmina embaixo de sua boca.

-Você lembra do que fez comigo? - Lágrimas escorriam pelo rosto da ruiva, mas eram lágrimas de puro ódio. Ela tremia os lábios, enquanto pronunciava as palavras lentas e carregadas de ódio: - Lembra que me violentou e que me agredia? LEMBRA? - Cravou a lâmina do canivete até o punho quase perfurar a pele. Ela girou a lâmina enquanto ia matando-o aos poucos. Após retirar a lâmina, ela cravou na lateral de sua cabeça e também girou, formando buracos.

Misaki não seria violenta, se o destino não a fizesse assim. Ela seria amigável, doce, uma criança e garota comum. A ruiva tirou de seus bolsos dois pedaços de madeira, e cravou, um no buraco de baixo para cima, e o outro nos buracos laterais. Sorrindo, ela fitou os olhos ainda abertos daquele seu algoz, e sussurrou:

-Tchau papai.

Após abandonar o apartamento, Misaki encontrou Thomas em um carro velho. Ele estava apressado, e quando ela entrou, ele deu um soco no volante. - Misaki! Não era para ter feito isso. E você precisa sair daqui logo, e irmos pros Estados Unidos.

A ruiva ficou intrigada. Ir pros Estados Unidos? A polícia já tinha descoberto? A ruiva encarou ele de cima a baixo, e viu que não usava calças. E suas pernas não estavam normais.

-Que fantasia horrível. E o que eu tenho que saber que você não me contou?

Thomas encarou ela e pronunciou a frase que mudaria totalmente a vida dela ali:

- Misaki, você é uma semideusa.

Pela primeira vez em sua vida, ela sentiu medo. Muito medo. Thomas estava ferido no ombro, e ela nas costas. O suor grudava seus fios loiros na testa. Sua respiração se encontrava ofegante, e a criatura atrás deles estava faminta. Uma criatura chamada Quimera por Thomas, perseguia e queria devorar a jovem semideusa, e o garoto sátiro.
Atrás de uma árvore, ela segurava sua adaga que brilhava. Sua respiração estava ofegante. Droga, como ela mataria aquilo? Está certo que conseguiu ferir uma de suas asas e uma de suas patas, mas ainda assim era bem superior ao seu pai e...

Era isso!

Misaki encarou o sátiro e saiu de trás da árvore, e virou o olhar, encarando a Quimera que se aproximava lentamente. -Thomas, você me dá cobertura. Agora!

Pegando uma pedra, Misaki jogou na criatura como distração, e saltou com a adaga em punho na direção do monstro. Thomas avançou por baixo e golpeou no rosto a Quimera, enquanto Misaki cravou a adaga no olho esquerdo, jorrando um sangue dourado em forma de pó. A criatura se debateu e atirou os dois para longe. Thomas desmaiou com o ataque, e Misaki bateu as costas na árvore, cuspindo sangue. Cega de um olho, e ferida, a Quimera perdia tempo se debatendo, e Misaki estava atordoada de dor. Em sua memória, vinha flashes de seu passado, e a dor tomou seu coração.

-Eu não vou me mostrar inútil. Eu não vou! -Gritando, ela correu, e tentou golpear o pescoço da criatura, mas ela deu uma investida, e prendeu ela com a pata. O monstro gritava e babava, como um animal faminto prestes a saborear sua presa. O destino encerraria ali a vida de Misaki?

Não.

Com um movimento rápido, Misaki cortou a pata dianteira da direita do monstro, e quando ele recuou, ela cravou a adaga no pescoço do monstro. Mais sangue jorrou, e a criatura agora agonizava. Thomas estava acordando atordoado, e sua visão estava embaçada. A ruiva estava coberta de sangue, suor, terra e grama seca. Seus cabelos despenteados e seu olhar vazio e frio. Enquanto o monstro encarava ela, já sem forças para reagir, recebeu um golpe final da adaga em sua cabeça, como Misaki sempre fazia. Girando a lâmina, o monstro explodiu em pó dourado, dando por fim o combate.

Ofegante e cheia de dores, ela encarou Thomas que estava perto dela. Próximo ao local, ela viu um pinheiro, e depois, viu a entrada de algo com uma placa em grego que dizia algo que fez, realmente, ela tomar outro rumo.

- Bem vinda ao seu novo lar, Misaki. Bem vinda ao Acampamento meio sangue.

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Ter Jan 20, 2015 3:54 pm



~Avaliação

Misaki
Sua história é boa, diferente e ao mesmo tempo comum, uma Hidra talvez não fosse o monstro certo para lutar, mas particularmente eu achei a luta um tanto boa e fácil, o que é meio incoerente, mas o resto está bom, me perdi em algumas partes, mas nada que reler não tenha resolvido, Bem vinda Prole de Quione.
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Ethan Hentschke em Qua Jan 21, 2015 10:17 am


Reclamação

Nome completo: Hugo Rivers Longhöff

Idade: 19 anos.

Pai Mortal: Peter Longhöff.

Deus(a) escolhido(a) Íris.

Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Íris é uma deusa do bem, trabalha com o arco-íris, algo tão belo, algo que não tem nada a esconder. Para a minha trama, eu queria algo bom, para que eu fosse ruim, por isso eu escolhi a deusa Íris, ah, e também porque os presentes e poderes dela são bem legais, bem dignos.

História: Seus dedos tocam no chão, para no fim, a verdade ser dita, e a morte desencadeada.

O psiquiatra sentado na cadeira em frente segurava uma prancheta, onde escrevia rapidamente enquanto Hugo falava, descrevendo os acontecimentos da noite anterior. Era tudo tão nebuloso, tudo tão... Fantástico.

Os dedos do adolescente tamborilavam o braço da poltrona, as imagens do sangue, da arma que jazia fria em suas mãos enrijecidas, tudo isso, esperando para ser liberado em uma série de palavras banais e sem sentido que o semideus insistia em repetir. A mente embaralhada, então, a lembrança mais cruel de todas. Seu pai ensanguentado, com sua mão direita sobre um buraco efetuado pela bala que fora disparada pelo seu próprio filho. Como pode, o jovem Hugo ter cometido patricídio? Apenas uma explicação lógica: Dor e manipulação.

O psiquiatra mandou que o semideus fitasse o relógio que balançava da direita para a esquerda. Os olhos de Hugo começaram a pesar, e este caiu então, em um profundo sono, que mal sabia ele, contaria sua história.

...


Os dias se arrastavam devagar na pacata cidade de Hagerstown, no estado de Maryland. Os dedos da criança hiperativa mais uma vez tamborilavam à mesa do café da manhã. A empregada servia seu pai, que lia o jornal local. A criança respirava alto, tentando chamar a atenção do mesmo, mas o adulto apenas continuava sua leitura.

Peter Longhöff, um milionário local, famoso por ser um dos maiores empresários da área de marketing e publicidade nunca deu muita atenção a seu filho. Não desde o desaparecimento da mãe do garoto, que não deixou nem um rastro sequer.

A infância de Hugo foi tão difícil, tendo que lidar com diversos problemas, um dos principais eram as exigências impostas por Peter quando foi descoberto o laudo de altas habilidades na área acadêmica do semideus.


...


Anos se passam, Hugo, agora com 16 anos, se torna um adolescente rebelde, acaba por se meter no vício do fumo e do alcoolismo. Tudo muito estranho para um filho de Íris, mas até aquela altura, nada que incidisse no trabalho do pai. Mas um mês depois, o menino começa a traficar.

A cidade era pequena, não deveria ter todo esse acesso ao crime que os jovens da cidade grande tem, mas ele sim, ele acabou se metendo com bandidos barra pesada, então, começou a trabalhar com os próprios. A prisão foi inevitável, e foi nesse dia, que a tragédia aconteceu.

...


Um grande esquema foi armado pela bandidagem para que Hugo fosse solto. Todo o plano fora formulado pelo líder, que ninguém sabia, era filho da deusa Atena. Mas o pai do garoto, Peter, tinha outros planos. Ele já estava com o dinheiro contado para o pagamento da fiança, e uma ótima ideia para o castigo do mesmo. Mal sabiam todos eles, bandidos, empresário, policiais, que as Parcas estavam em um dia maléfico.

Todo o tecer das deusas do destino estava centrado logo naquele dia, elas tinham planos especiais para cada um deles, com destaque, obviamente para Hugo. Peter já estava na delegacia, com a maleta em mãos, os bandidos, cada um disfarçado a seu modo, com o comando do líder. Hugo, estava sentado, entediado em sua cama fria e suja da cela. Respirou fundo, então, fechou os olhos.

Os gritos começaram por volta de vinte minutos após Peter adentrar ao local. Os bandidos sinalizaram um para o outro, e sacaram suas armas de diversos portes, paralisaram de surpresa cada policial que estava naquele lugar, e então, alguns deles ficaram de guarda para cuidar dos reféns. Os outros cinco, foram em direção as selas, onde o adolescente estava. Atiraram então no cadeado e Hugo foi finalmente libertado.

Deram uma pistola para o garoto e foram em direção ao saguão, onde estavam os reféns, caídos no chão e mortos de medo. Divertindo-se, alguns dos bandidos começaram a atirar nas pessoas indefesas. Mal sabiam, que de surpresa, uma força tarefa especial havia sido enviada ao local.

Chegaram então os bonzinhos, atirando nos bandidos, e o tiroteio começara. Dois tiros. Olhos fechados. Um deles diretamente em um homem caído no chão, logo atrás de uma cadeira. Segurava firmemente uma maleta. O tiro, acertara no peito do adulto. E de que arma viera a bala? De Hugo.

O garoto pôs-se no chão, em prantos.

...

Os dedos ensanguentados do garoto tamborilavam outra vez a mesa em sua frente. Eles suspirou, então acordou do sonho. E de mais um sonho. E de outro e de outro. E de vários repetidamente assustado. Então, por uma última vez, acordou em uma cama de chalé, um chalé claro. A realidade mais uma vez o cobriu, e este lembrou-se. Estava no Acampamento Meio-Sangue, e era um filho da deusa do Arco-Íris.

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Hades em Qua Jan 21, 2015 11:43 am



~Avaliação


Sua ficha está boa. Os motivos são plausíveis e razoáveis. A história foi o que mais me impressionou. Admito que fiquei surpreso com a história ser de um filho de Íris, exceto pelo fato de que você vê arco-íris quando fuma maconha.
~Atualizado~



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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Annabelle Malfoy em Sex Fev 13, 2015 8:54 pm






Ficha de Reclamação



Nome Completo: Annabelle Malfoy.
Idade: 17 anos.
Deus(a) escolhido:Perséfone.
Por que quer ser reclamado por este respectivo deus(a)? Pois acho a deusa Perséfone uma grande deusa, muito bela, forte e admirável. Adoro o fato de ela ser a deusa da primavera e a rainha do submundo. Sua história me encanta. Uma personagem de grande força e delicadeza, com a personalidade forte e inesperada. Tenho grande encanto pela deusa. Adoro seus poderes e o que a mesma é capaz de fazer, adoro mais ainda sua audácia!
História:
Annabelle Malfoy cresceu cercada de lendas sobrenaturais na pequena cidade de Salém, conhecida pela grande caçada as bruxas. Seu pai era um homem apaixonado por lendas e histórias antigas, sempre afirmando que tal coisa existia, mesmo sem ter qualquer prova verídica sobre o fato. Annabelle cresceu acreditando em tudo que seu pai lhe contava, desde as história sobre deuses e deusas, até os monstros, como lobisomens e vampiros, ou até mesmo Medusa e dracaenaes.
Porém, sua história preferida sempre foi sobre como seus pais se conheceram. Paul, seu pai, contou que conheceu sua mãe no segundo dia de primavera, ali mesmo em Salém. Fazia uma caminhada pela praça, pensando no que fazer de sua vida. O último livro que lançara sobre O Mistério do Mundo Sombrio, não vendera tanto quanto esperava. Mesmo depois de tantas pesquisas e viagens em busca de respostas, não conseguira chegar ao que esperava e acabara com um livro curto e sem muitas novidades sobre o assunto. O livro tratava-se de uma reflexão sobre o provável submundo, as criaturas que lá habitam e tudo o que lá acontece.
Cansado de refletir sobre o assunto, levantou-se e foi dar uma volta no Museu das Bruxas de Salém. Dentro do museu encontrou uma bela moça, de cabelos cacheados e escuros e olhos castanhos misteriosos. Sua mãe usava uma roupa leve e de cor escura, mostrando um estilo contrário ao de sua aparência de paz, alegria e leveza. Paul aproximou-se da mulher, curioso, pois estava a algum tempo na cidade e nunca tinha visto-a ali, e pelo olhar de alguns moradores locais, eles também não a conheciam.
- Uma bela exposição a deste ano, não? - perguntou como quem não quer  nada, mexendo nos cabelos arrepiados.
- Realmente, muito bela, até certo ponto... realista. - comentou ainda perdida na estátua que observava minuciosamente.
- Então, nova na cidade? - questionou tentando puxar assunto.
-Sim. Na verdade,, estou só de passagem. - comentou desviando o olhar para o homem ao seu lado.
- Sério? Estou só de passagem também. Relaxando e procurando por novas histórias, sabe? - disse com um sorriso charmoso.
- Novas histórias? Explorador, historiador ou escritor? - perguntou curiosa.
- Um pouco dos três, acho. - falou divertido. - Apesar de ter uma grande queda por coisas sobrenaturais se [e que me entende. - piscou um olho divertidamente.
- Sobrenatural? Interessante. - a mulher sorriu como se soubesse de algo que ele nem sonhava.
- Sim. Por que, se interessou?
- Talvez... - sussurrou sedutoramente, antes de caminhar para outra estátua.
De acordo com seu pai, aquela pequena conversa gerou uma série de eventos inesperados para sua vida. A mulher misteriosa apresentou-se como Perséfone, o que encantou mais ainda o pai de Annabelle. A menina sempre adorava escutar sobre sua mãe, já que esta sumiu da vida de seu pai no final da primavera. A primavera de amor de seu pai. Meses depois a mulher voltou, entregando a seu pai um bebê de poucas semanas. Perséfone explicou a seu pai sobre a existência concreta da mitologia grega e o porque não podia cuidar da bebê.
Para Paul, aquilo era magnifico e lhe rendeu seu primeiro livro de romance, seu primeiro livro  não filosófico, onde contava uma história de amor impossível que desenrolou-se ao longo de uma primavera. Aquele livro fora o auge de uma longa carreira para o homem.
Annabelle nunca conseguiu enturmar-se, pois algo estranho sempre acontecia. Já havia estudado em tantas escolas, de tantos lugares diferentes que já perdera a conta. O que lhe acontecia era sempre algo diferente, que lhe transformava em uma rebelde aos olhos das outras pessoas. Machucar professores, explodir salas de aula, ou banheiros... Machucar oficiais de polícia, ou até mesmo pessoas comuns. Ela nunca entendia o porque isso lhe acontecia, e seu pai sempre dizia que algum dia ela descobriria e entenderia tudo.
Os anos se passaram e a pequena Annabelle cresceu cercada de acontecimentos estranhos e olhares desgostosos. Mesmo não tendo amigos e sendo uma criança, e posteriormente uma adolescente, solitária, sempre foi uma garota doce e meiga. Dedicava-se ao máximo ao que queria e amava histórias e lendas. Porém, sempre tinha um lado seu, pequeno, que tentava-lhe com coisas perigosas e escuras, porém nunca cedia a este, preferindo ser a menina doce.
Em um dia, que tinha tudo para ser normal, seu pai contou-lhe sobre a verdadeira identidade de sua mãe. Primeiro a adolescente de 17 anos sentiu-se confusa, imaginou que fosse mais uma história de seu pai, mas ao vê-lo sério passou a acreditarem suas palavras. A surpresa logo surgiu na menina, seguida da irritação e da empolgação. Parte das histórias que tanto amava era verdadeira e ela fazia parte disso. Mas sentia-se traída por seu  pai não ter contado sobre isso antes. Decidiu então seguiu seu caminho em busca do tal acampamento.
Paul de inicio não concordou, mas logo decidiu deixar sua garotinha seguir em frente com seu  plano, não poderia lhe impedir de seguir seu destino e sabia que não seria seguro ir junto dela. Deu as mesmas instruções que Perséfone disse-lhe para passar para a filha e ajudou-a a arrumar suas coisas.
Annabelle partiu em busca de seu lugar, onde encontraria pessoas iguais a si, que tiveram experiências parecidas com as de sua infância. Percorreu um longo caminho, fugindo de pessoas suspeitas e evitando lugares vazios. Entretanto, ao pegar o táxi para a colina de Long Island não esperava que o motorista fosse um monstro disfarçado,uma dracaenae para ser mais exata.
O motorista somente assumiu sua verdadeira forma quando parou próximo a colina. O topo da colina poderia ser visto dali e isso que a preocupava. Conseguiria chegar ali a tempo? Ou iria morrer nas mãos  da dracaenae? A adrenalina já corria em suas veias, quando saiu do carro rapidamente, com a mochila nas costas. Pulou algumas pedras e correu em direção a subida que parecia interminável. Sua hiperatividade estava em força máxima e forçava-lhe a correr ainda mais. Ter feito parte da equipe de líder de torcida e de corrida lhe rendeu algum benefício no final das contas!
A dracaenae corria atrás da menina sibilando coisas ininteligíveis aos ouvidos de Annabelle. Seu sangue bombeava com força em seus ouvidos e jurava que seu coração sairia correndo por sua boca a qualquer momento. Fazia algum tempo desde a última vez que tivera que correr por sua vida.
- Volte aqui. - gritou o mostro irritado.
- Tá louca? Quero distancia de você, bicho feio. - gritou correndo mais ainda. Sentiu então algo agarrar seu  tornozelo, quando estava bem próxima ao topo da colina e caiu de cara no chão. O gosto de terra e grama era realmente desagradável, pensou a menina cuspindo o pouco que entrara em sua boca. - Socorro!!! - gritou desesperada, enquanto era puxada pelo monstro.
- Comida. - sibilou a dracaenae.
- Socorro! Socorro!!! - gritou mais alto, forçando a garganta ao máximo. Chutou com a perna livre e deu uma mochilada no monstro, derrubando-o e fazendo com que a dracaenae lhe solta-se.
Levantou-se em um pulo e se pôs a correr novamente. Para sua sorte, alguns semideuses escutaram seus gritos e vieram ao seu auxilio, não antes da dracaenae  derrubar-lhe novamente, causando-lhe um belo tombo, que fez com que batesse a cabeça em uma pedra e desmaiasse.


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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Sab Fev 14, 2015 6:07 am



~Avaliação


Sua história foi convincente, não teve muitas falhas e erros, foi coerente, você citou bem cada fase, não foi "chato" de ler. Bem vinda.[/strike].
~Atualizado~


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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Möfr van Hofjentauk em Qua Fev 18, 2015 3:22 pm


O Filho do Medo
– Nome: Möfreus van Hofjentauk;

– Progenitor Escolhido: Phobos, o Medo;

– Idade: 17 anos;

– Motivo: Acho que Phobos é um deus que combina com a trama do meu personagem, além de eu sempre ter gostado de sua representação, de sua imagem. Os traços psíquicos do meu personagem se encaixam perfeitamente na forte personalidade do deus menor. Além do mais, ele é o Medo. Sempre o admirei, principalmente pelo poder que possui. De desequilibrar o adversário trazendo seus medos à flor da pele, com isso o distrai e… Parei, pronto. Voltando ao que realmente interessa: acho-o um dos deuses mais poderosos e, visto que não há filhos de Phobos aqui ainda, gostaria de honrar seu nome como semideus.

– História:
Capítulo I – A família

A família “van Hofjentauk” veio da Letônia para Portland em 1946, quando o país ainda não estava completamente independente. Os imigrantes — ilegais — eram Tars e Orddra — ambos com dezenove anos —, que vieram a se tornar os maiores pistoleiros de Portland, na época. Os dois eram contratados para realizar mortes frias e silenciosas, geralmente por acerto de contas dentro do mundo criminal. Se tornaram famosos e ricos na cidade. Com quinze anos passados, construíram uma grande mansão no centro, que vivia — em sua grande parte — vazia, preenchida apenas pelo medo que se esconde por trás das decorações de ouro e sai para dar as boas-vindas às visitas. Os dois tiveram uma filha — Liesel — que foi logo inciada nas armas — quando tinha sete anos. Ela tornou-se uma psicopata e não fazia aquilo por dinheiro, como seus pais, mas matava as pessoas — em sua grande parte políticos ou pessoas nobres — silenciosa e dolorosamente por puro e verídico prazer.
Ela, por sua parte, teve um filho com um homem que conheceu em uma noite de 1997, logo depois largou-a, a deixar apenas uma corrente de prata, um colar. Esse filho foi chamado Möfreus e teve sua iniciação com armas na mesma idade: sete anos.

Capítulo II – A Infância

Möfreus começou a construir sua personalidade desde criança, com a convivência árdua com a personalidade fortíssima de sua mãe. Seus avôs, morreram naturalmente antes de ele nascer, não teve a oportunidade de conhecê-los.
A frieza, foi obviamente errada e treinada com Liesel, que passava o dia fora de casa apenas matando as pessoas e roubando seu dinheiro. O menino sempre teve que encarar esse fatos e aprendeu, aos poucos, a não ligar para eles. Frequentava a escola — pelo menos deveria, mas faltava todas as aulas e simplesmente ficava olhando os carros passarem na rua, depois de muitos “incidentes” no colégio.
Sobre seu treinamento com armas, ele mostrou-se vocacionado a fazê-lo desde o início. Sempre aprendia as coisas em segundos e tinha uma ótima mira, “Herdou de mim”, dizia Liesel.

Capítulo III – Reast…

21 de outubro de 2007
Liesel mirou na cabeça dele — pendurada — e atirou. Ao seu lado, estava Möfreus e em seu pescoço, uma corrente de prata — deixada por Phobos para ela. A cabeça da vítima — governador de Oregon, estava de passagem por ali — explodiu. O garoto já estava com a frieza dentro de sua alma e simplesmente não ligou para o que acontecia ali. Importaria o que aconteceria depois. A mulher passara um mês a planejar aquele assassinato — não era nada fácil conseguir matar sem deixar indícios o governador —, o que deixara várias brechas para a polícia obter informações precisas. Portanto, Liesel recebeu dois tiros simultâneos: um na cabeça e outro no peito, o que fez sua roupa ficar melada de sangue e também a do garoto de dez anos ao seu lado. Este estava aterrorizado, quando dois policiais saíram de seu esconderijo.
— Garoto? — falou um deles, alto e forte. — Está tudo bem?
Möfreus teve vontade de explodir.
Eu acabei de ver minha mãe morrer na minha frente e você me pergunta se estou BEM?!
— Fique calmo…
O menino simplesmente fechou os olhos e sentiu sua mente pulsar e todos os seus ossos também. Uma sensação estranha percorreu o seu corpo, um misto de sobrecarga, relaxamento e rancor — coisas bem diferentes. Silenciosamente, pegou o colar do cadáver de sua mão e o segurou com força.
Liesel, reast in peace…
Um pedido quase impossível, todavia sincero.

Capítulo IV – O orfanato Colshtrain

Depois daquele dia, levaram-no para um orfanato. Sempre fugia de lá, porém depois voltava, pois sua fome falava mais alto. Quando estava no orfanato, apenas ficava sentado num cantinho com o colar — recusara-se a lavá-lo, teria-o como uma única lembrança. Ficou por lá por dois anos, quando a dona do local decidiu tirar a sua ascendência da ficha. Foi adotado por lésbicas — Sky e Drill. Sky tinha traços ásiaticos e era muito durona, enquanto Drill era o seu oposto. Foi posto logo num internato, visto que todos sabiam de sua suposta “rebeldia”. Sua frieza cresceu muito, graças às suas experiências nas ruas. No internato, impressionantemente fez uma amiga: Saide, a única entre todas as outras pessoas as quais ele maltratava, xingava, puxava briga, et cetera.

Capítulo V – CHB

21 de outubro de 2014
Era aniversário de morte da mãe de Möfr, o que o fazia ficar extremamente abalado. Ele faltara a todas as aulas do dia e acordara à uma hora da tarde. Simplesmente não conseguia manter a calma naquele dia. Todos estavam zoando-o — o internato descobrira sobre sua mãe há cerca de dois meses — e fazendo coisas que não costumavam fazer. Sua frieza não foi maior que aquilo. Naquele momento estava num beco de frente a um dos “grandalhões” da escola, ao lado de Sadie. Ela sempre estava com o garoto naquele tipo de situação, era uma verdadeira amiga.
Observou o grandalhão ficar ainda mais grandalhão,transformando-se em um gigante com os dentes podres — ouvira falar que aquele rapaz virava uma fera quando insultavam-no, mas não imaginava que fosse uma literalmente. Sadie também se transformou. Virou uma coisa que parecia uma nuvem, contudo gigante e poderosa. Ela deu-lhe um soco e voou, o que fez o gigante investir não contra ela, mas contra Möfr. O garoto apagou com um único soco.

—————

Acordou num espécime de Acampamento, com Saide — transformada — ao seu lado.
— Seja bem-vindo ao Acampamento Meio-Sangue, filho de Phobos — ela disse.
— O quê?!
— Sua mãe tinha uma personalidade muito forte, não é de impressionar que ela tenha tido um caso com o deus do Medo.
Não fale nada sobre minha mãe!
— Fique calmo… — repetiu as exatas palavras do policial.

obs:
– Gostaria que o colar fosse adicionado ao arsenal, será desenvolvido em DY’s:
— Colar de Prata {Uma corrente toda suja do sangue de Liesel que o garoto guarda como recordação}.
thanks blackpool

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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Qua Fev 18, 2015 4:32 pm



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Möfruyhuygeuygf
Gostei da sua história, um tanto incomum, mas não foi cansativo de ler, nem muito incoerente, houveram alguns errinhos, nada que não possa ser corrigido, seus motivos foram razoáveis, mas bem vindo prole de Phobos.
~Att~
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Ficha de Reclamação

Mensagem por Maya Hayley em Sex Maio 15, 2015 7:56 pm

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Nome: Maya Elizabeth Haley
Idade: 12 anos
Deus (a) Escolhido (a): Atena
Porque que ser reclamado por este respectivo Deus (a): Inteligente, estrategista, e até um pouco orgulhosa, é assim que eu sou, sem falar que habilidade em batalha é sempre bem vinda, também sei que conhecimento é um dos maiores dons da humanidade.
História:
Eu nasci no dia 27 de outubro de 2002, fui criada pelos meus avós, de acordo com eles, meus pais morreram num acidente de carro. Minha vida era tranquila, mas nunca me encaixei em grupos da escola, eu era sempre excluída, só porque eu era (meio) antissocial. Eu passava horas lendo, sempre gostei mais de mitologia grega, e sempre era a primeira a responder quando a professora perguntava, tenho pensamento rápido.
Meu primeiro contato com o mundo grego foi quando eu tinha sete anos, na volta da escola. Eu estava caminhando em direção a minha casa quando vi uma senhora na rua. Ela aparentava ter uns 50 anos, e derrubou uma sacola de compras, fui até lá ajudá-la, me abaixei para pegar as coisas que haviam caído da sacola, quando me levantei, ela disse:
-Perfume gostoso esse seu.
Eu estranhei, pois naquela manhã, eu não havia passado perfume, eu tinha acordado atrasada, tive que sair correndo de casa. Então eu só respondi:
-Não é perfume senhora, eu não passei antes de sair de casa.
-Então é um cheiro natural?
-Acho que sim, não é?
Na hora que eu falei isso, a mulher deixou cair às coisas que estava segurando, e começou a virar um monstro na minha frente, que me lembro do que estudei de mitologia grega como uma fúria. Eu estava tão apavorada na hora que nem consegui dizer nada, meus avós sempre me ensinaram que, quando estiver em uma situação de risco, sempre deve pensar na coisa mais inteligente a se fazer, naquela hora a coisa mais inteligente que pensei foi: corre!
Comecei a correr e quando já estava perto de casa olhei para trás e vi uma garota de mais ou menos uns 15 anos lutando contra a fúria, ela usava uma espada, um escudo e um elmo, meu dia ficava cada vez mais estranho.
Entrei em casa correndo e contei tudo aos meus avós, que ficaram perplexos, quando elas iam me dar uma explicação, a campainha toca. Era a garota que lutou contra a fúria. Ela entrou em casa e explicou tudo, eu era uma semideusa, filha de uma deusa olimpiana. E a fúria estava ali para me caçar. Eu estava em estado de choque, mas meus avós não, eles disseram que já sabiam que não me contaram porque eu era muito nova, só iam me contar quando eu fizesse 12 anos. Depois da garota, cujo nome era, se não me engano, Violet, explicar para nós tudo sobre o Acampamento Meio Sangue, eu consegui convencer meus avós a mudar de cidade, pois eles já são muito idosos e não quero que eles arrisquem suas vidas para cuidar de mim.
Então eu arrumei minha mochila e um dia antes da viagem dos meus avós, eu fui com a Violet para o acampamento. Quando estávamos chegando lá, ouvimos um barulho:
-O que foi isso?-eu perguntei
De repente, olhamos pra trás e vimos:
-Um ciclope! Corre!
Já estávamos quase lá, mas o ciclope acaba pegando Violet...
-Me larga sua criatura nojenta!
Depois de dizer isso, Violet pega a espada que estava carregando e enfia no olho do monstro, ela pega a espada de volta e corremos até passar da barreira, mas Violet estava mancando por causa do impacto com o chão quando ela caiu.
-O que aconteceu?- perguntou uma garota loira
-Fomos atacadas.
-Por um ciclope.
-Levem-na para a enfermaria, agora!- Então ela se aproximou de mim e falou - Você está bem?
-Estou legal, mas estou confusa.
-Isso é normal. Qual é o seu nome?
-Maya Hayley. E o seu?
-Annie Morgan. Você é filha de quem?
-Eu ainda não sei...
Depois de eu falar isso, chega voando uma linda coruja e pousa no meu braço.
-Acho que já sabemos.
-O que?
-Esse é o símbolo de Atena. Você é filha de Atena.
Hoje, moro no acampamento meio sangue, Chalé de Atena, e vejo meus avós algumas vezes por ano. Eu finalmente me encaixo em algum lugar.
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Re: Teste de Reclamação

Mensagem por Nêmesis em Sab Jun 13, 2015 9:43 pm



~Avaliação

Maya
Vamos começar pelo seu avatar, gostaria que desse uma lida nas regras, que se encontram aqui.
Sua história poderia ter sido mais bem elaborada, embora a velinha com a sacola de compras não seja nada mal, houveram pontos em que trocastes o tempo, uma hora narrando o passado, outra no presente, ai volta pro passado, uma verdadeira confusão. No início você repetiu várias vezes a mesma palavra, isso torna a história um  tanto chata de ler. A principio não sou de considerar a formatação do texto, mas poderias utilizar menos cores gritantes, como o amarelo, impossibilita a leitura e em alguns monitores pode até arder os olhos de quem lê. Seus motivos foram razoáveis, mas fariam-na passar se não fosse os outros pontos que citei, por tanto reprovada, boa sorte na próxima vez.
PS: Sugiro que leia a história de alguns aprovados, para ter uma base.

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