Arena Meio-Sangue

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Arena Meio-Sangue

Mensagem por Lady Circe em Dom Ago 10, 2014 6:31 pm



Arena Meio-Sangue

  A arena meio sangue fica entre o refeitório a a área dos chalés. É uma grande construção, mas nela há um segredo. 

  Regras da Arena:
  1. Os posts devem seguir neste mesmo tópico, ou seja, nada de criar outros tópicos para a arena. Ex.: caso o Joãozinho crie um tópico "Treinos do Joãozinho", o mesmo será apagado sem aviso prévio.
  2. Haverá um limite de treinos, ou seja, serão avaliados somente de 10 em 10 treinos. Caso haja um 11º treino, este será ignorado.
  3. Treinos noturnos serão permitidos apenas aos filhos/seguidores dos seguintes deuses: Ártemis, Circe, Thanatos, Hades, Nyx, Hécate, Melinoe e Selene.
  4. Os monitores da arena são todos NPC's, sendo eles: 
      - Northon Gillies, filho de Hefesto (treino diurno);
      - Lillith L. Chester, filha de Atena (treino diurno);
      - Cassiel Conter, filho de Apolo (treino diurno);
      - Jesse Sullivan, filho de Nyx (treino noturno);
      - Lola Stryder, filha de Melinoe (treino noturno);
      - Sky Hoffman, filho de Hades (treino noturno).
   5. Os treinos serão avaliados em até 100 XP, ou seja, 1 nível.
   
  Segredo da arena:
  Em um ponto na extremidade norte da arena há uma alavanca, que é controlada por Northon, filho de Hefesto e um dos monitores na arena. Ao ser puxada, a alavanca abre um alçapão, que vai para o nível subterrâneo do lugar. Ao adentrá-lo, os semideuses dão de cara com 5 portas diferentes, cada uma com uma condição.
  Porta I: Leva a um lugar extremamente frio, com temperaturas a -15ºC e neve até onde a vista alcança. Monstros adaptados ao frio escondem-se entre as dunas de neve, prontos para atacarem os desavisados que ali adentram.
   Porta II: Leva a uma floresta tropical, que está sempre chovendo. Árvores grandes com copas densas se encontram espalhadas por todos os lugares. Algumas raízes estão fora da terra, prontas para derrubar descuidados e distraídos. Monstros terrestres estão sempre à espreita, prontos para atacar os semideuses.
   Porta III: Leva a uma praia deserta. Quilômetros de areia branca se estendem no horizonte banhado pelo mar azul. O sol está sempre brilhando fortemente, o que ocasiona um cansaço rápidos naqueles que não são acostumados. Ao adentrar nesta porta, tome cuidado: monstros marinhos e monstros de clima quente lhe aguardam.
   Porta IV: Leva a uma casa antiga, feita de madeira e com vários espelhos pendurados nas paredes, de todas as formas e todos os tamanhos. Em cada um deles, há um feitiço escrito em rúnico. Quando o semideus passa por um deles, o feitiço é ativado, liberando um duplo de mesmo nível e poder.
   Porta V: Leva a uma montanha rochosa, com várias fendas e pedras espalhadas por toda sua extensão. Lá, é permitido que o semideus realize uma escalada perigosa, com ventos fortes e constantes, somados aos golens de pedra que lá habitam e aos espíritos do vento.

   Instruções para a arena especial:
   - Não há uma restrição específica para cada porta, ou seja, qualquer semideus de qualquer progenitor poderá entrar em qualquer porta. 
   - As regras aqui são as mesmas da arena comum. Serão avaliados de 10 em 10 treinos. Em cada ambiente deve-se enfrentar pelo menos um monstro, que será a escolha do semideus, desde que condizente com o clima já citado.
    - Os treinos desta arena serão avaliados em até 100 XP, ou seja, 1 nível.

  
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Re: Arena Meio-Sangue

Mensagem por Juliet A. Roberts em Sex Out 24, 2014 7:16 pm

Fight! Fight! Fight!

A pior parte de apanhar não é de fato a dor sentida, isto é apenas algo físico e facilmente tratado, contudo o lado mental de tal ato é deveras perturbador àquele que sofre. A impotência e humilhação sentidas ao se receber um soco e sentir-se desnorteado soma-se ao sentimento de raiva e ódio, não é uma combinação agradável a nenhuma das partes envolvidas na briga. Ela nunca havia gostado de apanhar, mesmo que fosse um peteleco ou cascudo.

Juliet não gostava nem mesmo que as pessoas a tocassem, logo levar um soco estava fora da lista de coisas que a agradavam (talvez estivesse fora da lista de qualquer um). Não que a filha de Dionísio fosse uma pessoa agressiva, mas, ultimamente ela se encontrava extremamente irritadiça, principalmente após ter encontrado seu pai novamente. E naquele momento sua vontade era de pegar a corda mais próxima e enforcar a pessoa que ousava lhe bater, mas conteve-se, afinal não faria sentido matar seu “instrutor”, instrutor entre aspas pois a pessoa à sua frente se tratava apenas de um brigão.

Rick Stewart não passava de um dos filhos de Ares revoltado que achava muito engraçado bater em pessoas que ele considerava mais fraca que ele. Talvez desse um belo soldado, o garoto parecia gostar de chacina, sangue e coisas bizarras que os filhos do Deus da Guerra achavam fascinantes. Em suma, o rapaz apenas queria bater em todos e sentir-se um herói de guerra enquanto ria com seus dentes tortos do rosto distorcido de dor dos seus agredidos. Rick era o “instrutor” de Robers naquela tarde. Não que ele soubesse disto, claro que não. Mas, para a informação daquele que está lendo isto, a prole de Ares aprimoraria a habilidade de Juliet em brigas, luta livre especificamente.

Não era algo muito difícil conseguir uma briga, às vezes uma palavra bastava. Outras vezes ela precisava se esforçar mais, todavia com aquele rapaz ela não precisou de nada mais do que um esbarrão. Para sua felicidade (ou não) Rick respondeu com sua grosseria costumeira antes de agredi-la. Apesar de ser uma menina, Juliet sabia que Rick não hesitaria em dar-lhe uma surra, e isso era, naquele momento, algo bom. E o melhor em seu “instrutor” era que ele não passava de um semideus irritadinho que tinha bons golpes e uma estrutura física não tão horrível. Rick Stewart não era tão alto – mesma altura que Robers na realidade – e tinha um porte físico bom, não exagerado. Ele tinha os cabelos loiros e a pele queimada de sol, e seus olhos brilhavam da cor do mar. Ele seria um rapaz bonito caso nunca abrisse sua boca ou sorrisse, mostrando aqueles dentes horrorosos e aquela voz estridente como um passarinho.

Não sei dizer exatamente porque, mas Juliet ria. Talvez fosse sua parte olimpiana em ação, a loucura herdada de seu pai, afinal mesmo após ter sido prensada na parede da arena, mesmo com o braço de Rick impedindo sua respiração ela ria. Talvez ela estivesse rindo daquela expressão na face do garoto, o rosto do loiro estava contorcido numa expressão raivosa, como se ele fosse um cão infernal prestes a matar um meio-sangue. Ou talvez ela apenas tivesse um parafuso a menos, não se sabe na verdade. Então, de repente, Juliet parara de rir, o ar estava acabando para a garota e ela tinha poucos segundos antes de perder a consciência. A loira descartou alguns pensamentos desnecessários que passavam pela mente dela naquele momento e, passou a pensar várias hipóteses de golpes que ela poderia realizar. Entretanto acabou optando por chutar as partes sensíveis do rapaz a sua frente.

A loira caiu diante do rapaz, seus pulmões buscavam o ar com avidez. Rick grunhiu raivosamente, estava incrivelmente irritado. “Você vai me pagar, maldita”, prometeu o filho de Ares. Após sua ‘recuperação’ momentânea, Juliet se levantou e avançou na direção do loiro que ainda estava desnorteado com o golpe da menina. Punho cerrado, base firme, impulso. O soco seria certeiro, se Rick não tivesse um sexto sentido para lutas e desviado no último momento. O filho de Ares revidou com um soco no estômago e outro no rosto. Já não bastava o galo que havia arranjado em uma de suas últimas aventuras, Rick ainda havia deixado a face da filha de Dionísio marcada.

A cabeça da loira começou a rodar e pontos negros surgiam em seus olhos, iria desmaiar? Ela tossiu e sangue saiu de sua boca. Era óbvio, ela precisava de um plano para sair viva dali. Olhou ao redor e constatou que todos assistiam sua derrota, não fariam nada para auxiliá-la isto estava mais que óbvio. Novamente cuspiu o sangue, o gosto do líquido era ferroso e estava por toda a sua boca.

O próximo soco não tardou em sua chegada, parecia que tudo se passava em câmera lenta aos olhos da garota. Ela viu os punhos de Stewart irem em direção a sua face e por pouco desviou, o rapaz grunhiu. Em seguida ele avançou estendendo o braço e agarrando as loiras madeixas de Robers, com força começou a puxá-la na intenção de girar a garota desequilibrando-a para que caísse. Ao invés disso, Juliet socou o nariz do garoto e deu duas joelhadas novamente atingira sua “parte sensível masculina”.

Os golpes foram o bastante para tirar um gemido de dor de Rick e faze-lo desprender-se de seu cabelo. Seu couro cabeludo ardia, mas um sorriso surgiu nos lábios da loira ao saber que podia lutar contra um filho de Ares e sobreviver. Sem esperar a recuperação do rapaz, a loira avançou. Segurou com ambas as mãos o cabelo aloirado dele e empurrou a cabeça de Rick para baixo aproveitando que o rapaz já estava meio contorcido, no mesmo instante levantou seu joelho esquerdo com força dando uma joelhada forte no nariz do garoto, o fazendo sangrar.

Assim que se viu livre das mãos da loira, Rick se revoltou e avançou para cima da filha de Dionísio com socos e chutes. Com muita sorte a menina conseguiu desviar de alguns golpes que quebrariam os alinhados dentes brancos dela. Entretanto ainda fora atingida por alguns dos golpes do rapaz. Por fim, Stewart atingiu-a na lateral esquerda da barriga, tão forte que a menina voou para longe do rapaz.

Todos observavam a cena com horror, estaria Juliet morta? A menina não se mexia! O filho de Ares se aproximou da menina cautelosamente, Quíron o mataria se tivesse tirado a vida da garota. Quanto mais se aproximava, mais frio ele suava. Ele se virou para chamar por um filho de Apolo quando surpreendentemente foi de encontro ao chão com força, Juliet Albert Robers tinha lhe dado uma rasteira e se levantado. Ela se aproximou de Rick e chutou-o uma, duas, três vezes na barriga até perceber que a respiração dele estava falha e que agora ele estava de bruços tentando se levantar.

- Parem com isto! – a voz de Quíron ecoou pela arena. Provavelmente alguém havia denunciando ao centauro o que ocorria na arena. A loira suspirou relaxada, se Rick se levantasse ela, certamente, não daria conta dele. – Juliet o que está fazendo?

- Me defendendo, apenas. – resmungou a semideusa com sua costumeira voz de descaso e desinteresse. – Com licença, Quíron. Mas preciso dar uma passada na enfermaria... – a menina lançou um vestígio de sorriso ao centauro, como se pedisse desculpas e virou-se para sair. Ofegando e sentindo as dores dos hematomas e ferimentos já que agora toda a adrenalina anestésica já se esvaia de seu corpo, para a sua desgraça, ela se dirigia para a enfermaria. Tinha hematomas de todos os gêneros pelo corpo, estava dolorida e aqueles pontinhos negros insistiam em continuar em sua visão. Mal dera dois passos e foi ao chão, inconsciente.

Ps:
Decidi narrar apenas uma briguinha, é comum campistas brigarem entre si -qq
Não optei por usar um dos instrutores para não "ferrar" com a vida da minha personagem nos treinos. Huehauehaueh -q
Sim, a Juliet desmaiou, ela já tinha ido à enfermaria antes por ter levado uma pedrada na cabeça/testa e agora levou uma surra. -q

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics

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Re: Arena Meio-Sangue

Mensagem por Nêmesis em Ter Out 28, 2014 7:20 pm



~avaliação

- 48 exp.

+100 exp.

Sinceramente, guria, tu escreve muito bem, embora eu tenha sentido em mim mesmo a dor daquele chute. Mas bem, ganhos e perdas acima.
Att por Nêmesis// Avaliado por Phobos
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Re: Arena Meio-Sangue

Mensagem por Annabelle Malfoy em Dom Fev 15, 2015 7:12 am




Treino

ARENA ESPECIAL - PORTA II


Era um dia tranquilo no acampamento. O céu nublado e o vento gélido eram as características do tempo que Annabelle mais gostava. Elle adorava o tempo frio, pois lhe permitia usar roupas quentinhas e estilosas, não que o tempo lhe incomodasse muito.
Com um tempo tão bom, a ruiva decidiu dar uma volta pelo acampamento para conhecê-lo melhor e acabou por parar na arena de batalha. Era um lugar que exalava adrenalina e confiança. Sorriu consigo mesma, ainda bem que tinha colocado sua armadura e pegado suas armas. A garota praticamente saltitou até o instrutor, feliz por ter finalmente seu primeiro treino.
- Oie, com licença. É com você que eu falo para treinar, não? - questionou curiosa a um menino que estava com a blusa do acampamento observando outros semideuses que lutavam.
- Sim, sou um dos instrutores. Northon Gillies, filho de Hesfeto. - apresentou-se me estendendo a mão.
- Prazer, sou Annabelle Malfoy, filha de Perséfone. Mas, por favor, me chame de Elle. - a ruiva sorriu apertando a mão que lhe fora estendida.
- Novata, com toda certeza. Vai ficar na arena normal ou está a fim de tentar algo mais arriscado?
- Algo mais arriscado... Não vou me sentir bem treinando aqui com todo esse pessoal por perto. - comentou olhando ao redor.
- Então venha. - chamou-lhe já andado em direção a um dos cantos da arena.
Annabelle correu para lhe alcançar e não se arrependeu de sua escolha. Abriu a boca surpresa, quando o filho de Hefesto abriu uma porta secreta que levava para o subterrâneo e o seguiu em direção a uma sala onde continham cinco portas diferentes.
- Um lugar com bastante neve, floresta tropical, praia deserta, casa antiga ou montanhas rochosas? - perguntou Northon levantando uma sobrancelha.
- Floresta tropical. - afirmou sorridente.
Quando o garoto abriu a porta e entrou, seguido de Annabelle, a menina não sabia que seria aquilo que iria enfrentar. Caia uma chuva média, nem muito forte, nem muito fraca. As árvores grandes e com copas densas, impedindo-lhe de enxergar completamente o céu, mas não impedindo da chuva chegar até eles. Grossas raízes encontravam-se de forma aleatória no ambiente, levantadas e prontas para lhe derrubar a qualquer descuido.
- Os monstros são aleatórios e terrestres, estão espalhados e bem escondidos pelo lugar. Cuidado e boa sorte. - essa foi a mensagem do instrutor antes de se distanciar e sumir das vistas da ruiva.
Suspirando pesadamente, Malfoy passou a se organizar. Prendeu o cabelo em um coque com um elástico que estava no pulso e segurou o chicote com força, enquanto verificava sua armadura.
Começou a caminhar hesitante, pulando com cuidado as raízes altas e olhando bem atenta para todos os lugares, desde o chão, até o alto das árvores. Poderia ser paranoia sua, mas sentia-se sendo observada. Com cuidado virou-se e se encontrou perdida. Tinha andado tanto que nem se dera conta.
Algo pingou no ombro da menina, que ao passar a mão, constatou ser algo molenga e grudento. Virou-se lentamente e arregalou os olhos ao se deparar de frente a um enorme cão negro com olhos bem escuros. Era com toda certeza um cão infernal.
O animal abriu a boca e preparou-se para mordê-la e aproveitar o petisco que havia surgido. Mas Annabelle fora mais esperta. Jogara-se no chão e rolara para baixo do animal, que estava de pé. O cachorro acabou por morder o vento e confuso olhou ao redor. Aproveitando-se da confusão do cachorro, saiu de baixo do mesmo e levantou-se. Testou o chicote uma vez, antes de lança-lo em direção ao monstro que se virara para ela.
O animal pulou para trás, rosnando alto quando o chicote acertou-lhe nas costas. Os espinhos tinham feito um belo dano, não o suficiente para acabar com o animal. Estalou o chicote novamente, com o cão infernal rosnando a sua frente ainda.
- O que foi bichinho? Só sabe rosnar e procurar? - debochou ainda testando o chicote. Sentiu sua arma crescer para seis metros e sorriu de lado. Sua arma era bem enganosa e poderia causar mais danos do que imaginava.
O monstro preparou-se e pulou em direção a menina, raivoso com sua afronta. A semideusa aproveitou-se disso e atacou com o chicote novamente. A arma estendeu-se mais durante o ataque, ao ponto de prender-se na pata do cachorro e quando Elle puxou o chicote novamente, derrubou o monstro e resultou em um grande ferimento na pata esquerda da frente. O cão infernal ganiu de cor e atacou com raiva pura, sem mais brincadeiras com sua comida. Annabelle percebendo que atingira o ponto de raiva do monstro correu para dentro da floresta em direção a uma parte onde as árvores eram bem juntas e com várias raízes altas. Pulou as raízes com destreza e desviou das árvores com rapidez. Agradeceu aos deuses por ter feito muitas aulas de corrida, principalmente de corrida com obstáculos.
O cão fez um barulho medonho atrás de si. A semideusa desviou sua atenção para o barulho e tropeçou em uma das raízes, o que lhe fez levar um belo de um tombo.
- Ai minha bunda... - resmungou fazendo uma careta.
Olhou em volta, mas o cão infernal parecia ter sumido, por enquanto. Levantou-se e observou ao redor. Não conseguia saber onde o animal tinha ido parar e isso a preocupava. Ele poderia estar em qualquer lugar, pronto para atacá-la.
Ouviu um barulho de galhos estalando e virou-se, vendo o enorme monstro correndo em sua direção. Puxou o chicote e estralou com força no chão. Preparou-se e lançou-o para o cão. Acertou-lhe a outra pata da frente. O chicote circulava a mata por completo, os espinhos causando profundos, e outros nem tão profundos, ferimentos. Puxou com força sua arma e escutou um estrondo. O animal tinha caído no chão. Ambas as patas da frente bem machucadas.
Olhou para cima e lembrou-se da chuva. Será que conseguiria...? Concentrou-se, fechando os olhos com força e rezando para o cachorro infernal não levantar-se tão rapidamente. Quando abriu seus olhos novamente viu o animal explodindo em pó dourado. Espinhos, provavelmente envenenados, haviam caído sobre a criatura e, alguns, haviam penetrado seus machucados. Aquilo destruíra o monstro. Fora uma batalha bem sucedida.
Suspirou e enxugou o suor que escoria de sua testa. Correu na direção que lembrava ter a porta. Quando já estava próxima a sua liberdade daquele lugar, uma dracaenae surgiu em sua frente.
- Outro monstro não... - resmungou parando de correr.
Para sua sorte, a floresta continha várias flores diferentes, o que fez com que a energia consumida pela chuva de espinhos, se recuperasse.
- Semideusssa você essstá morta... - falou a mulher cobra.
- Morta? Que eu saiba ainda estou vivinha. - disse enquanto lançava o chicote no novo monstro.
A dracaenae deteve seu ataque deslizando para o lado. Annabelle bufou com raiva e decidiu-se por partir para algo mais corporal e próximo. Ataque com o chicote não lhe salvaria desta vez.
- Acha que pode me machucar? - sibilou o monstro.
- Eu não acho, tenho certeza! - afirmou Malfoy, já como chicote em formato de pulseira e fazendo suas unhas retraveis crescerem. Com as unhas, mais parecidas com garras agora, enormes, afiadas e fortes, partiu para o ataque.
A dracaenae contra atacou com maestria, usando de um galho grosso como arma. Elle desviou-se do galho uma, duas vezes antes de atingir o monstro com suas unhas. Recebeu uma paulada em troca, mas como estava com a armadura, o impacto foi menor. Mas mesmo assim voou até bater as costas em uma árvore.
A dracaenae soltou o galho e aproximou-se sibilante. Annabelle não perdeu tempo, levantou-se e atacou-lhe com força, usando suas unhas como garras. Fez um belo rasgo na barriga da mulher cobra e recebeu um soco na barriga em troca. Porém, sendo sua armadura coberta de veneno, a dracaenae distanciou-se ganindo de dor.
Aproveitou a oportunidade e atacou com o chicote, que envolveu a forma monstruosa da dracaenae. Quando puxou a arma novamente, a dracaenae explodiu em poeira dourada, assim como o cão infernal. Cansada, desabou de joelhos no chão.
- Acabou? - Northon questionou aproximando-se.
- Sim. - resmungou Elle levantando-se e seguindo o outro semideus para fora da sala. Não queria saber de treinar novamente naquele dia, esperaria algum tempo antes disso. Também esperava pegar algo mais fácil da próxima vez.


ARMAS:
Chicote de Espinhos/{Chicote}: Este é um chicote feito de couro e madeira, o seu tamanho varia de acordo com a distância que o filho de Perséfone queira atingir, pode medir de 1 até mesmo 90 metros ou mais, dependendo da ocasião. Em toda a sua estrutura estão cravados espinhos que variam de tamanho, alguns menores, outros maiores, porém todos feitos de madeira. Somente os filhos de Perséfone conseguem manusear perfeitamente esta arma, mas como todos, precisam treinar para obter habilidade. Ao comando, o chicote torna-se uma pulseira de couro com pequenos espinhos em sua volta. {Presente de reclamação de Perséfone}
Armadura Envenenada/{Armadura}: Uma armadura de bronze celestial que se encaixa perfeitamente ao corpo dos filhos de Perséfone, assim como também não pesa nada para eles. Ao redor de toda a armadura está uma camada invisível de um tipo de veneno, o mesmo pode queimar à quem tocar na armadura, e protege o corpo do prole de Perséfone, o deixando forte. {Presente de Reclamação de Perséfone}
PODERES:
Nível 1 - Passivos
Aura Floral ❦ Como Perséfone é a deusa da primavera, seus filhos são – obviamente – ligados à natureza. Perto de flores, eles tornam-se mais fortes, podendo-se até mesmo recuperar uma pequena parcela de HP.
Nível 1 - Ativos
Chuva Dolorosa ❦ O semi-deus pode invocar uma chuva de espinhos envenenados, para que acertem seu oponente. {7 MP}
Unhas Retráteis ❦ O semideus possui unhas longas e consistentes, sendo quase impossíveis de serem danificadas. Podem também perfurar a pele do inimigo para causar danos sérios.


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Re: Arena Meio-Sangue

Mensagem por Íris em Dom Fev 15, 2015 1:35 pm



~ Avaliação


Bom, realmente, muito bom. Seu treino está coerente com seu nível e você fez um bom uso de seus poderes. Houve pouquíssimos erros, nada de muito significativo. O treino teve um bom desenvolvimento e conquistou minha atenção, meus parabéns. Recompensa: - 80 XP - 35 EP  
Avaliado Por Íris
~Att por Nêmesis



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Re: Arena Meio-Sangue

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