Teste para filhos de Zeus {Aberto}

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Teste para filhos de Zeus {Aberto}

Mensagem por Hipnos em Sex Ago 29, 2014 2:02 pm



~Teste

Á 50 anos os três grandes fizeram um juramento: Não teriam mais filhos semideuses. Mas esse juramento foi quebrado várias vezes por cada um deles.

♦ Serão permitidos apenas 1 (um) filho de Zeus por mês.
♦ O teste é avaliado rigorosamente.

- Nome: (seu nome on)
- Idade: (sua idade on)
- Por que quer ser filho(a) de Zeus? (mínimo de sete linhas completas)
- Conte sua história: (mínimo de 30 linhas completas. Deve ser detalhado, pois esta é a parte mais importante do teste.)
- Narração: (Narre-se já filho de Zeus, visitando e Olimpo e tendo uma conversa com Hera. Seja criativo, isso decidirá se você vai ser aprovado ou não. Mínimo de 20 linhas completas.)

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Teste de Reclamação

Mensagem por Elizabeth Campbell em Seg Set 08, 2014 10:25 am






princess of the sky



Observação: já que há uma vaga por mês para filhos de Zeus, quis enviar o meu formulário o mais rápido possível. Sei que os testes estão fechados, mas espero sua abertura, já que estamos no início do mês

Claire Carter McKnight, 15 anos, húngara.

Por que quer ser filha de Zeus?
Claire possui um potencial forte e nítido para tal deus, identificando-se bastante com o mesmo. Grandes personalidades e grandes capacidades não são merecedoras de ficarem ocultas, e este é o caso da garota. Acredito que sairia-se bem exercendo tal, visto que possui capacidade suficiente. Claire costuma ter facilidade em assumir a liderança, e sempre é a dona de decisões sábias. A semideusa estaria capaz de tudo para defender a honra de Zeus.

História;
Zeus costumara encantar-se por mortais, e seus filhos eram poderosos. Estes semideuses poderiam ser heróis incríveis, capazes de atuar em posições importantíssimas numa guerra, mas também poderiam ser indispensáveis no lado inimigo, se Zeus não os matasse caso apoiassem este lado, é claro.
O deus dos céus não costumava temer Hera, apesar de seu ciúme excessivo e ''ataques de fúria'', e por isso sempre manteve relacionamentos com mortais. E foi num deles que nasceu a garota de olhos azuis, ou melhor, eu.
Elizabeth, minha mãe, era uma estilista rica, formada num dos melhores colégios de seu tempo, e geralmente não faria o estilo de Zeus, mas havia algo de especial na mulher de cabelos castanhos e olhos claros. Os dois conheceram-se em pleno museu do Louvre, em Paris, e sua história de amor, apesar de apoiada por Afrodite, não foi tão duradoura. Zeus não gostaria de ter mais um filho morto pelas maldições de Hera, e por isso deixou minha mãe.
É bastante difícil encontrar um só semideus que tenha uma história considerada normal. Nós não somos normais, por que as coisas que vivemos e nossas histórias deveriam ser? Aos olhos daqueles ignorantes da "verdade", somos apenas adolescentes problemáticos com dislexia e transtorno de déficit de atenção, mas ser um semideus não é nada fácil, acredite. E comigo não foi diferente.
Veja bem, crescer sem um pai é terrivelmente assustador. Crescer sem saber ao menos o nome dele e com a sensação de ser rejeitada é pior ainda, mas eu ainda tinha aquela velha esperança de que meu pai fosse aparecer algum dia. Minha mãe sempre me dizia o quanto eu o lembrava, e apesar do sumiço dele, ela não parecia ter se abalado tanto. Ou simplesmente fingia por minha causa. Ela era uma mulher incrível, afinal. Fez de tudo para conseguir me dar uma vida normal e para suprir a falta de um pai. E ela conseguiu, em parte.
A verdade é que eu nunca pude dizer que tinha uma vida totalmente normal. Começando, em qualquer escola que eu fosse havia alguma confusão e eu terminava expulsa.
Aos 13 anos, meus dias se resumiam em estudos - na Trinity School, no caso -, alguns treinos de vôlei e quase só isso. Todo dia, quando estava prestes a chegar em casa, torcia para que minha mãe fosse fazer alguma viagem e que eu pudesse ir com ela. E meus desejos realizaram-se, mas não da forma que eu gostaria.


Quando se está ansiosa, o tempo gosta de aproveitar cada segundo; foi o que me disseram, ao menos. Mas eu sabia que era verdade, estava tirando a prova.
Não é qualquer dia que você e sua mãe vão viajar juntas para Miami. Seria uma semana perfeita. Nós duas faríamos tudo o que quiséssemos juntas. Mas tinha de haver algo para estragar tudo. Sempre tem, é regra.
Embarcamos no avião às 8h da manhã. Mamãe queria chegar cedo a Miami para descansar e organizar tudo com calma. O voo foi incrivelmente tranquilo, sem turbulência alguma. E em falar nisso, eu adoro voar. A maioria das pessoas tem medo de altura e tudo mais, mas eu fazia questão de ir vendo as paisagens e todas as nuvens.
Quando eu voo, uma energia diferente consome meu corpo. Eu me sinto mais feliz e tudo desaparece, e o que importa é aproveitar o voo. Era por isso que eu sempre escolhia ir sempre às viagens de negócio, ou trabalho, como preferir, da minha mãe. Como ela é estilista, sempre está viajando para desfiles e tudo mais.
Os primeiros dois dias em Miami foram maravilhosos, mas a hora da parte chata chegou. Minha mãe, Elizabeth Baker, iria passar algumas três horas, ou mais ainda, num restaurante discutindo sobre a sua nova coleção e blá blá blá. Minha mãe era igualmente talentosa ao quanto era bela, mas eu não tinha paciência para ficar encarando aquelas outras mulheres e ficar com a postura de filhinha-que-fez-curso-de-etiqueta. Não era minha coisa favorita a fazer.
Pedi licença a minha mãe e às outras, dando qualquer desculpa esfarrapada para sair dali. Caminhei até a parte de fora do restaurante, passando pelo estacionamento após enganar o segurança, coisa que não foi difícil de fazer. Fingi que uma mulher qualquer entrando num carro era minha mãe. Talvez ela me achasse louca agora, mas eu não me importava.
Segui em frente, parando num parque minúsculo perto do estacionamento. Caminhando um pouco mais, haviam algumas árvores. O local estava escuro e silencioso, com exceção de uma fonte que jorrava água. Sentei-me num dos bancos e comecei a conversar com meus amigos de Nova York pelo meu celular. Ficar aqui era melhor do que ter de ficar escutando a conversa sobre qual modelo ia usar tal peça e os maquiadores contratados, contanto que minha mãe não descobrisse. Ela não me deixava nem se quer voltar da escola a pé com meus amigos, não iria nem em outras vidas me deixar vir a um parque numa cidade quase desconhecida - havia viajado para Miami apenas algumas três vezes mais - sozinha.
Tudo estava bem, até que ouvi um rosnado. Levantei-me num reflexo extraordinariamente rápido e encarei aquilo. Era um leão enorme e musculoso. Suas presas afiadas me deram arrepios.
Eu permaneci parada por um instante, recuando a passos pequenos. E então ele atacou.
Eu voei e fui parar perto da fonte, batendo a cabeça no concreto. Minha visão ficou turva e foi escurecendo aos poucos. Não sabia se havia desmaiado, mas eu não conseguia me mexer. Uma visão da minha casa anos mais cedo apareceu aos poucos e a escuridão foi se esvaindo. Consegui localizar minha mãe sentada em um sofá marrom junto a um homem de aparência séria. Ela possuía uma barriga saliente em seu vestido, provavelmente grávida de mim. Os dois conversavam.

- Você ficará bem, Eliza. Cuidarei disto, prometo-lhe.

Ele fez uma pausa, fitando íris de minha mãe calmamente. Ele acariciou sua barriga e tornou a falar.

- E quanto a garota... Trate de protegê-la. Quando a hora certa chegar, você saberá.

O homem levantou-se. Virou-se e me fitou, como se eu estivesse em pé na porta observando os dois.

- Siga em frente, você é poderosa. Acredito em você, minha filha.

 O homem transformou-se em luz como uma supernova e eu não pude mais ver nada, acordando. Tornei a ficar de pé enquanto o leão corria em minha direção, e eu me dei conta que o desmaio levara apenas alguns segundos.
Eu não sabia o que estava pensando. Era um animal enorme, com muitas vezes mais o meu tamanho, e eu era uma garota de 13 anos com um celular no bolso da calça. Eu precisava distraí-lo. E o que eu fiz foi atirar meu celular com toda a força possível em seu olho esquerdo. O leão ficou zonzo e parou por alguns segundos, tempo suficiente para que eu subisse na fonte. Ele veio atrás de mim e a água molhou todo o seu corpo. Continuei a correr, aproximando-me das árvores. Durante o caminho, consegui apanhar algumas pedras e atirá-las no animal, mas a brincadeira iria acabar em breve. Eu já estava exausta, e o que me fazia continuar a correr era a vontade de permanecer viva.
Eu já estava um tanto distante do restaurante. Consegui continuar correndo até sair do meio das árvores, e foi quando uma enorme chuva começou a cair, junto a trovões. Corri, atravessando uma rua, que por sorte não estava movimentada. Me escondi atrás de um carro estacionado ali, recuperando o fôlego, mas eu não tinha tempo para isso. Um raio atingiu uma das árvores no local por onde eu passara, e de súbito me levantei, esquivando-me do leão. Ele avançou contra mim, arranhando meu ombro. Seu couro era extremamente grosso e resistente, então desisti da possibilidade de feri-lo. Entrelacei minhas mãos em seu pescoço enquanto lutava para manter meu rosto longe das suas presas. O animal diminuiu a velocidade de avanço, meu plano de sufocá-lo estava dando certo, até que ele escapou, me empurrando. Eu rolei alguns metros, mas consegui forças para me levantar. Corri pela rua, afastando-me alguns metros do leão. Eu precisava ganhar tempo e precisava de um plano, mas uma das coisas mais importantes era algo para me defender. Eu pulei em cima de outro carro, arrancando um dos para-brisas do mesmo. O leão vinha ao meu encontro, e então eu fiz o obvio: espetei-lhe o olho bom com o para-bisas. Ele rugiu e eu desci do carro.
Os ventos aumentaram, assim como a tempestade, que caia sobre mim em gotas incessantes e fortes, que davam a impressão de rasgarem minha pele. Eu estava encharcada e completamente esgotada, mas de alguma forma uma força me preencheu. Meu cabelo voava em meu rosto. O leão começou a me farejar, mas eu não estava com medo, a raiva me consumia. Eu tinha, de alguma forma, esperanças de vencê-lo.
Meu corpo enrijeceu como se eu tivesse acabado de levar um choque, mas a sensação não me fez mal algum, ao contrário, me fez sentir forte. No mesmo instante que o leão rugiu e tentou avançar contra mim, um raio caiu em sua direção, transformando-o em pó. A tempestade recuou e os ventos cessaram aos poucos depois de levarem o ''corpo'' do animal. Tudo havia acabado.
A sensação de força e revitalização se foi. Deixei-me cair no chão, tendo a visão da minha mãe correndo até mim. Segundos depois, desmaiei.
Acordei no outro dia em uma espécie de maca. Meu ombro ferido estava devidamente enfaixado. Quíron, quem mais tarde descobri ser o instrutor do acampamento - sim, eu estava num acampamento -, me explicou como funcionavam as coisas ali e quem todos eram, inclusive ele, um centauro, e eu, uma semideusa. Só uma coisa me perturbava: quem era meu pai? Eu nunca o havia visto frente a frente na vida nem sabia seu nome. Só conhecia o timbre da sua voz e sua aparência. Ou melhor, uma das.
Eu já me sentia melhor e meu ombro não doía tanto. Na noite seguinte, me deixaram no chalé de Hermes. Acho que ele é o deus dos ladrões, então dormi agarrada com minha mochila.
Era meu terceiro dia no acampamento e eu acordei animada, apesar de um tanto frustrada. Não havia compreendido o que eu vi enquanto desmaiei, e só havia compreendido o que era a criatura que morrera - ou que eu matara -, apesar de suspeitar ser um leão de Neméia, qual já ouvi histórias sobre, por ajuda de Quíron, mas eu não sabia se todas aquelas criaturas eram realmente reais, todos os mitos e tudo mais, e nem sabia se eu estivera sonhando esse tempo todo. As dúvidas eram tantas que eu resolvi ignorar.
No acampamento, tudo era muito novo para mim. Tinha muita gente. Todos eram desconhecidos para mim, mas eu me sentia bem ali.
Pela manhã, os semideuses se dirigiram para o pavilhão do refeitório. Eu iria sentar na mesa de Hermes, assim como dormi em seu chalé todos estes dias, mas algo estava errado. Todos seguiram em frente e eu permaneci parada, fitando uma mesa a frente de todas; a mesa de Zeus. Os olhares voltaram-se para mim depois que todos sentaram-se e eu iniciei caminhada até a mesa do deus supremo com passos calmos, sentando-me. Eu tinha plena consciência do que estava fazendo. Os outros me olhavam boquiabertos e de sobrancelhas franzidas, sem entender o que eu estava fazendo, afinal.
Um trovão ribombou no céu e um holograma azul surgiu em cima da minha cabeça. O sr. D, diretor do acampamento, arqueou uma sobrancelha, fitando-me como se não acreditasse. Ele levantou-se e sua voz soou no pavilhão.

- Seja bem-vinda ao Acampamento Meio-Sangue, filha de Zeus.

Narração;
Era uma manhã ensolarada. Apolo deveria dirigir o Sol alegremente, e não tinha vontade de deixar queimaduras de terceiro grau em ninguém neste dia. A minha estadia no acampamento ficava melhor a cada semana, e eu me acostumava com tudo que era novo e intrigante. Achava que minha vida daqui para frente seria maravilhosa. Mas, espere aí, a vida de um semideus não é maravilhosa, nunca. E eu descobri isso assim que adentrei o Olimpo.
O local é encantadoramente magnífico, de tirar o fôlego - principalmente o caminho de pedras, e eu quase dei uma de Hefesto tropeçando lá, sorte minha que não caí, mas a parte importante não era essa. Bem, um semideus não vai ao Olimpo por qualquer coisa. E eu iria por convocação de meu pai. Sim, Zeus havia reservado um tempo para mim. Isso seria ótimo para qualquer outra pessoa que não fosse filha de um deus, principalmente filha do maioral do Olimpo.
Quando cheguei à sala dos tronos, senti um arrepio percorrer por todo o meu corpo. Era nervosismo, é claro. Não havia como negar. Fiz uma breve reverência para cada um dos únicos deuses na sala: Zeus e Hera. A mulher morena lançou-me um olhar de superioridade, como se desejasse que o teto desabasse em cima de mim. Meu pai assentiu com a cabeça, fitando-me.

- Seja bem-vinda ao Olimpo, minha filha.

Estremeci, agradecendo. Falar com meu pai estava sendo...estranho. Não queria ter medo dele, mas eu tinha. Ele poderia matar-me em segundos se eu dissesse algo errado. Hera dirigiu-me a palavra.

- Garota, é melhor não desapontar-me. Sabe o quanto me contive para não amaldiçoar você.

- Não irei, Rainha Hera.

- Ah, tola. Quantos semideuses disseram-me o mesmo?

Ela sorriu sarcasticamente. Zeus fitou-a, e ela acomodou-se no trono, me lançando um olhar de desprezo. Entendi que era a hora de ir embora, e então fiz uma reverência a meu pai. Somente a ele. Minha intenção era irritar Hera, e eu consegui. Não havia mesmo gostado dela.
Antes que eu fosse morta, saí do Olimpo. Talvez fosse amaldiçoada pela deusa, mas isso não passou pela minha cabeça naquele momento.

Presentes de reclamação;
Thunder/{Espada}[Espada de bronze celestial. O cabo é feito de ouro, assim como a proteção de mãos. Vira um anel de ouro quando não está sendo utilizado.](Presente de reclamação de Zeus.)
Eletric/{Mini Raio-Mestre}[Um cilindro transparente, feito de material isolante. As extremidades são feitas de ouro, e possuem um raio desenhado em alto relevo. Permite que o filho de Zeus tenha um leve controle sobre a eletricidade, e dispare correntes elétricas não-letais.](Presente de reclamação de Zeus)
- Aegis/{Escudo}[Escudo circular, feito de bronze celestial. É côncavo e, em alto relevo, há o desenho da Medusa. Causa paralisia no oponente por um turno, se o oponente for mais forte que o filho de Zeus, e por dois se for 5 níveis mais fraco. Transforma-se em uma pulseira, que é ativada por toque.](Presente de reclamação de Zeus)
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Re: Teste para filhos de Zeus {Aberto}

Mensagem por Hipnos em Seg Set 08, 2014 12:30 pm



~avaliação

Claire Carter McKnight - REPROVADA!: Querida, recomendo-lhe a olhar bem o nome do tópico: TESTE PARA FILHOS DE ZEUS {FECHADO}. Isso é: Não se podem ter mais filhos de Zeus, não atualmente. Recomendo-lhe a tentar para um deus comum, pois atualmente estão todos fechados.

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Re: Teste para filhos de Zeus {Aberto}

Mensagem por Lady Circe em Dom Out 19, 2014 4:08 pm

Teste para filhos de Zeus aberto! Lembrando-se das regras. Muitos poderão postar, mas apenas um será escolhido. Boa sorte, queridos! ^^
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